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27 de mai. de 2011

Justiça Restaurativa será lançada hoje pela manhã

Hoje, às 9 horas, no Colégio Estadual Polivalente Goiany Prates, no Setor Sudoeste (Rua C-68), será lançado o piloto do Projeto Justiça Restaurativa na Escola. O procurador-geral de Justiça, Benedito Torres Neto, participará do lançamento.
O projeto visa, especialmente, a solução de pequenos conflitos, situações de bullying e desavenças a partir do diálogo entre os envolvidos, monitorado pelos pais, professores e por um mediador da comunidade escolar onde houve o conflito. Com isto, o que as autoridades envolvidas buscam, é antecipar à solução via Justiça, recorrendo a delegacias e ao Juizado da Infância e Juventude.
O Ministério Público é uma das instituições com atuação firme para antecipar a solução de conflitos, evitar denúncias e inquéritos policiais que também geram desgaste. Promotores e procuradores de Justiça investe, em recomendações, termos de ajuste de conduta, parcerias, projetos de interlocução com a comunidade e outras ações que podem resolver divergências antes que não sobre outro caminho. O Justiça Restaurativa é um projeto do Núcleo de Práticas Restaurativas do Juizado da Infância e Juventude de Goiânia, com apoio do Tribunal de Justiça, do MP-GO, da Delegacia de Polícia de Apurações de Atos Infracionais (Depai), e da Secretaria Estadual da Educação.  

(Marília Assunção / Assessoria de Comunicação Social do MP-GO)

JFPR inaugura centros de conciliação em Londrina e Maringá, terça (31)

A Justiça Federal da 4ª Região, atendendo à resolução 125/2010 do CNJ, inaugura, nas subseções de Londrina e Maringá, os dois primeiros centros de conciliação do estado, na próxima terça-feira (31). Os Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscon) iniciarão suas atividades com solenidades que acontecem às 11h, em Maringá, e às 16h, em Londrina.

Os Cejuscon visam trabalhar em três esferas: solução de conflitos pré-processuais, solução de conflitos processuais e atendimento e orientação à cidadania. Compete aos centros solucionar casos passíveis de acordo através de mutirões de conciliação. A medida busca a finalização pacífica dos processos, satisfazendo as partes e economizando tempo e dinheiro.

Podem atuar como conciliadores e mediadores voluntários profissionais de diversas áreas. Magistrados, membros do MP, Procuradores do Estado e integrantes de qualquer carreira jurídica. Advogados, estagiários, psicólogos, assistentes sociais e demais profissionais universitários devem ter conhecimento sobre a área ou participar de cursos preparatórios. Os voluntários atuarão sob orientação dos Magistrados coordenadores e outros juízes envolvidos.

Serviço:
Cerimônia de inauguração do Cejuscon
Dia 31 de maio, terça-feira.

Maringá Horário: 11h
Local: Sede da Justiça Federal de Maringá – Av. XV de Novembro, 734

Londrina
Horário: 16h
Local: Sede da Justiça Federal de Londrina – Av. do Café, 543


Fonte: JF-PR

23 de mai. de 2011

MP, TJ e Educação firmam parceria para implantar Justiça Restaurativa em escolas

O Ministério Público de Goiás e o Tribunal de Justiça (Juizado da Infância e Juventude de Goiânia) celebram nesta quarta-feira (25/5) convênio a Secretaria Estadual de Educação para implantação do programa Justiça Restaurativa na rede pública de ensino. A assinatura do documento está marcada para as 9 horas, no Colégio Estadual Polivalente Goiany Prates, no Setor Sudoeste, onde o piloto do programa será implementado. O procurador-geral de Justiça, Benedito Torres Neto, e a coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Educação do MP, Simone Disconsi de Sá, participarão da solenidade.
A proposta do Justiça Restaurativa é o de criar uma alternativa para a resolução de conflitos no ambiente escolar, a partir da mediação de um acordo entre vítimas e infratores. Na perspectiva do programa, as pessoas diretamente envolvidas no conflito são convidadas a compreender o contexto gerador da infração, expressando seus sentimentos e pensamentos sobre os fatos. Com base no diálogo, conduzido por conciliadores formados dentro das instituições de ensino, problemas como indisciplina e bullying poderão ser resolvidos sem que resultem em ações judiciais.

(Assessoria de Comunicação Social do MP-GO)

14 de mai. de 2011

Na pacificação de conflitos e violências envolvendo crianças e adolescentes

Turma especial destinada a facilitar a participação dos alunos residentes fora de Porto Alegre. Curso em imersão, incluindo hospedagem e visitas de intercâmbio.

Curso em imersão, incluindo hospedagem e visitas de intercâmbio, com o objetivo de formar lideranças em Justiça Restaurativa e Coordenadores de Círculos Restaurativos para que assumam a função de difundir e multiplicar a implantação das práticas de Justiça Restaurativa na pacificação de violências e resolução de conflitos. 
O público-alvo são os profissionais e estudantes das áreas da justiça, educação, assistência social, segurança, saúde; operadores da Rede de Atendimento da Infância e Juventude, lideranças comunitárias, gestores públicos e de ONGs com atuação na área social, demais interessados, residentes fora da cidade de Porto Alegre e/ou do Estado do RS, que desejam conhecer e aplicar as práticas restaurativas nos seus espaços acadêmicos, institucionais e comunitários.
O curso intensivo realizar-se-á no período de 13 a 17 de junho de 2011, terá carga horária total de 58 horas-aula, com 40 vagas e inscrições antecipadas.  A programação definida é:Dias 13 e 14 de junho de 2011 – Módulo teórico – Curso de Iniciação em Justiça Restaurativa, cujos temas a serem abordados são: Justiça Restaurativa, Cultura de Paz e Valores Humanos. Justiça de Guerra e Justiça de Paz. Justiça, Pedagogia e Valores Humanos. Conceitos básicos de Justiça Restaurativa. Justiça Restaurativa e Responsabilidade. Dia 15 de junho de 2011 – Intercâmbio com visitação às Centrais de Práticas Restaurativas – CPR´s:Às 9h na Central de Práticas Restaurativas na Comunidade da CruzeiroÀs 11h30min almoço em local a definirÀs 14h na Central de Práticas Restaurativas na Comunidade da Bom JesusÀs 16h na Central de Práticas Restaurativas do Juizado da Infância e da Juventude de Porto Alegre. 
Dias 16 e 17 de junho de 2011 – Módulo prático – Curso de Formação de Coordenadores de Práticas Restaurativas, com o conteúdo programático: Práticas Restaurativas: Tipos e Metodologias, Princípios e valores. Práticas Restaurativas do Programa Justiça 21.  Introdução a Comunicação Não-Violenta e Prática da CNV. Procedimento Restaurativo – ambientação, implementação e simulação de Círculo Restaurativo.
 
Para atender os objetivos do curso – trabalhar em imersão, reservou-se um espaço único para a hospedagem e a realização das atividades, a Casa Marisa da Juventude - CAJU, situada em bairro da Zona Sul, afastado do centro de Porto Alegre e lugar de privilegiada beleza.
 Investimento: O valor total do curso é de R$ 700,00, incluindo hospedagem, alimentação, matrícula, material didático e certificado, e pode ser pago a vista ou em duas parcelas no valor de R$ 350,00 cada, com entrada na inscrição e a segunda parcela através de cheque pré-datado para 30 dias a ser entregue no início do curso. Observação: O almoço do dia 15 de junho não está incluído no valor acima.


Inscrições e procedimentos www.escoladaajuris.org.br. 
Maiores informações pelo telefone (51) 3284.9026 ou e-mail secretaria@justica21.org.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

Cursos de Justiça Restaurativa iniciam dia 20 de maio.

O Programa Justiça para o Século 21, integrante do Núcleo de Estudos em Justiça Restaurativa da Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul – AJURIS, tem como objetivo divulgar e implantar as práticas da Justiça Restaurativa (JR) como estratégia de enfrentamento e prevenção à violência envolvendo crianças e adolescentes, partindo da Justiça da Infância e da Juventude, numa atuação integrada com as demais políticas públicas.
As iniciativas do Programa têm sua inserção principal na rede de atendimento ao adolescente em conflito com a lei a partir do Sistema de Justiça, mas estabelece parcerias de forma que amplia sua abrangência, produzindo repercussões no âmbito de outras políticas como as de Segurança, Assistência, Educação e Saúde.
Toda a trajetória do Programa tem pautado suas ações na direção de uma formação continuada com esforços de difusão, capacitação e implementação de práticas restaurativas. Tais ações são norteadoras para mecanismos preventivos à judicialização de conflitos e também à redução de violências nas práticas institucionais e sociais, e para a promoção de uma cultura de paz.
A partir deste ano a Escola da AJURIS passa a oferecer, de forma regular, os dois cursos tradicionalmente realizados pelo Programa J21: Curso de Iniciação em Justiça Restaurativa (módulo conceitual, formação de lideranças) e o Curso de Formação de Coordenadores de Práticas Restaurativas (módulo prático, formação de coordenadores).
As próximas turmas regulares iniciam neste mês de maio, com o Curso de Iniciação realizando-se nos dias 20, 21, 27 e 28 de maio e o Curso de Formação de Coordenadores nos dias 3, 4, 10 e 11 de junho.
Para atender a demanda surgida fora de Porto Alegre e do Estado, organizou-se uma turma especial intensiva destinada a facilitar a participação dos interessados residentes em outras localidades, em regime de imersão, incluindo o módulo teórico e o módulo prático, visitas de intercâmbio às Centrais de Práticas Restaurativas nas Comunidades e no Juizado da Infância e da Juventude, além da hospedagem, do material didático e da certificação. A turma intensiva realizar-se-á no período de 13 a 17 de junho.
As vagas para todos os cursos são limitadas e as inscrições devem ser realizadas antecipadamente através do site www.escoladaajuris.org.br.
Informações pelo e-mail secretaria@justica21.org.br ou telefone (51) 3284.9026.

“É chegada a hora de inverter o paradigma: mentes que amam e corações que pensam.” Barbara Meyer.

“Se você é neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado opressor.” Desmond Tutu.

“Perdoar não é esquecer, isso é Amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer. Isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sentimento.” Desconhecido.

“Chorar não significa se arrepender, se arrepender é mudar de Atitude.” Desconhecido.

"A educação e o ensino são as mais poderosas armas que podes usar para mudar o mundo ... se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar." (N. Mandela).

"As utopias se tornam realidades a partir do momento em que começam a luta por elas." (Maria Lúcia Karam).


“A verdadeira viagem de descobrimento consiste não em procurar novas terras, mas ver com novos olhos”
Marcel Proust


Livros & Informes

  • ACHUTTI, Daniel. Modelos Contemporâneos de Justiça Criminal. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2009.
  • AGUIAR, Carla Zamith Boin. Mediação e Justiça Restaurativa. São Paulo: Quartier Latin, 2009.
  • ALBUQUERQUE, Teresa Lancry de Gouveia de; ROBALO, Souza. Justiça Restaurativa: um caminho para a humanização do direito. Curitiba: Juruá, 2012. 304p.
  • AMSTUTZ, Lorraine Stutzman; MULLET, Judy H. Disciplina restaurativa para escolas: responsabilidade e ambientes de cuidado mútuo. Trad. Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2012.
  • AZEVEDO, Rodrigo Ghiringhelli de; CARVALHO, Salo de. A Crise do Processo Penal e as Novas Formas de Administração da Justiça Criminal. Porto Alegre: Notadez, 2006.
  • CERVINI, Raul. Os processos de descriminalização. 2. ed. rev. da tradução. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.
  • FERREIRA, Francisco Amado. Justiça Restaurativa: Natureza. Finalidades e Instrumentos. Coimbra: Coimbra, 2006.
  • GERBER, Daniel; DORNELLES, Marcelo Lemos. Juizados Especiais Criminais Lei n.º 9.099/95: comentários e críticas ao modelo consensual penal. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2006.
  • Justiça Restaurativa. Revista Sub Judice - Justiça e Sociedade, n. 37, Out./Dez. 2006, Editora Almedina.
  • KARAM. Maria Lúcia. Juizados Especiais Criminais: a concretização antecipada do poder de punir. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004.
  • KONZEN, Afonso Armando. Justiça Restaurativa e Ato Infracional: Desvelando Sentidos no Itinerário da Alteridade. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2007.
  • LEITE, André Lamas. A Mediação Penal de Adultos: um novo paradigma de justiça? analise crítica da lei n. 21/2007, de 12 de junho. Coimbra: Editora Coimbra, 2008.
  • MAZZILLI NETO, Ranieri. Os caminhos do Sistema Penal. Rio de Janeiro: Revan, 2007.
  • MOLINA, Antonio García-Pablos de; GOMES, Luiz Fávio. Criminologia. Coord. Rogério Sanches Cunha. 6. ed. rev., atual e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.
  • MULLER, Jean Marie. Não-violência na educação. Trad. de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Atenas, 2006.
  • OLIVEIRA, Ana Sofia Schmidt de. A Vítima e o Direito Penal: uma abordagem do movimento vitimológico e de seu impacto no direito penal. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1999.
  • PALLAMOLLA, Raffaella da Porciuncula. Justiça restaurativa: da teoria à prática. São Paulo: IBCCRIM, 2009. p. (Monografias, 52).
  • PRANIS, Kay. Processos Circulares. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2012.
  • RAMIDOFF, Mario Luiz. Sinase - Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo - Comentários À Lei N. 12.594, de 18 de janeiro de 2012. São Paulo: Saraiva, 2012.
  • ROLIM, Marcos. A Síndrome da Rainha Vermelha: Policiamento e segurança pública no século XXI. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. 2006.
  • ROSA, Alexandre Morais da. Introdução Crítica ao Ato Infracional - Princípios e Garantias Constitucionais. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2007.
  • SABADELL, Ana Lúcia. Manual de Sociologia Jurídica: Introdução a uma Leitura Externa do Direito. 4. ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.
  • SALIBA, Marcelo Gonçalves. Justiça Restaurativa e Paradigma Punitivo. Curitiba: Juruá, 2009.
  • SANTANA, Selma Pereira de. Justiça Restaurativa: A Reparação como Conseqüência Jurídico-Penal Autônoma do Delito. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2010.
  • SANTOS, Juarez Cirino dos. A Criminologia Radical. 2. ed. Curitiba: Lumen Juris/ICPC, 2006.
  • SCURO NETO, Pedro. Sociologia Geral e Jurídica : introdução à lógica jurídica, instituições do Direito, evolução e controle social. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
  • SHECAIRA, Sérgio Salomão; Sá, Alvino Augusto de (orgs.). Criminologia e os Problemas da Atualidade. São Paulo: Atlas, 2008.
  • SICA, Leonardo. Justiça Restaurativa e Mediação Penal - O Novo Modelo de Justiça Criminal e de Gestão do Crime. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2007.
  • SLAKMON, Catherine; MACHADO, Maíra Rocha; BOTTINI, Pierpaolo Cruz (Orgs.). Novas direções na governança da justiça e da segurança. Brasília-DF: Ministério da Justiça, 2006.
  • SLAKMON, Catherine; VITTO, Renato Campos Pinto De; PINTO, Renato Sócrates Gomes (org.). Justiça Restaurativa: Coletânea de artigos. Brasília: Ministério da Justiça e PNUD, 2005.
  • SÁ, Alvino Augusto de. Criminologia Clínica e Psicologia Criminal. prefácio Carlos Vico Manãs. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2007.
  • SÁ, Alvino Augusto de; SHECAIRA, Sérgio Salomão (Orgs.). Criminologia e os Problemas da Atualidade. São Paulo: Atlas, 2008.
  • VASCONCELOS, Carlos Eduardo de. Mediação de conflitos e práticas restaurativas. São Paulo: Método, 2008.
  • VEZZULLA, Juan Carlos. A Mediação de Conflitos com Adolescentes Autores de Ato Infracional. Florianópolis: Habitus, 2006.
  • WUNDERLICH, Alexandre; CARVALHO, Salo (org.). Novos Diálogos sobre os Juizados Especiais Criminais. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2005.
  • WUNDERLICH, Alexandre; CARVALHO, Salo de. Dialogos sobre a Justiça Dialogal: Teses e Antiteses do Processo de Informalização. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2002.
  • ZEHR, Howard. Justiça Restaurativa. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2012.
  • ZEHR, Howard. Trocando as lentes: um novo foco sobre o crime e a justiça. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2008.