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28 de mai. de 2019

Mediação judicial para resolução de conflitos é tema de curso de pós-graduação na Univates

Aulas iniciam em agosto e buscam qualificar para atuação nas esferas judicial e extrajudicial.

As professoras Cláudia, Nívia e o juiz Luís Antônio de Abreu Johnson ressaltam as técnicas de mediação (Foto: Nícolas Horn)




Com início das aulas previstas para agosto, a Univates oferece pela primeira vez o curso de pós-graduação em “Mediação, Justiça Restaurativa e Constelações Sistêmicas: Novos Paradigmas no Enfrentamento de Conflitos”. A especialização é voltada a diplomados em Direito, História, Psicologia, Pedagogia, Administração, Ciências Contábeis e áreas afins. Ela busca proporcionar a qualificação para atuar tanto na esfera judicial como na extrajudicial na solução de conflitos.

Conforme a coordenadora da pós, Nivia Terezinha Heinen, são 360 horas de aulas teóricas e práticas, divididas em módulos. As aulas são quinzenais, de forma alternadas. “O curso está alinhado com políticas públicas de resolução de conflitos, de forma mais rápida e dinâmica”, destaca Nívia.

A coordenadora-adjunta, Claudia Tessmann, explica que o conflito era visto de forma negativa até a década de 1960. A partir de então, adotou-se uma nova abordagem, baseada em empatia e técnicas de negociação para a solução dos impasses na sociedade.

O juiz e diretor da Comarca de Lajeado, Luís Antônio de Abreu Johnson, é um dos docentes no curso de especialização. Ele ministrará as aulas de mediação judicial na pós-graduação. “A mediação judicial é uma técnica impressionante de resolução de conflitos, porque o procedimento da mediação não é um processo judicial”, afirma o magistrado.

Conforme ele, a diferença começa no ambiente: é muito mais informal do que uma sala de audiências. “O mediador vai, com técnicas apropriadas, facilitando a comunicação entre as pessoas. A solução na mediação vai sendo construída mentalmente na psiquê das pessoas”, percebe. Johnson ressalta que o mediador não trata de questões jurídicas; ele trata daquilo que está por baixo do conflito. “Vai tornando o ambiente de adversidade em um ambiente agradável, em que as pessoas começam a se convencer de que elas podem ditar as soluções para aquele conflito”, comenta o juiz.
Como se inscrever

As inscrições começaram em 6 de maio e prosseguem até 1º de julho. Os interessados podem se inscrever pelo site www.univates.br/especializacao/inscricao.

Os documentos necessários para inscrição são uma cópia da carteira de identidade e do CPF e uma cópia autenticada do diploma de graduação. Mais informações podem ser obtidas na secretaria de Pós-Graduação, sala 115 do Prédio 1 da Univates, pelo telefone (51) 3714-7037 ou pelo e-mail posgraduacao@univates.br. TS

11 de abr. de 2019

Pós-Graduação: GESTÃO DE CONFLITOS, NUMA PERSPECTIVA DA ES.PE.RE

Sobre o curso

Todos nossos conflitos internos ou externos partem de um referencial o qual pode ter vindo de um modelo cultural o qual estamos inseridos. Ter a oportunidade de transformar nossas visões, trazendo lentes novas de percepção de realidades é nossa maior aspiração.
Perceber que as verdades são relativas e que se transformam na medida em que eu me transformo como ser no mundo, é um dos processos que o aprendente irá percorrer. Nesta proposta, muitas mudanças de paradigmas serão apresentadas de forma gentil, elegante e segura.
A pós em Gestão de Conflitos numa perspectiva da Es.Pe.Re visa oportunizar a todos um programa de formação pautado em aprendizados e experiências relacionais, objetivando ampliar o nosso escopo emocional em lidarmos com situações conflitivas.
O Convênio firmado com a Fundación para la Reconciliación, garante apoio em nível operacional e conceitual, desenvolvendo ativamente a promoção da Cultura Política do Perdão e Reconciliação, buscando formar multiplicadores, qualificá-los permanentemente e apoiá-los no desenvolvimento das atividades de promoção da paz e convivência.
O cursista ainda fará a opção por uma habilitação em Conciliação e Mediação ou Justiça Restaurativa, sendo que o estágio será direcionado para área escolhida.
Além do mais, a especialização possibilitará que os inscritos no curso tenham as seguintes habilidades:
Compreender o significado do conflito no desenvolvimento da sociedade em geral e das relações humanas, em particular. Analisar as causas e os agentes que intervêm no conflito, as possibilidades de transformação e resolução de maneira eficaz, pacífica e positiva. Aprimorar a habilidade pessoal de prevenção e solução de conflitos de baixa intensidade, comuns na vida das pessoas e dos grupos humanos. Habilidades para o manejo de técnicas não adversárias de resolução de conflitos, em especial, a conciliação, a mediação, a justiça restaurativa e a constelação sistêmica. Aperfeiçoar habilidades pessoais de comunicação para intervir na prevenção e resolução de conflitos, especialmente no que se refere ao levantamento e à análise da situação, elaboração de estratégias adequadas e aplicação das técnicas de intervenção – com ênfase nas metodologias transformativas proposta pela Escola de Perdão e Reconciliação – ESPERE; Contribuir de forma efetiva e afetiva na formação de um homem mais comprometido com o bem-estar da sociedade.

Público alvo

Bacharéis, Advogados, Psicólogos, Sociólogos, Assistentes Sociais, Pedagogos, Mediadores, Facilitadores, Conciliadores, Assessores Jurídicos de Empresas, Consultores, Profissionais que militam na Justiça Comum, na Justiça Federal, nas Justiças Especiais, Professores de Ensino Básico e Superior, Agentes Penitenciários, Gestores de Políticas Públicas e de Comunidades e qualquer outro profissional que tenha interesse no novo paradigma de enfrentamento de conflitos.

Mais informações e inscrição, clique aqui.

28 de nov. de 2018

Curso: Experto en Mediación Vial

En lo que afecta a los delitos contra la seguridad vial, en los últimos años tras las reformas penales operadas por la LO 15/2007 y 5/2010 y las nuevas perspectivas con que se ha abordado la valoración e investigación de las infracciones imprudentes de tráfico, la estadística de procedimientos ha experimentado una progresión relevante, con la peculiaridad de que en la mayoría de los casos los responsables responden a comportamientos socialmente adaptados. La implantación selectiva de la mediación no se plantea como un instrumento para disminuir la respuesta penal protectora de los bienes jurídicos más relevantes sino para reforzar los fines de prevención, reinserción y evitación de nuevos delitos.  Y según la Ley 35/2015, de 22 de septiembre, de reforma del sistema para la valoración de los daños y perjuicios causados a las personas en accidentes de circulación, establece en su artículo 14 la mediación en estos casos:
Artículo 14. Procedimiento de mediación en los casos de controversia.

1.       En caso de disconformidad con la oferta o la respuesta motivada y, en general, en los casos de controversia, las partes podrán acudir al procedimiento de mediación de conformidad con lo previsto en la Ley 5/2012, de 6 de julio, de mediación en asuntos civiles y mercantiles.
   
2.      A tal efecto, será el perjudicado quién podrá solicitar el inicio de una mediación, en el plazo máximo de dos meses, a contar desde el momento que hubiera recibido la oferta o la respuesta motivada o los informes periciales complementarios si se hubieran pedido.
3.      Podrán ejercer esta modalidad de mediación profesionales especializados en responsabilidad civil en el ámbito de la circulación y en el sistema de valoración previsto en esta Ley, que cuenten con la formación específica para ejercer la mediación en este ámbito. El mediador, además de facilitar la comunicación entre las partes y velar porque dispongan de la información y el asesoramiento suficientes, desarrollará una conducta activa tendente a posibilitar un acuerdo entre ellas.

4.      Recibida la solicitud de mediación, el mediador o la institución de mediación citará a las partes para la celebración de la sesión informativa. En particular, el mediador informará a las partes de que son plenamente libres de alcanzar o no un acuerdo y de desistir del procedimiento en cualquier momento, así como que la duración de la mediación no podrá ser superior a tres meses, que el acuerdo que eventualmente alcancen será vinculante y podrán instar su elevación a escritura pública al objeto de configurarlo como un título ejecutivo.

Por este motivo se propone el siguiente curso formativo, para especializar a los mediadores interesados en esta materia tan específica y que supone casi el 75% de los procedimientos en nuestros juzgados
SALIDAS PROFESIONALES
  • Bufetes de abogados dedicados a la seguridad vial
  • En compañías de seguros de vehículos.
  • PODRAS INSCRIBIRTE EN EL REGISTRO DE MEDIADORES DEL MINISTERIO DE JUSTICIA (Pendiente de tramitación)
Superado con éxito la acción formativa podrás solicitar de forma gratuita el alta en la bolsa de trabajo de ADDPOL.- Formación Profesional.
Lugar y fechas
Del 1 de December de 2018 al 1 de June de 2019 

Lugar:
Campus Virtual de la Entidad ADDPOL Formación Profesional

Horas lectivas
Horas lectivas: 500
Programa
 Bloque 1: LOS METODOS ALTERNATIVOS DE SOLUCIÓN DE CONFLICTOS 
1ª EL CONFLICTO COMO INHERENTE AL SER HUMANO 
-       ¿El porqué del conflicto? 
-       Concepto, teorías y diagnóstico. 
-       Elementos del conflicto. 
-       Naturaleza del Conflicto. 
-       Haciendo frente al conflicto. 
  
1B METODOS ALTERNATIVOS DE SOLUCIÓN DE CONFLICTOS 
-       Causas de su surgimiento. 
-       Clases:  
•     Autocompositivos. 
•     Heterecompositivos. 
-       Diferencias y similitudes. 
-       Beneficios con respecto al litigio -          Sistemas ADR: Arbitraje y conciliación 
  
1C LA NEGOCIACIÓN 
-     Concepto y características. 
-       Estilos de negociación. 
-       Preparando la negociación. 
-       ¿Qué estilo elegir? -        Oferta inicial  -             Estrategias: 
•     Crear Valor. 
•     Reclamar valor. 
-     El dilema del negociador o prisionero. 
  
1D LA COMUNICACIÓN 
-       Concepto y elementos. 
-       Clases de comunicación: 
•     Verbal.  No verbal 
  
-       Técnicas de comunicación      Escucha activa. 
  
1E LA MEDIACIÓN 
-       Origen 
-       Concepto 
-       Características y principios. 
-       Diferencias con otras Intervenciones como Psicología o Derecho  - Características y ventajas de la mediación  - ¿Por qué elegir un proceso de mediación? 
•     Utilidad 
•     Ámbitos de aplicación 
-       Escuelas principales de mediación: 
•     Harvard 
•     Transformativa   Circular Narrativa 
  
    
Bloque 2: MARCO NORMATIVO 
2ª MARCO NORMATIVO INTERNACIONAL 
  
-           La directiva 2008/52/CE del Parlamento Europeo y del Consejo de 21 de mayo de 2008 sobre ciertos aspectos de la mediación en asuntos civiles y mercantiles. 
-           Antecedentes que llevaron a la directiva. 
-           Otras normas internacionales de interés. 
  
2B LEY DE MEDIACIÓN EN ASUNTOS CIVILES Y MERCANTILES 5/2012 de Julio de 2012 
  
-           Antecedentes 
-           Características -           Ámbito de aplicación. 
-           Materias excluidas. 
-           Real Decreto 980/13 de 13 de diciembre por el que se aprueba el Reglamento de desarrollo de la ley de mediación. 
  
2C EL MEDIADOR 
-           El estatuto del Mediador 
•     Código ético 
•     Funciones y Responsabilidades 
•     Ser mediador 
-           Su actividad  
•     Qué debe y no debe hacer 
•     Como afrontar el proceso: mediador-evaluador o facilitador     La formación del mediador -             Instituciones de mediación. 
-           Registro. 
-           Seguro obligatorio. 
  
2D OTRAS ESPECIALIDADES 
  
-           Las partes en el proceso de mediación: su relación con el mediador y papel del abogado. 
-           Mediación electrónica-online dispute resolution 
-           Mediación transfronteriza (Cross Border mediation) 
-           Co-mediación  
-           Especial referencia a las cláusulas de sometimiento a mediación -           Protección de datos de carácter personal. 
  
Bloque 3: EL PROCESO DE MEDIACIÓN 3ª INTRODUCCIÓN: ETAPAS INICIALES. 
-           Etapas fundamentales: 
•     Pre mediación 
•     Apertura 
•     Comunicación 
•     Negociación 
•     Cierre 
-           Pre-mediación  
•     Objetivos  
•     Tarea y actividad del mediador 
•     Carta información para las partes 
-           Apertura  
•     Objetivos 
  
Tarea y actividad del desarrollo 
 Desarrollo: Presentación inicial 
  
3B COMUNICACIÓN 
-           Comunicación 
•   Objetivos de la comunicación: entendimiento 
•   Identificando posiciones e intereses 
•   Habilidades para mejorar la comunicación 
•   Generar opciones 
  
3C LA NEGOCIACIÓN 
-           Negociación 
•   Valorar las opciones 
•   Tarea del mediador: facilitar la negociación (flexibilidad e innovación)   - Habilidades para facilitar el proceso de negociación. 
-           Mediación ¿negociación asistida? 
  
3D FINALIZACIÓN DEL PROCESO DE MEDIACIÓN 
-           Cierre 
•   Objetivos y tareas del mediador 
•   Ayudando a las partes a llegar al acuerdo 
•   Incidencia de las escuelas de mediación en el acuerdo 
•   Tarea del mediador 
-           Cierre con acuerdo 
-           Cierre sin acuerdo 
  
3E LOS ACUERDOS EN MEDIACIÓN -     Acuerdos: 
•   Concepto 
•   Contenido 
•   Elementos    
-           Eficacia 
-           Ejecución del acuerdo alcanzado 
-           Ejemplos 
  
Bloque 4: TÉCNICAS Y HABILIDADES DEL MEDIADOR. 
4ª TÉCNICAS I 
-           Técnicas específicas en las diferentes fases: reformulación, reencuadre, legitimación, perspectiva sistémica -           Escucha activa (recordatorio visto módulo I) 
-           Preguntas 
•   tipos de preguntas 
-           Validación 
-           Respondiendo a las emociones-técnicas para facilitar la comunicación y el manejo de emociones según el conflicto 
-           Cuando es conveniente las sesiones individuales-caucus   Reglas generales y objetivos  -            Asertividad 
  
4B TÉCNICAS II 
-           Parafraseo  
-           Abordando el desequilibrio de poder-Empowerment 
-            Mensajes yo-tu 
-            Los puntos muertos  
•    Concepto 
•    Análisis y gestión 
-            Otros problemas durante el proceso y sus posibles técnicas 
  
4C TÉCNICAS III 
-            Preguntas clave para el mediador 
-            Expresiones perjudiciales a evitar durante el proceso 
-            Caso práctico y problemas durante el proceso  ¿Qué técnica se utilizaría y por qué? 
-            Diferentes ejemplos de casos de mediación y los beneficios tras el proceso -  Caso práctico 
-            ¿Qué escuela de mediación seguirías y por qué? 
  
4E CASOS PRÁCTICOS 
Módulo 2: Especialidad en Justicia Restaurativa y mediación penal. 
Bloque 5: JUSTICIA RESTAURATIVA Y JUSTICIA RETRIBUTIVA 
JUSTICIA RESTAURATIVA Y JUSTICIA RETRIBUTIVA 
-            Justicia Restaurativa. 
-            Origen.  
-            Concepto. 
-            Justicia Restaurativa versus Justicia Retributiva. 
-            Características.  
-            Beneficios. 
-            Principios de la Justicia Restaurativa 
  
5B TEORIAS PARA FUNDAMENTAR LA JUSTICIA RESTAURATIVA 
-            Teoría de la ventana de la disciplina social de Ted Watchel. 
-            La brújula de la vergüenza de Nathanson.  
-            La vergüenza reintegrativa de John Braithwaite.  
-            Diferencias Justicia Restaurativa y mediación 
  
5C LAS PARTES EN LA JUSTICIA RESTAURATIVA 
-            El infractor ante la Justicia Tradicional. 
-            El infractor en la Justicia Restaurativa. 
-            Culpabilidad y vergüenza. 
-            La víctima ante la Justicia Tradicional. 
-            La víctima en la Justicia Restaurativa. 
-            Las necesidades de las victimas desde un punto de vista restaurativo. 
 El papel de la comunidad en la Justicia Restaurativa 
  
5D HERRAMIENTAS DE LA JUSTICIA RESTAURATIVA 
-            Diferentes prácticas restaurativas. 
-            Herramientas más conocidas. 
-            Mediación víctima-infractor.  
-            Conferencias Restaurativas. 
-            Círculos de Paz. 
  
5E ESPECIAL REFERENCIA A LA MEDIACIÓN PENAL 
-          Concepto. 
-          Características. 
-          Diferencias mediación penal  y mediación en otros ámbitos. 
-          Ámbito de aplicación. 
-          Limitaciones.  
-          Mediación Penal en España.  
Mediación Penal en otros países. 
  
5F REFERENCIAS LEGALES 
-          Normativa Internacional. 
-          Normativa Nacional.  
-          Especial Referencia al Estatuto de la víctima. 
-          Servicios de Justicia Restaurativa.  
-          Especial referencia a la Justicia Restaurativa y la violencia de género. 
-          Justicia Restaurativa en delitos viales. - Mediación Penal en otros países. 
  
5G LA PRÁCTICA DE LA JUSTICIA RESTAURATIVA 
-          Casos prácticos. 
-          Experiencias Reales. 
Módulo 3: Especialidad en mediación en  siniestros viales 
Bloque 6: CRIMINOLOGÍA VIAL 
6ª INTRODUCCIÓN AL TEMA DE ESTUDIO 
-          ¿Qué es la criminología vial? 
-          Objetivos. 
-          Aplicación. 
-          Nuevos conceptos en la criminología vial: 
ü  Seguridad vial quinaria. 
ü  Siniestro Vial. 
ü  Inseguridad Vial. 
-          Miedo al delito. 
  
6B LOS DELITOS CONTRA LA SEGURIDAD VIAL 
-          Introducción al tema de estudio. 
-          La protección de bienes jurídicos mediante el derecho penal. -    Los delitos contra la seguridad vial.  
  • ü  Conducción de un vehículo de motor o ciclomotor a velocidad excesivamente superior a la permitida.
  • ü  Conducción bajo la influencia de drogas tóxicas o bebidas alcohólicas.
  • ü  Conducción con exceso de tasa de alcoholemia.
  • ü  Conducción temeraria.
  • ü  Supuestos agravados de la conducción temeraria.
  • ü  Concurso.
  • ü  Negativa a realizar la prueba de alcoholemia, de presencia de drogas tóxicas, estupefacientes y sustancias psicotrópicas.
  • ü  Conducir tras la pérdida de vigencia del permiso o licencia para conducir.
  • ü  Conducir tras la privación cautelar o definitiva del permiso o licencia por decisión judicial.
  • ü  Conducir en vehículo sin haber obtenido nunca permiso o licencia.
  •  

  •  
  •  
  • ü Creación de grave riesgo para la circulación.
-         Sentencias sobre seguridad vial. 
  
6C EL DELINCUENTE VIAL 
-         Intervención con el conductor. 
-         Diferentes perfiles del delincuente vial. 
-         El informe criminológico, como mejor herramienta para la resocialización del delincuente vial. 
  
6D LA VÍCTIMA EN LOS DELITOS CONTRA LA SEGURIDAD VIAL Y LOS SINIESTROS VIALES 
-         Introducción al tema de estudio. 
-         La víctima vial. 
-         La figura de la víctima. 
-         Clasificación de las víctimas viales. 
-         Tipos de victimización. 
-         Prevención para disminuir la victimización. 
-         Asistencia y atención a víctimas viales. 
-         Intervención en crisis. 
-         Cómo nos comunicamos con la víctima. 
-         Cómo comunicar malas noticias. 
-         La desvictimización. 
-         El proceso de desvictimización en victimas viales. 
-         Autodesvictimización. 
  
Bloque 7: MEDIACIÓN EN SINIESTROS VIALES 
7ª LA MEDIACIÓN EN MATERIA DE TRÁFICO Y ACCIDENTES DE CIRCULACIÓN 
-         El accidente de circulación/siniestro. Definiciones Interrelacionados 
-         Definiciones incluidas en El Título IV de la Ley 35/2015, de 22 de septiembre, de reforma del sistema para la valoración de los daños y perjuicios causados a las personas en accidentes de circulación - Accidente/siniestro de circulación y accidente/siniestro laboral - La derivación a la mediación civil de los conflictos de tráfico. 
  
7B LEY 35/2015, DE 22 DE SEPTIEMBRE, DE REFORMA DEL SISTEMA PARA LA VALORACIÓN DE LOS 
DAÑOS Y PERJUICIOS CAUSADOS A LAS PERSONAS EN ACCIDENTES DE CIRCULACIÓN 
-         Análisis, justificaciones y motivaciones 
-         Modificación del texto refundido de la Ley sobre Responsabilidad Civil y Seguro en la Circulación de Vehículos a Motor 
-         Modificación de la Ley 6/2014, de 7 de abril, por la que se modifica el texto articulado de la Ley sobre Tráfico, Circulación de Vehículos a Motor y Seguridad Vial, aprobado por real decreto legislativo 339/1990, de 2 de marzo 
-         Entrada en Vigor. 
  
7C CRITERIOS GENERALES PARA LA DETERMINACIÓN DE LA INDEMNIZACIÓN 
-         Análisis de las bases del sistema de valoración de daños y perjuicios a la luz de la ley 35/2015 - Indemnizaciones por muerte.  
-         Indemnizaciones por secuelas. 
-         Indemnizaciones por lesiones temporales. 
  
TRABAJO DE INVESTIGACIÓN FINAL DE CURSO. 
 
Inscripción
El curso podrá abonarse en dos plazos:


  • Primer pago: al matricularse deberá abonar el 75% de la matrícula
  • Segundo pago: primera quincena de enero deberá abonar el 25% restante

  • Los alumnos que superen con éxito la acción formativa y sean socios de ADDPOL y estén al corriente de pago podrán solicitar una ayuda al estudio de 40€

    Debe realizar un ingreso o transferencia por el importe correspondiente en la siguiente cuenta bancaria, en la que debe hacerse constar OBLIGATORIAMENTE el nombre del alumno y la referencia bancaria del curso en el resguardo del pago.

    Banco Santander
    c/c: ES45-0049-0001-59-2811481584 
    Referencia bancaria del curso: MVIA18 

    Envíe (junto a la documentación solicitada en caso de acogerse a algúndescuento) la copia del ingreso o transferencia (puede hacerlo por correo postal ó mail) a:
    Fundación UNED
    Secretaría de Cursos
    EXPERTO PROFESIONAL EN PERFILACIÓN CRIMINAL 
    c/ Guzmán el Bueno, 133 - Edificio Germania - 1ª planta
    28003 Madrid
    Teléfono: 91 386 72 76
          Referencia: MVIA18 

          NOTA: Se confirman los pagos en 72 horas en su correo electrónico.

Información Académica: 
Carlos Diarian Sancho
Teléfono: 647703111
Email: coordinador@addpol.org


MATERIAL DIDACTICO: 
Material de elaboración propia y específica para el curso. 
Autores; 
D.  José María González González 
D.  Juan Antonio Carreras Espallardo 
Dª Laura Gómez García 
Dª Virginia Domingo de la Fuente 
  
El material didáctico que se entregará al alumno será en formato digital y se subirá a la plataforma virtual según vaya avanzando el curso. 
El precio del material didáctico será de 40€ que será abonado a ADDPOL.-Formación Profesional & Calidad una vez que haya empezado el curso. El plazo para hacer el pago será del 1 al 31 de enero de 2019. 
Para más información podéis contactar con el coordinador; Carlos Diarian. Tel. 647 703 111 ó email: coordinador@addpol.org 
     
Para matricularse en el curso, pinche sobre el botón "Matrícula online" situado debajo de la tabla de precios.
 Matrícula Ordinaria (pago fraccionado)Matrícula Ordinaria (pago único)
Precio500 €460 €
Otras actividades del ciclo
Esta actividad pertenece al ciclo ADDPOL, formado por las siguientes actividades:

Dirigido por
Francisco Javier Jiménez Muñoz
Director adjunto
Jaime Mestre Sureda
Coordinado por
Carlos Diarián Sancho
Docentes
Juan Antonio Carreras Espallardo
Virginia Domingo de la Fuente
Laura Gómez García
José María González González
Dirigido a
Criminólogos, Estudiantes de criminología que quieran profundizar en la especialidad de criminología vial, Policías Locales, Guardia Civil, Policía Nacional y Autonómica, Opositores, Responsables municipales en áreas de tráfico e interior y cualquier persona interesada en la materia.
Titulación requerida
Ninguna
Objetivos
Para el desarrollo del curso, lo más adecuado es plantear unos objetivos generales, y varios objetivos específicos, que son: 

OBJETIVO GENERAL: 
  
  • Dar una formación específica en criminología vial y en mediación de los delitos contra la seguridad vial y los siniestros viales.
  
OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 
  
  • Conocer el conflicto vial y saber resolverlo.
  • Dotar al alumno de habilidades y técnicas para la mediación.
  • Conocer la negociación y su posible resolución.
  • La Justicia Restaurativa y su diferenciación con la mediación penal.
  • Conocer las normas en la que se basa la mediación penal.  
Metodología
Durante los meses de diciembre, enero, febrero, marzo y abril el alumno deberá cumplimentar cada mes un cuestionario de evaluación de unas 10 preguntas a desarrollar y un caso práctico. El mes de mayo el alumno deberá realizar un trabajo de fin de curso.
Sistema de evaluación
El curso constará de la siguiente evaluación: 
Durante los meses de diciembre, enero, febrero, marzo y abril el alumno deberá cumplimentar cada mes un cuestionario de evaluación de unas 10 preguntas a desarrollar y  un caso práctico. 
El mes de mayo el alumno deberá realizar un trabajo de fin de curso. 
Cada cuestionario tendrá un valor de 0 a 10 puntos. 
La nota final será la media obtenida de los 6 cuestionarios de evaluación. 
Mediante estos cuestionarios se busca evaluar la participación y dedicación del alumno, así como establecer una conexión entre alumnado y profesor, garantizando una correcta enseñanza mediante la corrección directa de los cuestionarios basados en el temario y videos
Colaboradores

Colabora

FUNDACION UNED
ADDPOL - Formación Profesional
Más información
Fundación UNED
Guzmán el Bueno, 133 - Edificio Germania, 1ª planta
28003 Madrid (España)
Teléfono: +34 91 386 72 75 / 15 92
Fax: +34 91 386 72 79
Correo electrónico: gestion.certificados@fundacion.uned.es
www.fundacion.uned.es

Información de certificados: Para consultas o peticiones de Certificados mande un correo electrónico a la dirección: gestion.certificados@fundacion.uned.es

27 de ago. de 2018

Cultura de Paz nas Escolas: Curso gratuito com inscrições abertas

Projeto trata de práticas para os gestores e professores que lidam com as situações de conflito


Imagem Ilustrativa
Cultura de Paz nas Escolas: Curso gratuito com inscrições abertas
O projeto de extensão 'Cultura de Paz nas Escolas' tem como objetivo realizar práticas restaurativas para os gestores e professores que lidam com as situações de conflito. As aulas são gratuitas e a distância pela UnisulVirtual. As inscrições vão até o dia 2 de setembro e o início das aulas está previsto para o dia 10/09. Podem se inscrever alunos da Unisul e demais interessados pelas técnicas restaurativas que ganham cada vez mais espaço nos ambientes de aprendizagem para auxiliar na prevenção e diminuição de conflitos. Embora seja uma medida nova no Brasil, apresenta iniciativas diversificadas e coleciona resultados positivos.
O projeto Cultura de Paz nas Escolas aplica práticas restaurativas junto aos estudantes, professores e gestores de escolas de Ensino Médio e Fundamental, a fim de possibilitar uma metodologia que permita lidar e dirimir conflitos. Tais práticas serão aplicadas com base na Resolução 225/2016, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que dispõe sobre a Política Nacional de Justiça Restaurativa, e, em seu artigo 1º dispõe: "Constitui-se como um conjunto ordenado e sistêmico de princípios, métodos, técnicas e atividades próprias, que visa à conscientização sobre os fatores relacionais, institucionais e sociais motivadores de conflitos e violência, e por meio do qual os conflitos que geram dano, concreto ou abstrato, são solucionados de modo estruturado".
As inscrições podem ser feitas no site do Projeto. Mais informações com a coordenação do curso pelo e-mail: patricia.santos@unisul.br ou pelo número 0800 970 7000.

5 de set. de 2017

Polo do Crato receberá curso Círculos de Justiça Restaurativa

Estão abertas até 12 de setembro as inscrições para o curso “Facilitadores de Círculos de Justiça Restaurativa e Construção de Paz”, que será realizado no Polo de Aprendizagem da Escola Superior da Magistratura (Esmec) do Crato, nos dias 14, 15, 21 e 22 de setembro. A capacitação ocorrerá sempre nos horários das 8h às 12h e das 14h às 18h.
O treinamento é de 40h/a teóricas/presenciais em círculos restaurativos (com certificação de curso teórico), podendo ser complementadas com mais 20h/a para a obtenção de título como Facilitador. As aulas acontecem no auditório do Fórum Desembargador Hermes Parahyba.
É destinado prioritariamente a magistrados do Judiciário cearense, que poderão utilizar a capacitação para fins de vitaliciamento e promoção/acesso na carreira, conforme a exigência mínima de 40h/a em curso oficial de formação continuada. No entanto, poderão participar também promotores de Justiça, advogados, defensores públicos, além de servidores e integrantes das equipes multiprofissionais a serviço da Justiça estadual.
O treinamento complementa a formação Básica de Justiça Juvenil Restaurativa, e está credenciada junto à Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), conforme a Portaria nº 209/2016.
O objetivo do curso é oferecer aportes teóricos e práticos para implementação do enfoque restaurativo no atendimento judicial de adolescentes em conflito com a lei, com vistas ao cumprimento da meta nº 8 do CNJ, estimando-se que, ao final da formação, os participantes possam atuar como facilitadores em Círculos de Justiça Restaurativa e Construção de Paz, estando aptos a atuar em sintonia com as equipes multidisciplinares que trabalham nesta área.
SERVIÇO:
Curso: Facilitadores de Círculos de Justiça Restaurativa e Construção de Paz
Data: 14, 15, 21 e 22 de setembro, das 8h às 12h e das 14h às 18h
Local: Polo de Aprendizagem do Crato

4° Curso de Facilitadores em Círculos de Justiça Restaurativa

Curso de Facilitadores 2017


Estão abertas as inscrições para o 4° Curso de Facilitadores em Círculos de Justiça Restaurativa e Construção de Paz

A formação de nível nacional tem o objetivo de capacitar profissionais em práticas restaurativas visando aprofundar os aportes práticos e teóricos para implementação de procedimentos restaurativos no trabalho junto a crianças e adolescentes. O público-alvo são atores do Sistema de Justiça Juvenil e atores comunitários e do âmbito escolar que tenham conhecimento em Justiça Juvenil Restaurativa. São ofertadas 25 vagas para o curso.
    
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“É chegada a hora de inverter o paradigma: mentes que amam e corações que pensam.” Barbara Meyer.

“Se você é neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado opressor.” Desmond Tutu.

“Perdoar não é esquecer, isso é Amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer. Isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sentimento.” Desconhecido.

“Chorar não significa se arrepender, se arrepender é mudar de Atitude.” Desconhecido.

"A educação e o ensino são as mais poderosas armas que podes usar para mudar o mundo ... se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar." (N. Mandela).

"As utopias se tornam realidades a partir do momento em que começam a luta por elas." (Maria Lúcia Karam).


“A verdadeira viagem de descobrimento consiste não em procurar novas terras, mas ver com novos olhos”
Marcel Proust


Livros & Informes

  • ACHUTTI, Daniel. Modelos Contemporâneos de Justiça Criminal. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2009.
  • AGUIAR, Carla Zamith Boin. Mediação e Justiça Restaurativa. São Paulo: Quartier Latin, 2009.
  • ALBUQUERQUE, Teresa Lancry de Gouveia de; ROBALO, Souza. Justiça Restaurativa: um caminho para a humanização do direito. Curitiba: Juruá, 2012. 304p.
  • AMSTUTZ, Lorraine Stutzman; MULLET, Judy H. Disciplina restaurativa para escolas: responsabilidade e ambientes de cuidado mútuo. Trad. Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2012.
  • AZEVEDO, Rodrigo Ghiringhelli de; CARVALHO, Salo de. A Crise do Processo Penal e as Novas Formas de Administração da Justiça Criminal. Porto Alegre: Notadez, 2006.
  • CERVINI, Raul. Os processos de descriminalização. 2. ed. rev. da tradução. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.
  • FERREIRA, Francisco Amado. Justiça Restaurativa: Natureza. Finalidades e Instrumentos. Coimbra: Coimbra, 2006.
  • GERBER, Daniel; DORNELLES, Marcelo Lemos. Juizados Especiais Criminais Lei n.º 9.099/95: comentários e críticas ao modelo consensual penal. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2006.
  • Justiça Restaurativa. Revista Sub Judice - Justiça e Sociedade, n. 37, Out./Dez. 2006, Editora Almedina.
  • KARAM. Maria Lúcia. Juizados Especiais Criminais: a concretização antecipada do poder de punir. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004.
  • KONZEN, Afonso Armando. Justiça Restaurativa e Ato Infracional: Desvelando Sentidos no Itinerário da Alteridade. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2007.
  • LEITE, André Lamas. A Mediação Penal de Adultos: um novo paradigma de justiça? analise crítica da lei n. 21/2007, de 12 de junho. Coimbra: Editora Coimbra, 2008.
  • MAZZILLI NETO, Ranieri. Os caminhos do Sistema Penal. Rio de Janeiro: Revan, 2007.
  • MOLINA, Antonio García-Pablos de; GOMES, Luiz Fávio. Criminologia. Coord. Rogério Sanches Cunha. 6. ed. rev., atual e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.
  • MULLER, Jean Marie. Não-violência na educação. Trad. de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Atenas, 2006.
  • OLIVEIRA, Ana Sofia Schmidt de. A Vítima e o Direito Penal: uma abordagem do movimento vitimológico e de seu impacto no direito penal. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1999.
  • PALLAMOLLA, Raffaella da Porciuncula. Justiça restaurativa: da teoria à prática. São Paulo: IBCCRIM, 2009. p. (Monografias, 52).
  • PRANIS, Kay. Processos Circulares. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2012.
  • RAMIDOFF, Mario Luiz. Sinase - Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo - Comentários À Lei N. 12.594, de 18 de janeiro de 2012. São Paulo: Saraiva, 2012.
  • ROLIM, Marcos. A Síndrome da Rainha Vermelha: Policiamento e segurança pública no século XXI. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. 2006.
  • ROSA, Alexandre Morais da. Introdução Crítica ao Ato Infracional - Princípios e Garantias Constitucionais. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2007.
  • SABADELL, Ana Lúcia. Manual de Sociologia Jurídica: Introdução a uma Leitura Externa do Direito. 4. ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.
  • SALIBA, Marcelo Gonçalves. Justiça Restaurativa e Paradigma Punitivo. Curitiba: Juruá, 2009.
  • SANTANA, Selma Pereira de. Justiça Restaurativa: A Reparação como Conseqüência Jurídico-Penal Autônoma do Delito. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2010.
  • SANTOS, Juarez Cirino dos. A Criminologia Radical. 2. ed. Curitiba: Lumen Juris/ICPC, 2006.
  • SCURO NETO, Pedro. Sociologia Geral e Jurídica : introdução à lógica jurídica, instituições do Direito, evolução e controle social. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
  • SHECAIRA, Sérgio Salomão; Sá, Alvino Augusto de (orgs.). Criminologia e os Problemas da Atualidade. São Paulo: Atlas, 2008.
  • SICA, Leonardo. Justiça Restaurativa e Mediação Penal - O Novo Modelo de Justiça Criminal e de Gestão do Crime. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2007.
  • SLAKMON, Catherine; MACHADO, Maíra Rocha; BOTTINI, Pierpaolo Cruz (Orgs.). Novas direções na governança da justiça e da segurança. Brasília-DF: Ministério da Justiça, 2006.
  • SLAKMON, Catherine; VITTO, Renato Campos Pinto De; PINTO, Renato Sócrates Gomes (org.). Justiça Restaurativa: Coletânea de artigos. Brasília: Ministério da Justiça e PNUD, 2005.
  • SÁ, Alvino Augusto de. Criminologia Clínica e Psicologia Criminal. prefácio Carlos Vico Manãs. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2007.
  • SÁ, Alvino Augusto de; SHECAIRA, Sérgio Salomão (Orgs.). Criminologia e os Problemas da Atualidade. São Paulo: Atlas, 2008.
  • VASCONCELOS, Carlos Eduardo de. Mediação de conflitos e práticas restaurativas. São Paulo: Método, 2008.
  • VEZZULLA, Juan Carlos. A Mediação de Conflitos com Adolescentes Autores de Ato Infracional. Florianópolis: Habitus, 2006.
  • WUNDERLICH, Alexandre; CARVALHO, Salo (org.). Novos Diálogos sobre os Juizados Especiais Criminais. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2005.
  • WUNDERLICH, Alexandre; CARVALHO, Salo de. Dialogos sobre a Justiça Dialogal: Teses e Antiteses do Processo de Informalização. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2002.
  • ZEHR, Howard. Justiça Restaurativa. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2012.
  • ZEHR, Howard. Trocando as lentes: um novo foco sobre o crime e a justiça. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2008.