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13 de jul. de 2013

Justiça Restaurativa começa a ser levada às centrais de conciliação do Rio Grande do Sul

O Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (TJRS) realizará nesta sexta-feira, em Caxias do Sul, a 1ª Jornada Municipal de Pacificação Restaurativa. Durante o evento será formalizada a introdução, nas centrais de Conciliação e Mediação do TJRS, da prática da Justiça Restaurativa, que promove a pacificação em conflitos criminais e da Infância e da Juventude por meio do diálogo entre vítima, agressor e pessoas próximas às partes. O encontro será a partir das 9 horas, no Salão do Tribunal do Júri do Fórum de Caxias do Sul e contará com a participação do supervisor do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas (DMF), conselheiro Guilherme Calmon, e do juiz auxiliar da Presidência e coordenador do DMF, Luciano Losekann.

A Justiça Restaurativa busca o atendimento das necessidades da vítima, ao mesmo tempo em que o agressor é convocado a participar do processo de reparação do dano e a se reintegrar à sociedade. A introdução dessa prática nas Centrais de Conciliação e Mediação do TJRS atende à Resolução CNJ nº 125, que estimula a busca por soluções extrajudiciais para os conflitos. A norma determina, por exemplo, que os tribunais brasileiros criem núcleos permanentes de métodos consensuais de solução de conflitos, formados por magistrados e servidores.

A experiência com a Justiça Restaurativa começou em 2005, no Rio Grande do Sul, com um projeto-piloto em Porto Alegre. A partir da 1ª Jornada Municipal de Pacificação Restaurativa, o primeiro núcleo a funcionar fora da capital gaúcha será o de Caxias do Sul, implantado por meio de parceria entre o Poder Judiciário e a Prefeitura do município. O próximo núcleo a entrar em funcionamento será o do município de Pelotas.

Segundo a juíza Vera Lúcia Deboni, coordenadora da Central de Práticas Restaurativas de Porto Alegre, a Justiça Restaurativa tem sido eficaz na pacificação de conflitos verificados em relações continuadas, como, por exemplo, os casos de violência doméstica ou brigas entre vizinhos. “Geralmente, agressor e vítima ficam frente a frente, e o agressor passa a sentir, a partir da manifestação da vítima, o dano que ele próprio causou”, afirmou.

Serviço:
1ª Jornada Municipal de Pacificação Restaurativa
Caxias do Sul/RS
Salão do Tribunal do Júri do Fórum da cidade, às 9 horas


CNJ. 11.07.2013.

Práticas Restaurativas: tema de curso já é objeto de projeto em comarca maranhense

Curso promovido pelo Instituto Brasileiro de Práticas Restaurativas e Instituto Latino Americano de Práticas Restaurativas no período de 12 a 20 de agosto, das 8 às 18h, abordará as práticas restaurativas. O tema já é objeto de projeto da Comarca de São José de Ribamar. O curso será realizado na Ouvidoria da Secretaria de Segurança Pública (Rua 7, quadra A, nº 01, São Francisco), parceira da iniciativa.
As aulas serão ministradas pelo facilitador Jean Schmitz, de Lima (Peru). O Curso Nacional de Práticas Restaurativas tem entre o público alvo magistrados, advogados, agentes penitenciários, policiais, assistentes sociais, psicólogos, conselheiros e líderes comunitários.
Projeto RestaurAÇÃO - Para a Comarca de São José de Ribamar, as práticas restaurativas já são realidade desde 2009, quando foi implementado na unidade o Projeto RestaurAÇÃO. A iniciativa foi resultado da parceria da 2ª Vara - à época tendo como titular a juíza Teresa Cristina Mendes -, Ministério Público e Defensoria Pública da comarca, prefeitura do município e Fondation Terre de Hommes, e é voltado para a resolução de conflitos envolvendo adolescentes e jovens, de forma pacífica. O projeto tem o apoio do Ministério da Justiça.
A Justiça Restaurativa é o objetivo do projeto desenvolvido através da realização de práticas restaurativas, e com a participação ativa da comunidade, na busca de uma cultura de não violência.
Capacitação - O início se deu no segundo semestre de 2009, com a capacitação de lideranças comunitárias, profissionais da assistência social, do sistema de Justiça, da Secretaria de Juventude, professores e diretores de escolas para atuarem como facilitadores de círculos restaurativos na comunidade de São José de Ribamar, promovendo a participação ativa dos cidadãos na resolução pacífica dos conflitos, envolvendo vítima, ofensor e comunidade.
No dia 12 de setembro de 2010, a inauguração do Núcleo de Justiça Juvenil Restaurativa, na Vila Sarney Filho (São José de Ribamar) marcou a conquista do espaço para a realização de práticas restaurativas, formação e articulação das lideranças comunitárias dos diferentes espaços do município para a difusão e implantação da Justiça Restaurativa.
Seminário - A capacitação de 72 facilitadores de círculos restaurativos e a co-realização de do 1º Seminário Brasileiro de Justiça Juvenil Restaurativa em São Luís, evento que reuniu 391 participantes e sensibilizou os operadores da justiça na temática, estão entre as ações do projeto.
No seminário, participaram do Curso Básico sobre Justiça Restaurativa 33 magistrados de comarcas da capital e do interior do Estado.

Marta Barros
Assessoria de Comunicação da CGJ-MA
(98) 3198-4624
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DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS À JUSTIÇA RESTAURATIVA: A “JUSTIÇA CONSENSUAL” NO BRASIL

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11 de jul. de 2013

Los fines de las penas: ¿más reinserción y menos retribución?

Justice is (NOT) blind
"El violador del Eixample queda libre tras realizarse la castración química. La policía le prestará vigilancia discreta tras haber cumplido su condena y prisiones asegura que aún no está rehabilitado por completo”
No creo que haya algo más terrible que convertirse en víctima, máxime si se trata de un delito tan grave como una violación,  pero no puedo imaginar lo que tiene que suponer saber que la persona que tanto daño te ha hecho, sale de prisión y sin estar rehabilitado, según los expertos.
Desde una perspectiva de la justicia retributiva, esto no es sino una consecuencia de convertir al estado en la principal y casi la única víctima de los delitos. Obviamente cuando este infractor cometió los crímenes, vulneró las normas creadas por el estado, y para compensarlo o repararlo, se  le condenó a ciertos años en prisión, pasado este tiempo y por encima del peligro real para otras posibles víctimas y para las que ya lo fueron, se le deja en libertad porque el sistema ya está satisfecho y reparado.
Sin embargo, ¿qué pasa con las víctimas reales, las que sufrieron directamente el delito? ¿Y las que indirectamente se vieron afectadas por las consecuencias del crimen? La reparación del daño a estas personas, más allá de la económica derivada de la responsabilidad civil, sería para muchas de sus víctimas, tener la confianza de que este señor no volverá a cometer más delitos y tener la tranquilidad de que otras personas no van a pasar por lo mismo. ¿Qué compensación o reparación aunque sea simbólica y/o moral pueden tener,  si los expertos, a priori afirman que no está del todo rehabilitado?
Tampoco entiendo precisamente la frase de que no está rehabilitado por completo, tal parece que se están “lavando las manos”, y como no pueden asegurar que no reincida, hacen este comentario, totalmente devastador para las víctimas y que crea alarma social en la población.
En mi opinión, las penas deben tener tres fines esenciales: preventivo, protector y resocializador, muy en la línea de lo que el artículo 25.2 de la Constitución Española establece cuando dice:” las penas privativas de libertad estarán orientadas hacia la reeducación y reinserción...”. El fin preventivo y protector está en consonancia con la Justicia Restaurativa, al considerar como víctima principal no al estado, sino a las personas que sufren el delito, por eso la obligación de las penas es prevenir que se cometan nuevos delitos y así  proteger a las víctimas y a las futuras potenciales. La reinserción surge por la necesidad precisamente de devolver a la comunidad; un hombre nuevo que no quiera delinquir y dañar a más personas.
Sin embargo, parece que en ciertos delitos, especialmente algunos graves como el caso de hoy, el fin único de la pena, siguiendo teorías absolutas, ha sido la retribución, devolver al infractor mal y castigo por el daño que ha hecho y ni tan siquiera se hace pensando en la víctima sino en el estado, como  principal afectado. Si se pensara en las verdaderas víctimas, se buscaría fórmulas para evitar tener que devolver a la sociedad una persona que no está del todo rehabilitada. Está claro que el sistema está satisfecho pues el delincuente ha cumplido cada una de las penas impuestas como castigo y como no podemos retener de por vida en la cárcel a un infractor, se puede decir que su deuda con el estado está saldada. Pero para cualquiera de nosotros, que vivimos en sociedad y estamos expuestos a la delincuencia,  esto nos crea incertidumbre y malestar, y decir no está  totalmente rehabilitado, asusta tanto o más, pues no llegamos a comprender su significado. ¿Qué significa?: que puede reincidir pero que no nos preocupemos que el daño será algo menor…. ¿Con estas palabras quieren dar a la sociedad cierta tranquilidad o al contrario avisar de que podemos ser las siguientes víctimas?
Todo esto me hace reclamar, una vez más, algo necesario la Justicia Restaurativa pero más allá de concebirla como un simple encuentro víctima e infractor, me estoy refiriendo a una justicia penal que también tome el enfoque restaurativo para ser más eficaz.
Así se pensará primero y ante todo en las víctimas del delito, las verdaderas protagonistas y las decisiones jurídicas serán más respetuosas con sus necesidades y sentimientos. También las penas dejarán de parecer únicamente retributivas, para cumplir la función que todos queremos y anhelamos: reinsertadora. Porque tanto las personas que han sufrido un delito, como los que solo somos potenciales víctimas, queremos que nadie sufra un nuevo delito, deseamos que el sistema nos proteja pero para eso es importante que los delincuentes puedan volver a la sociedad, sin el miedo a que reincidan.
Otro tema es si todos los infractores pueden rehabilitarse. Suele decirse que los delincuentes sexuales tienen menos probabilidades de reinsertarse y esto a mí, particularmente, me llena de preocupación. Si nos damos por vencido y dejamos a alguien, por imposible ¿qué mundo dejamos a las generaciones futuras? Entiendo que a priori, todo es posible, sin embargo, quizá falta encontrar el punto de inflexión, que pueda generar en el delincuente su voluntad de querer cambiar. Con un ejemplo, me explico mejor, hace unos años conocí a una chica inglesa, víctima de violación que tras varios años de sufrir el delito, accedió a reunirse con el violador, que estaba en la cárcel cumpliendo condena. Esto que para muchos puede resultar poco recomendable, fue todo lo contario, pues para la víctima, supuso retomar el control de su vida, y una forma de pasar página y para el violador, escuchar directamente el relato de cómo su crimen afectó a un ser humano, fue solo un momento, un segundo en el que entendió que debía cambiar y no volver a dañar a otra persona. Hasta ese instante, había algo en su interior que le hacía quitar importancia a su conducta. Para estas dos personas, este encuentro restaurativo fue el punto de inflexión para cambiar su vida.
Obviamente no es igual para todos y cada uno de los infractores y víctimas, el reto está precisamente en encontrar la fórmula adecuada para tratar a cada delincuente de una forma individualizada, que favorezca su reinserción y en el caso de los agresores sexuales se puedan rehabilitar.
No obstante, soy consciente de que la realidad es que no todos se rehabilitaran bien por problemas mentales o porque son “malos por naturaleza” (estos últimos, no son sino los que carecen de la empatía suficiente para ponerse en el lugar del otro y aunque no tienen propiamente una enfermedad mental, si tienen para mí, una “enfermedad social” pues no tienen valores restaurativos esenciales como cualquier ser vivo) entonces ¿qué hacer?
Lo primero y más importante es la prevención, retrotraernos a la infancia y saber detectar a los jóvenes con problemas de relación y así educar a estos niños en particular y todos en general, en valores restaurativos. Y para los que ya son adultos, habrá que articular medidas alternativas porque si está claro que a un delincuente no podemos tenerlo de por vida en la cárcel, debería valorarse por ejemplo, su internamiento en un centro especializado. Tampoco es efectivo el aumento de las penas, porque por muchos años que estén internados, me temo que muchos salen de la cárcel, sin un pronóstico individualizado y favorable de reinserción, y con este alargamiento de su estancia en prisión, solo se pospone el problema, no se soluciona.
Por eso creo  en un sistema penal que aborde el delito de manera integral, y de forma restaurativa, teniendo en cuenta como prioridad a las víctimas y tratando de proteger a futuras potenciales víctimas. Para ello,deberíamos poner más énfasis en que las penas tengan no una función retributiva predominante sino más rehabilitadora, reeducadora y reinsertadora. Los beneficios de estos objetivos de las penas, al fin y al cabo, repercuten en nosotros, logrando una sociedad más segura.
Criminología y Justicia. Posted: 10 Jul 2013

10 de jul. de 2013

Manifesto em apoio ao Professor Doutor Juarez Cirino dos Santos

Gostaria de informá-lo que há no site uma petição pública intitulada Abaixo-assinado MANIFESTO pela ciência e democracia na Faculdade de Direito Penal da UFPR contra o arbitrário descredenciamento (encabeçado pelo Diretor da Faculdade Ricardo Marcelo) do Professor Doutor Juarez Cirino dos Santos do Programa de Pós-Graduação da UFPR sendo que tal abaixo-assinado já conta com o apoio de grandes expoentes nacionais e internacionais como Eugenio Raúl Zaffaroni, Massimo Pavarini, Nilo Batista, Juarez Tavares, Eugênio Pacelli, Katie Arguello, Geraldo Prado, Salo de Carvalho, Amilton Bueno de Carvalho, Vera Regina Pereira de Andrade, entre tantos outros. Até o presente momento o manifesto já obteve mais de 450 adesões.

Aproveito a oportunidade para solicitar ao ilustre Professor que divulgue a existência desta petição em seu blog e, caso deseje participar da luta contra esta injustiça, assine o manifesto.

O link para a petição pública é

Cordialmente,
Luciano Cirino dos Santos.

Vamos assinar. O Mestre merece nosso carinho, admiração, respeito e também apoio !!!

“É chegada a hora de inverter o paradigma: mentes que amam e corações que pensam.” Barbara Meyer.

“Se você é neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado opressor.” Desmond Tutu.

“Perdoar não é esquecer, isso é Amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer. Isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sentimento.” Desconhecido.

“Chorar não significa se arrepender, se arrepender é mudar de Atitude.” Desconhecido.

"A educação e o ensino são as mais poderosas armas que podes usar para mudar o mundo ... se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar." (N. Mandela).

"As utopias se tornam realidades a partir do momento em que começam a luta por elas." (Maria Lúcia Karam).


“A verdadeira viagem de descobrimento consiste não em procurar novas terras, mas ver com novos olhos”
Marcel Proust


Livros & Informes

  • ACHUTTI, Daniel. Modelos Contemporâneos de Justiça Criminal. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2009.
  • AGUIAR, Carla Zamith Boin. Mediação e Justiça Restaurativa. São Paulo: Quartier Latin, 2009.
  • ALBUQUERQUE, Teresa Lancry de Gouveia de; ROBALO, Souza. Justiça Restaurativa: um caminho para a humanização do direito. Curitiba: Juruá, 2012. 304p.
  • AMSTUTZ, Lorraine Stutzman; MULLET, Judy H. Disciplina restaurativa para escolas: responsabilidade e ambientes de cuidado mútuo. Trad. Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2012.
  • AZEVEDO, Rodrigo Ghiringhelli de; CARVALHO, Salo de. A Crise do Processo Penal e as Novas Formas de Administração da Justiça Criminal. Porto Alegre: Notadez, 2006.
  • CERVINI, Raul. Os processos de descriminalização. 2. ed. rev. da tradução. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.
  • FERREIRA, Francisco Amado. Justiça Restaurativa: Natureza. Finalidades e Instrumentos. Coimbra: Coimbra, 2006.
  • GERBER, Daniel; DORNELLES, Marcelo Lemos. Juizados Especiais Criminais Lei n.º 9.099/95: comentários e críticas ao modelo consensual penal. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2006.
  • Justiça Restaurativa. Revista Sub Judice - Justiça e Sociedade, n. 37, Out./Dez. 2006, Editora Almedina.
  • KARAM. Maria Lúcia. Juizados Especiais Criminais: a concretização antecipada do poder de punir. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004.
  • KONZEN, Afonso Armando. Justiça Restaurativa e Ato Infracional: Desvelando Sentidos no Itinerário da Alteridade. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2007.
  • LEITE, André Lamas. A Mediação Penal de Adultos: um novo paradigma de justiça? analise crítica da lei n. 21/2007, de 12 de junho. Coimbra: Editora Coimbra, 2008.
  • MAZZILLI NETO, Ranieri. Os caminhos do Sistema Penal. Rio de Janeiro: Revan, 2007.
  • MOLINA, Antonio García-Pablos de; GOMES, Luiz Fávio. Criminologia. Coord. Rogério Sanches Cunha. 6. ed. rev., atual e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.
  • MULLER, Jean Marie. Não-violência na educação. Trad. de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Atenas, 2006.
  • OLIVEIRA, Ana Sofia Schmidt de. A Vítima e o Direito Penal: uma abordagem do movimento vitimológico e de seu impacto no direito penal. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1999.
  • PALLAMOLLA, Raffaella da Porciuncula. Justiça restaurativa: da teoria à prática. São Paulo: IBCCRIM, 2009. p. (Monografias, 52).
  • PRANIS, Kay. Processos Circulares. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2012.
  • RAMIDOFF, Mario Luiz. Sinase - Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo - Comentários À Lei N. 12.594, de 18 de janeiro de 2012. São Paulo: Saraiva, 2012.
  • ROLIM, Marcos. A Síndrome da Rainha Vermelha: Policiamento e segurança pública no século XXI. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. 2006.
  • ROSA, Alexandre Morais da. Introdução Crítica ao Ato Infracional - Princípios e Garantias Constitucionais. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2007.
  • SABADELL, Ana Lúcia. Manual de Sociologia Jurídica: Introdução a uma Leitura Externa do Direito. 4. ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.
  • SALIBA, Marcelo Gonçalves. Justiça Restaurativa e Paradigma Punitivo. Curitiba: Juruá, 2009.
  • SANTANA, Selma Pereira de. Justiça Restaurativa: A Reparação como Conseqüência Jurídico-Penal Autônoma do Delito. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2010.
  • SANTOS, Juarez Cirino dos. A Criminologia Radical. 2. ed. Curitiba: Lumen Juris/ICPC, 2006.
  • SCURO NETO, Pedro. Sociologia Geral e Jurídica : introdução à lógica jurídica, instituições do Direito, evolução e controle social. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
  • SHECAIRA, Sérgio Salomão; Sá, Alvino Augusto de (orgs.). Criminologia e os Problemas da Atualidade. São Paulo: Atlas, 2008.
  • SICA, Leonardo. Justiça Restaurativa e Mediação Penal - O Novo Modelo de Justiça Criminal e de Gestão do Crime. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2007.
  • SLAKMON, Catherine; MACHADO, Maíra Rocha; BOTTINI, Pierpaolo Cruz (Orgs.). Novas direções na governança da justiça e da segurança. Brasília-DF: Ministério da Justiça, 2006.
  • SLAKMON, Catherine; VITTO, Renato Campos Pinto De; PINTO, Renato Sócrates Gomes (org.). Justiça Restaurativa: Coletânea de artigos. Brasília: Ministério da Justiça e PNUD, 2005.
  • SÁ, Alvino Augusto de. Criminologia Clínica e Psicologia Criminal. prefácio Carlos Vico Manãs. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2007.
  • SÁ, Alvino Augusto de; SHECAIRA, Sérgio Salomão (Orgs.). Criminologia e os Problemas da Atualidade. São Paulo: Atlas, 2008.
  • VASCONCELOS, Carlos Eduardo de. Mediação de conflitos e práticas restaurativas. São Paulo: Método, 2008.
  • VEZZULLA, Juan Carlos. A Mediação de Conflitos com Adolescentes Autores de Ato Infracional. Florianópolis: Habitus, 2006.
  • WUNDERLICH, Alexandre; CARVALHO, Salo (org.). Novos Diálogos sobre os Juizados Especiais Criminais. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2005.
  • WUNDERLICH, Alexandre; CARVALHO, Salo de. Dialogos sobre a Justiça Dialogal: Teses e Antiteses do Processo de Informalização. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2002.
  • ZEHR, Howard. Justiça Restaurativa. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2012.
  • ZEHR, Howard. Trocando as lentes: um novo foco sobre o crime e a justiça. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2008.