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6 de abr. de 2012
MP lança o Núcleo de Justiça Restaurativa
CURSO BÁSICO DE FUNDAMENTOS E PRÁTICAS DA JUSTIÇA RESTAURATIVA NO SISTEMA PENAL DO RS É ELOGIADO E RECEBE APOIO DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA
Assessoria de Imprensa do Regional Sul 3 da CNBB
Com informações de Manoel Feio da Silva
Coordenador Estadual da PCr
manoel.ez@terra.com.br
04 de Abril de 2012
De acordo com Manoel, para a PCr e atual direção da SUSEPE/RS esse reconhecimento é sinal de que vale a pena ter a coragem de quebrar alguns paradigmas e iniciar, através da Escola Penitenciária, um processo de renovação para uma cultura de paz, aprendendo, entre outros coisas, técnicas para mediar os conflitos. "A verdade é que estamso iniciando algo, que apesar de já se consolidar em alguns países e culturas, ainda não fizemos uma experiência efetiva no Brasil. Por isso, temos muita expectativa, muita esperança no futuro, principalmente após presenciarmos o grande interesse dos apenas pela iniciativa", destaca Manoel.
CNJ reconhece e apóia iniciativa gaúcha de Justiça Restaurativa no âmbito prisional
Conheça mais sobre o Curso Básico de Fundamentos e Práticas em Justiça Restaurativa
Iniciou no último dia 22 de março, às 8h30min, no Presídio Central de Porto Alegre (RS), o primeiro Curso Básico de Fundamentos e Práticas em Justiça Restaurativa, para os apenados da Unidade de Tratamento Antidrogas (Pavilhão E-1). De acordo com o coordenador estadual da Pastoral Carcerária, Manoel Feio da Silva, o curso todo acontecerá em cinco encontros, uma vez por semana, reunindo 31 apenados e um agente da PCr.
O projeto é uma iniciativa da Pastoral Carcerária da CNBB, em parceria com o Governo do Estado do Rio Grande do Sul, Secretaria de Segurança Pública, SUSEPE, Escola Penitenciária e Direção do PCPA, dando sequência ao termo de cooperação assinado em 2011 pela PCr e SUSEPE, com o apoio do Vice-Governador Beto Grill. A equipe de formação é compartilhada entre Pastoral Carcerária e SUSEPE: Manoel Feio e Marlene Soso pela Pastoral Carcerária / Mário Pelz e Lutiana e pela SUSEPE.
Os objetivos desta primeira fase fase são: Aprender a manejar a raiva, rancor e os desejos de vingança; Reduzir o uso de violência para resolver os problemas; Desenvolver uma cultura de práticas restaurativas aonde violência não seja culturalmente ou socialmente tolerada. Manoel destaca que a iniciativa é um marco no sistema prisional do Estado do Rio Grande do Sul, visto que é a primeira vez que este trabalho está sendo realizado.
Toda semana Bauru registra violência nas escolas
2 de abr. de 2012
A figura astuta da igualdade no discurso da Justiça Restaurativa
Resumo
Texto Completo: PDF
JUÍZA E TÉCNICO DA VEMEPA PARTICIPAM DE DEBATES SOBRE A NOVA POLÍTICA DE ALTERNATIVAS PENAIS
- Mediação e Justiça Restaurativa
- Medidas Cautelares
- Violência Doméstica
- Drogas
- Fiscalização e Monitoramento das Alternativas Penais
- O papel das Instituições da Rede Social de Apoio;
- O papel do Sistema de Justiça, do Executivo e da Sociedade Civil;
- A participação e controle social;
- A integração com outras políticas públicas;
- O papel das equipes multidisciplinares em face do novo escopo dessa política.
“É chegada a hora de inverter o paradigma: mentes que amam e corações que pensam.” Barbara Meyer.
"A educação e o ensino são as mais poderosas armas que podes usar para mudar o mundo ... se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar." (N. Mandela).
"As utopias se tornam realidades a partir do momento em que começam a luta por elas." (Maria Lúcia Karam).
“A verdadeira viagem de descobrimento consiste não em procurar novas terras, mas ver com novos olhos”
Marcel Proust
Livros & Informes
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