“É chegada a hora de inverter o paradigma: mentes que amam e corações que pensam.” Barbara Meyer.

“Se você é neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado opressor.” Desmond Tutu.

“Perdoar não é esquecer, isso é Amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer. Isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sentimento.” Desconhecido.

“Chorar não significa se arrepender, se arrepender é mudar de Atitude.” Desconhecido.

"A educação e o ensino são as mais poderosas armas que podes usar para mudar o mundo ... se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar." (N. Mandela).

"As utopias se tornam realidades a partir do momento em que começam a luta por elas." (Maria Lúcia Karam).


“A verdadeira viagem de descobrimento consiste não em procurar novas terras, mas ver com novos olhos”
Marcel Proust


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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

EMAP cria núcleosde formação e capacitação

Promover a discussão, trocar experiências e construir novos conhecimentos entre os juízes nas áreas específicas em que atuam. É este o objetivo da Escola da Magistratura do Paraná (EMAP), que acaba de criar dois núcleos: o de mediação, conciliação e arbitragem na área Civil e o de mediação penal e justiça restaurativa na área Criminal. ”No dia-a-dia o juiz tem muito casos para análise e pouco tempo para se aprofundar em outros conhecimentos ou trocar vivências com outros juízes - e sua grande experiência acaba ficando guardada, sem compartilhamento”, destaca o diretor-geral da EMAP, Roberto Bacellar. A iniciativa é inspirada em grupos de estudo de juristas de outros países e outros Estados brasileiros, mas, segundo Bacellar, esse formato de núcleo é inédito, pois a EMAP pretende que a partir de estudos, discussões, eventos e capacitações, por meio de convênios seja possível, preparar os alunos para ao final dar atendimento à população. “Fomos adaptando o que temos visto em outras Escolas e Tribunais do Brasil e do Exterior e que tem se destacado na busca da excelência nos estudos para magistrados”, ressalta.

Bacellar explica que os trabalhos nos núcleos deverão funcionar em três etapas: grupos interdisciplinares de discussão aberto aos magistrados, com convidados das áreas de psicologia, serviço social e pedagogia; contato e cooperação técnica com algumas varas para viabilização de estudo de casos mais complexos e, por fim, produção científica, promoção de cursos e compartilhamento de estudos.

Bem Paraná, Questão de Direito.

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Justiça Restaurativa: Marco Teórico, Experiências Brasileiras, Propostas e Direitos Humanos

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