“É chegada a hora de inverter o paradigma: mentes que amam e corações que pensam.” Barbara Meyer.

“Se você é neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado opressor.” Desmond Tutu.

“Perdoar não é esquecer, isso é Amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer. Isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sentimento.” Desconhecido.

“Chorar não significa se arrepender, se arrepender é mudar de Atitude.” Desconhecido.

"A educação e o ensino são as mais poderosas armas que podes usar para mudar o mundo ... se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar." (N. Mandela).

"As utopias se tornam realidades a partir do momento em que começam a luta por elas." (Maria Lúcia Karam).


“A verdadeira viagem de descobrimento consiste não em procurar novas terras, mas ver com novos olhos”
Marcel Proust


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quinta-feira, 6 de junho de 2013

Juiz defende ‘Justiça restaurativa’

Juiz Egberto de Almeida Penido participou ontem da programação de evento na UMC/ Foto: Gustavo Rejani


O conceito de ‘Justiça restaurativa’ poderia ser aplicado pelo Poder Público de Mogi das Cruzes para inibir atos de vandalismo como pichações e recuperar os envolvidos nessas atividades ilícitas. Essa é a análise do juiz Egberto de Almeida Penido, da 1ª Vara de Infância e Juventude de São Paulo, que ontem (4) comandou palestra sobre o tema na abertura do 2º Seminário de Políticas Públicas, Mobilidade Social e Diversidade da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC).
Nesse modelo, as partes que foram diretamente afetadas pelo ato criminoso, ou seja, a vítima, o infrator e, em alguns casos, outras pessoas como familiares e amigos, se reúnem e participam coletivamente de discussões no intuito de buscar a melhor solução para reparação dos danos e traumas causados pelo crime. “O Poder Público pode usar a ‘Justiça restaurativa’ não para substituir a atual e sim para mediar e establecer um diálogo que saiba as causas do ato e evite sua repetição”, afirma.
“Ela (a Justiça Restaurativa) é um veículo importante para aperfeiçoar as relações entre as pessoas, pois precisamos preparar os jovens para enfrentar o mundo, trabalhar suas emoções e aceitar melhor as diferenças”, acrescenta. (Marcos Araújo - Especial para O Diário)
O Diário. 05 DE JUNHO DE 201

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Justiça Restaurativa: Marco Teórico, Experiências Brasileiras, Propostas e Direitos Humanos

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