“É chegada a hora de inverter o paradigma: mentes que amam e corações que pensam.” Barbara Meyer.

“Se você é neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado opressor.” Desmond Tutu.

“Perdoar não é esquecer, isso é Amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer. Isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sentimento.” Desconhecido.

“Chorar não significa se arrepender, se arrepender é mudar de Atitude.” Desconhecido.

"A educação e o ensino são as mais poderosas armas que podes usar para mudar o mundo ... se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar." (N. Mandela).

"As utopias se tornam realidades a partir do momento em que começam a luta por elas." (Maria Lúcia Karam).


“A verdadeira viagem de descobrimento consiste não em procurar novas terras, mas ver com novos olhos”
Marcel Proust


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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Judiciário de Tatuí inaugura sala para Justiça Restaurativa


Foi inaugurada na semana passada em Tatuí a sala que abrigará a implantação da Justiça Restaurativa na comarca, por iniciativa da Coordenadoria da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça de São Paulo. O juiz Marcelo Nalesso Salmaso, da Vara do Juizado Especial Cível e Criminal de Tatuí, que integra a Coordenadoria, foi o responsável pela implantação do projeto na cidade, uma das cinco em todo o Estado.
A Justiça Restaurativa é uma forma diferenciada de solucionar as demandas encaminhadas ao Judiciário, afastando-se o caráter estritamente punitivo das sentenças tradicionais, abrindo-se a possibilidade de ouvir todas as partes envolvidas nos conflitos. Em um primeiro momento, afirma o juiz Marcelo Salmasso, os trabalhos com a Justiça Restaurativa serão iniciados com os casos relacionados à infância e juventude, principalmente os encaminhados pelas escolas. Numa etapa posterior, prossegue, o objetivo é levar os círculos restaurativos para a Vara do Juizado Especial Cível e Criminal de Tatuí. Para o magistrado, "a Justiça Restaurativa representa um ganho real para os cidadãos de Tatuí, para as escolas, para o Poder Judiciário e a democracia, pois chega como uma forma efetiva de resolução de conflitos, inclusive de natureza infracional e criminal, em que o ponto fundamental é a busca de novas atitudes diante do erro cometido, a partir do reconhecimento, por parte do ofensor, do mal praticado, disse ele.
Para o juiz Egberto de Almeida Penido, da 1ª Vara da Infância e Juventude da capital, presente à solenidade, a sociedade precisa aprender a atuar com as situações de violência sem retroalimentar a violência. Infelizmente a gente não aprendeu a lidar com a violência sem ser violento, concluiu.
Responsável pela capacitação de profissionais que irão atuar no projeto, Mônica Mumme ressaltou a importância de o Poder Judiciário estar apresentando com a Justiça Restaurativa "algo novo", fazendo com que a situação do infrator seja diferente dali em diante.
Também participaram do lançamento a promotora de Justiça de Tatuí, Alessandra Aparecida Gomes Coga; o professor da Fatec Luis Antonio Galhero Fernandes e o diretor da Faculdade, Mauro Tomazela.
Comunicação Social TJSP RP (texto)
imprensatj@tjsp.jus.br

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Justiça Restaurativa: Marco Teórico, Experiências Brasileiras, Propostas e Direitos Humanos

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