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3 de dez. de 2015

UFPB realiza Seminário de Justiça Juvenil Restaurativa

Começa hoje (03), na UFPB, o Seminário de Justiça Juvenil Restaurativa. O evento faz parte das atividades do Projeto de Extensão “Diálogos e Articulações em Prol de uma Justiça Juvenil” desenvolvido pelo Núcleo de Pesquisa e Estudos sobre o Desenvolvimento da Infância e Adolescência (NUPEDIA) vinculado ao Departamento de Psicologia.

 A abertura do Seminário terá início às 14h com o Workshop sobre Práticas Restaurativas no auditório 2 da Central de Aulas da UFPB. O ministrante será o Prof. Dr. Marcelo Pelizzoli do Departamento de Filosofia da UFPE. 

Já às 19h, no auditório do Centro de Ciências Jurídicas da UFPB, haverá a Mesa de abertura “Justiça Juvenil e Justiça Restaurativa” cuja palestrante será a Juíza de Direito do Tribunal de Justiça do Paraná, Dra. Cláudia Catafesta.   

As atividades do Seminário de Justiça Juvenil Restaurativa seguem até amanhã (04).

Abaixo a programação completa do evento.

03/12/15
 

14h - Workshop sobre Práticas Restaurativas
Ministrante: Prof. Dr. Marcelo  Pelizzoli (Departamento de Filosofia/UFPE)
Local: Auditório 02 da Central de Aulas UFPB
 

19h - Mesa de Abertura: Justiça Juvenil e Justiça Restaurativa
Ministrante: Dra. Cláudia Catafesta (Juíza de Direito TJPR)
Local: Auditório do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) UFPB


04/12/15

8h - Mesa redonda: Justiça Restaurativa – Conceitos e campo de atuação
Local: Auditório do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) UFPB


•   Conceito de Justiça Restaurativa
Palestrante: Prof. Dr. Marcelo Pelizzoli (DF/UFPE); 
 

•   Justiça Restaurativa no âmbito do judiciário
Palestrante: Dr. Élio Braz Mendes (Juiz de   Direito TJPE); 
 

•   Justiça Restaurativa enquanto Política Pública
Palestrante: Psicólogo Paulo Moratelli (Coordenador do Núcleo de JR de Caxias do Sul);



10h – Mesa redonda: Experiências em Justiça Juvenil Restaurativa e organização popular
Local: Auditório do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) UFPB
   

•   Experiência de JR na comunidade
Palestrantes: Psicopedagoga Valquíria Todeschini e Psicóloga Vitória Cherfên (Central de Práticas Restaurativas da Comunidade - RS);

•   Experiência de JR na 2ª Vara de João Pessoa  
Palestrante: Pedagoga Roberta Carvalho (2ª Vara da Infância e da Juventude - TJPB);  

•   Experiência de Organização popular
Palestrantes: Débora Silva (Movimento Mães de Maio – SP) e Mônica Cunha (Movimento Moleque – RJ)

14h - Grupos de Discussão e Vivência sobre práticas restaurativas nos diferentes grupos 

Grupo 1: Público: Juízes, promotores e defensores públicos. 
Coordenadora: Dra. Cláudia Catafesta.
Local: Sala 05 do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) UFPB


Grupo 2: Público: Técnicos/as do sistema socioeducativo e Sistema de Justiça.
Coordenador: Paulo Moratelli.
Local: Sala 06 do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) UFPB 


Grupo 3: Público: Técnicos/as do sistema socioeducativo e Sistema de Justiça. Coordenadora: Eveline Ribeiro (MP/RN). 
Local: Sala 07 do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) UFPB


Grupo 4: Público: Jovens.
Coordenadoras: Valquíria   Todeschini e Vitória Cherfên (RS). 
Local: sala 08 do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) UFPB.


Grupo 5: Público: Familiares e comunidade.
Coordenadora Debora Maria (Movimento Mães de maio) e Monica Cunha (Movimento Moleque – RJ)
Local: Sala 09 do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) UFPB
 

16h30
Mesa de encerramento: Justiça Juvenil: avanços e desafios.
Palestrante: Dr. Hugo Zaer (Juiz de direito – Patos/PB)
Local: Auditório do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) UFPB

¿El por qué de los procesos restaurativos para delitos graves?

Posted: 01 Dec 2015 11:56 PM PST
Cuando comento de las posibilidades de la Justicia Restaurativa en delitos graves y cómo en estos casos el infractor no tiene beneficios jurídicos, al menos no a priori, muchos me preguntan  ¿y que obtiene el infractor de un delito muy grave y que esté en prisión por el hecho de participar en un proceso restaurativo?
Las personas que me preguntan esto, suele ser porque no comprenden que los procesos restaurativos (aunque utilicemos la mediación penal), no son como una mediación en otros ámbitos, no se trata de que ambas partes, víctima e infractor obtengan beneficios ni se parte de que ambas tienen que ceder para ganar un poco. En un proceso restaurativo, no nos podemos olvidar que hay una persona que ha sufrido un delito y no se tiene que conformar con menos de lo que necesite y hay un infractor que ha cometido un delito, no son dos partes en igualdad de condiciones. Pero aún así los beneficios por participar en  un proceso restaurativo tanto para la víctima como para el infractor, son morales y psicológicos y en la mayoría de las ocasiones los beneficios materiales quedan en un segundo plano
Por eso, el infractor lo que obtiene participando en la justicia restaurativa, es un mayor sentido de madurez y responsabilidad, un sentimiento de que aunque causó un daño, se le va a dar la oportunidad de hacer las cosas bien, de reparar el daño, y esto se verá por el delincuente no como una obligación impuesta por un tercero sino como una prestación socialmente constructiva. El infractor obtiene la confianza y la seguridad de que si quiere cambiar, va a ser apoyado, y que no puede cambiar el pasado pero sin transformar el futuro. La Justicia Restaurativa es una puerta abierta al futuro en el que podemos decirle que ya no tendrá sentido la etiqueta de delincuente sin posibilidad de reinserción. La participación en procesos restaurativos ya sea de mediación penal u otro, es sin duda un complemento en el tratamiento que el infractor pueda recibir dentro de la prisión que le puede ayudar a que su decisión de vivir respetando las normas, sea más firme y sobre todo a que lo haga por los motivos adecuados, no por temor al castigo o a volver a prisión sino porque se ha dado cuenta del impacto que su acción causó en otro ser humano. Esto es la esencia de la justicia restaurativa que puede transformar las vidas del infractor y de la víctima, que de un hecho traumático como es el delito, se pueda conseguir personas "nuevas". 

2 de dez. de 2015

ESCOLA DO TJDFT MINISTRA CURSO DE JUSTIÇA RESTAURATIVA PARA MAGISTRADOS

curso de Justiça Restaurativa para magistrados

Nesta segunda-feira, 30/11, a Escola de Formação Judiciária do TJDFT – Ministro Luiz Vicente Cernicchiaro realizou ação educacional consistente na realização do curso “Justiça Restaurativa: Identificação de Hipóteses de Aplicação nas Audiências de Custódia”, voltado para juízes titulares e substitutos das varas e juizados criminais do DF. A atividade teve como objetivo capacitar os participantes a utilizar o processo restaurativo, de forma paralela à tramitação do processo retributivo, de forma a buscar mais efetividade no procedimento judicial.
Os juízes de direito do TJDFT e Coordenadores do Programa Justiça Restaurativa no DF, Catarina de Macedo Nogueira Lima e Correa e Franco Vicente Piccoli, juntamente com o juiz de direito e membro do Comitê Gestor Nacional da Conciliação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) André Gomma de Azevedo, fizeram a abertura do curso ministrado pelo Supervisor em Mediação e Conciliação e Facilitador em Justiça Restaurativa no TJDFT, Júlio Cesar Rodrigues de Melo.
Além de introduzir os magistrados quanto a conceitos e visão geral da Justiça Restaurativa, o curso também buscou orientá-los quanto à identificação dos casos a serem encaminhados para o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e de Cidadania do Programa Justiça Restaurativa – CEJUST, utilizando os procedimentos da metodologia vítima-ofensor.
Em funcionamento há pelo menos dez anos no país, a Justiça Restaurativa pode ser utilizada em qualquer etapa do processo criminal, ou ainda de forma preventiva, antes que o conflito seja ajuizado. O método está baseado em uma perspectiva de solução de conflitos que prima pela criatividade e sensibilidade na escuta das vítimas e dos ofensores, mediante a aproximação entre vítima, agressor, suas famílias e a sociedade na reparação dos danos causados por um crime ou infração.
Um grupo de trabalho instituído por meio da Portaria nº 74 de 12 de agosto de 2015, do CNJ, está desenvolvendo estratégias para o desenvolvimento da Justiça Restaurativa em todo o país. O grupo, que conta com representantes do CNJ e magistrados de diversas regiões brasileiras que se destacam pela difusão da prática, será responsável por elaborar uma minuta de resolução para implantação e estruturação de um sistema restaurativo de resolução de conflitos nos tribunais estaduais e federais.
(Com informação do CNJ)

Yo soy porque nosotros somos

Posted: 01 Dec 2015 12:28 AM PST
El ser humano no se puede entender sino es en relación con los demás, vivimos en comunidad, nos rodeamos de amigos y familiares, formamos una familia. Se puede decir que estamos conectados los unos con los otros, de una manera bien directa o indirecta. Por eso, cuando un delito se comete, se daña no sólo a la víctima directa sino también a la colectividad, a la sociedad en general. De ahí que para abordar el delito de una manera más sanadora, la Justicia Restaurativa se presenta como una gran apuesta y no como algo nuevo sino como algo intrínseco a nuestra propia esencia humana. Esto lo podrían definir a la perfección en Sudáfrica, y a través de "Ubuntu", esta palabra simple, tiene muchas perspectivas y hay muchas formas de explicar su significado, aunque básicamente se basa en que todos estamos destinados a relacionarnos, a vivir en comunidad, y por eso es necesario que tengamos empatía y lealtad así como humanidad. Una frase que explica este Ubuntu es "yo soy porque nosotros somos".
El delito genera una serie de daños a las víctimas pero también rompe la cohesión social, nos sentimos menos seguros, desconfiamos de los demás y estigmatizamos no sólo al infractor sino frecuentemente a sus allegados, esto por supuesto, acaba con la armonía social. Las justicia penal tradicional puede abordar cómo castigar al infractor, pero no hace frente a las consecuencias que genera el crimen en la comunidad y en las víctimas. Por eso la Justicia Restaurativa ayuda a las víctimas y así también ayuda a la sociedad en la que esta integrada. ¿Cómo? Ayuda a las que sufren el delito, a recorrer el camino hacia el entendimiento y superación, cuando una persona sufre un delito su vida se vuelve un caos, entra en un momento de desorden existencial, social y personal, también pierde el poder de controlar su vida y de decidir lo que quiere en cada momento, por eso frecuentemente se desconectan de su familia, allegados y de la comunidad en general, todos perdemos porque un miembro productivo se aleja de nosotros, se aisla. La Justicia Restaurativa ayuda a las víctimas a retomar un poco de orden en su día a día, favorece que recuperen el control y poder sobre su vida, y las ayuda a integrarse de nuevo en la comunidad, a volver a conectar con los demás.
Por eso y siguiendo a Howard Zehr creo que tres valores importantísimos de la Justicia Restaurativa son: responsabilidad ( como miembro de la colectividad, si hago algo mal debo asumir este daño y hacer lo posible para repararlo porque haciendo esto estoy recomponiendo los lazos rotos de la comunidad de la que yo también soy parte), respeto (la forma de relacionarnos los unos con los otros debe ser de respeto y empatía) y relación (inevitablemente estamos destinados a relacionarnos, a conectar y convivir). 
Ubuntu, y en cierta medida la Justicia Restaurativa me recuerda a los Tres Mosqueteros y su máxima: "uno para todos y todos para uno".
Esto para muchos puede resultar meramente filosófico pero es una realidad

1 de dez. de 2015

¿Qué implica hacer justicia?

Posted: 29 Nov 2015 11:27 PM PST
El propósito de la reflexión de hoy, es hablar de toda clase de víctimas, de todos los seres humanos que han sufrido un daño que según el estado es un delito y por eso, está sancionado por la ley.Cuando  oigo que las “víctimas quieren que se haga justicia”, no puedo dejar de preguntarme varias cosas: ¿por qué parece que castigo, se equipara a hacer justicia?, ambos términos se utilizan de forma intercambiable, muy a menudo, de ahí que cuando se “clama por más justicia”, muchas personas, yo diría la mayoría lo que hace es reclamar más castigo y penas más duras. Es más parece que “justicia” se utiliza eufemísticamente, para referirnos a castigo. Si esto es así: ¿Qué pasa con aquellas personas que han sufrido un delito, pero el delincuente no ha sido capturado o no está identificado?¿Debemos pensar que puesto que no se puede castigar a nadie, no se puede hacer justicia? Esto no debería ser así, ya que no solo sería injusto valga la redundancia, sino que estaríamos abandonando a su suerte a personas que necesitan nuestra ayuda. 
Si nos centramos exclusivamente en que la justicia está para castigar al infractor, como ocurre generalmente con el sistema tradicional de justicia penal, estamos cubriendo solamente las expectativas de algunas víctimas y de alguna clase de delitos. Pero para otras víctimas, bien porque el delincuente no ha sido capturado, bien porque es desconocido o simplemente porque para superar el delito tienen otras necesidades, hacer justicia significa algo más. Con esto no estoy queriendo decir que hay víctimas “malas” (porque su deseo es la venganzas del estado a través del castigo) y victimas “buenas” (porque necesitan otro tipo de justicia como poder contar su historia), simplemente cada persona es diferente y cada uno de nosotros, afrontamos los problemas de forma distinta. Lo que sí es nuestra obligación es intentar que todas las víctimas sientan que se ha hecho justicia de la manera que reclaman y esperan, es decir deberíamos poder ofrecerlas una respuesta al delito de forma personalizada.

Aquí es donde la Justicia Restaurativa juega un papel importante, porque lejos de lo que algunos creen al relacionarla exclusivamente con encuentros entre victima e infractor, esta justicia es mucho más. Va más allá, y es un instrumento muy significativo para ayudar a las personas que sufren un delito a superar este trauma y a despojarse del rol de víctima. Porque para que una víctima pueda iniciar su camino hacia la recuperación, necesita dejar de sentirse víctima, y esto se consigue de una manera más adecuada, si la damos la posibilidad de hablar y expresarse y además propiciamos que obtenga una reparación o compensación por el daño que ha sufrido. Para todo esto, es imprescindible atender las necesidades de todas las víctimas, con independencia de que si el infractor es capturado, sea sometido a un juicio.
Desde que las victimas sufren un daño, sea moral o material, se generan en ellas sentimientos de miedo, ira, ansiedad y aislamiento y para mitigar estos sentimientos las víctimas deben transformarlos en otros más constructivos, como seguridad, justicia, control y respeto. De ahí, que la justicia restaurativa atienda mejor estas necesidades y lejos de reclamar exclusivamente el castigo, lo que proclama de forma prioritaria, es que las víctimas sean respetadas y consideradas durante todo el proceso y por eso haya que darlas “voz”.
Nuestra obsesión por buscar penas más duras como si fuera la única solución posible, nos hace olvidarnos de otras víctimas, y un olvido así supone algo muy grave. Por ejemplo, la ley de protección integral contra la violencia de género se hizo en teoría para frenar esta clase de delitos, sin embargo tras años de su vigencia, penas más duras, casi discriminatorias para el sexo masculino, no ha disminuido las muertes, lo que sí ha ocurrido es que por centrarnos , casi obsesivamente en este endurecimiento de las penas, en la llamada tolerancia cero, nos hemos olvidado de las víctimas más vulnerables: los niños, los menores que viven en ese entorno hostil y de maltrato.
Digo yo ¿no será la obsesión por el castigo lo que nos hace olvidar la esencia de lo que es justicia: atender a las víctimas?
Creo verdaderamente que sí, que nos está ocurriendo y realmente no puedo entender este afán de asociar justicia con castigo. Ante la imposibilidad de encontrar una respuesta clara, he llegado a la conclusión que esta equiparación de términos se hace por el ciudadano ante un sentimiento de desesperación, impotencia, consternación e insatisfacción generalizada pues cuando acuden al juzgado, lo único que se les ofrece es el sistema actual centrado en el castigo, en la figura del infractor. Quizá si pusiéramos ante sus ojos un abanico de posibilidades, personalizado y adecuado a cada una de ellas, muchas dejarían de clamar por más castigo y se centrarían en lo que más las puede interesar, más reparación y respeto hacia su persona.
Otra pregunta sin respuesta para mí, es ¿por qué los estados insisten en gastar millones en más cárceles y más represión? ¿No sería más viable y menos costoso, invertir en servicios de Justicia Restaurativa y en propiciar más atención a las víctimas y más reinserción en delincuentes? Por supuesto que esto sería más barato y más eficaz y generaría un sentimiento de más satisfacción en la comunidad. El problema puede ser que el estado igual tampoco está preparado para esta justicia ya que a la hora de ofrecer estos servicios de Justicia Restaurativa, no se puede hacer distinciones entre unas víctimas y otras, como si unas fueran más dignas de respeto que otras, ya que con independencia del delito que ha sufrido (ya sea terrorismo, robo, violación o cualquier otra de menor importancia) todas merecen que sus necesidades sean atendidas.

Sería interesante que el sistema penal evolucionara y se adecuara a los nuevos tiempos, igual que se lleva siglos haciendo en otros ámbitos y aspectos de nuestra vida cotidiana. Este estancamiento no es bueno porque no genera sino más víctimas, y lo que la sociedad, necesita es ciudadanos satisfechos y recuperados y sobre todo más infractores rehabilitados, lo que hace comunidades más seguras

“É chegada a hora de inverter o paradigma: mentes que amam e corações que pensam.” Barbara Meyer.

“Se você é neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado opressor.” Desmond Tutu.

“Perdoar não é esquecer, isso é Amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer. Isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sentimento.” Desconhecido.

“Chorar não significa se arrepender, se arrepender é mudar de Atitude.” Desconhecido.

"A educação e o ensino são as mais poderosas armas que podes usar para mudar o mundo ... se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar." (N. Mandela).

"As utopias se tornam realidades a partir do momento em que começam a luta por elas." (Maria Lúcia Karam).


“A verdadeira viagem de descobrimento consiste não em procurar novas terras, mas ver com novos olhos”
Marcel Proust


Livros & Informes

  • ACHUTTI, Daniel. Modelos Contemporâneos de Justiça Criminal. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2009.
  • AGUIAR, Carla Zamith Boin. Mediação e Justiça Restaurativa. São Paulo: Quartier Latin, 2009.
  • ALBUQUERQUE, Teresa Lancry de Gouveia de; ROBALO, Souza. Justiça Restaurativa: um caminho para a humanização do direito. Curitiba: Juruá, 2012. 304p.
  • AMSTUTZ, Lorraine Stutzman; MULLET, Judy H. Disciplina restaurativa para escolas: responsabilidade e ambientes de cuidado mútuo. Trad. Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2012.
  • AZEVEDO, Rodrigo Ghiringhelli de; CARVALHO, Salo de. A Crise do Processo Penal e as Novas Formas de Administração da Justiça Criminal. Porto Alegre: Notadez, 2006.
  • CERVINI, Raul. Os processos de descriminalização. 2. ed. rev. da tradução. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.
  • FERREIRA, Francisco Amado. Justiça Restaurativa: Natureza. Finalidades e Instrumentos. Coimbra: Coimbra, 2006.
  • GERBER, Daniel; DORNELLES, Marcelo Lemos. Juizados Especiais Criminais Lei n.º 9.099/95: comentários e críticas ao modelo consensual penal. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2006.
  • Justiça Restaurativa. Revista Sub Judice - Justiça e Sociedade, n. 37, Out./Dez. 2006, Editora Almedina.
  • KARAM. Maria Lúcia. Juizados Especiais Criminais: a concretização antecipada do poder de punir. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004.
  • KONZEN, Afonso Armando. Justiça Restaurativa e Ato Infracional: Desvelando Sentidos no Itinerário da Alteridade. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2007.
  • LEITE, André Lamas. A Mediação Penal de Adultos: um novo paradigma de justiça? analise crítica da lei n. 21/2007, de 12 de junho. Coimbra: Editora Coimbra, 2008.
  • MAZZILLI NETO, Ranieri. Os caminhos do Sistema Penal. Rio de Janeiro: Revan, 2007.
  • MOLINA, Antonio García-Pablos de; GOMES, Luiz Fávio. Criminologia. Coord. Rogério Sanches Cunha. 6. ed. rev., atual e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.
  • MULLER, Jean Marie. Não-violência na educação. Trad. de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Atenas, 2006.
  • OLIVEIRA, Ana Sofia Schmidt de. A Vítima e o Direito Penal: uma abordagem do movimento vitimológico e de seu impacto no direito penal. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1999.
  • PALLAMOLLA, Raffaella da Porciuncula. Justiça restaurativa: da teoria à prática. São Paulo: IBCCRIM, 2009. p. (Monografias, 52).
  • PRANIS, Kay. Processos Circulares. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2012.
  • RAMIDOFF, Mario Luiz. Sinase - Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo - Comentários À Lei N. 12.594, de 18 de janeiro de 2012. São Paulo: Saraiva, 2012.
  • ROLIM, Marcos. A Síndrome da Rainha Vermelha: Policiamento e segurança pública no século XXI. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. 2006.
  • ROSA, Alexandre Morais da. Introdução Crítica ao Ato Infracional - Princípios e Garantias Constitucionais. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2007.
  • SABADELL, Ana Lúcia. Manual de Sociologia Jurídica: Introdução a uma Leitura Externa do Direito. 4. ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.
  • SALIBA, Marcelo Gonçalves. Justiça Restaurativa e Paradigma Punitivo. Curitiba: Juruá, 2009.
  • SANTANA, Selma Pereira de. Justiça Restaurativa: A Reparação como Conseqüência Jurídico-Penal Autônoma do Delito. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2010.
  • SANTOS, Juarez Cirino dos. A Criminologia Radical. 2. ed. Curitiba: Lumen Juris/ICPC, 2006.
  • SCURO NETO, Pedro. Sociologia Geral e Jurídica : introdução à lógica jurídica, instituições do Direito, evolução e controle social. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
  • SHECAIRA, Sérgio Salomão; Sá, Alvino Augusto de (orgs.). Criminologia e os Problemas da Atualidade. São Paulo: Atlas, 2008.
  • SICA, Leonardo. Justiça Restaurativa e Mediação Penal - O Novo Modelo de Justiça Criminal e de Gestão do Crime. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2007.
  • SLAKMON, Catherine; MACHADO, Maíra Rocha; BOTTINI, Pierpaolo Cruz (Orgs.). Novas direções na governança da justiça e da segurança. Brasília-DF: Ministério da Justiça, 2006.
  • SLAKMON, Catherine; VITTO, Renato Campos Pinto De; PINTO, Renato Sócrates Gomes (org.). Justiça Restaurativa: Coletânea de artigos. Brasília: Ministério da Justiça e PNUD, 2005.
  • SÁ, Alvino Augusto de. Criminologia Clínica e Psicologia Criminal. prefácio Carlos Vico Manãs. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2007.
  • SÁ, Alvino Augusto de; SHECAIRA, Sérgio Salomão (Orgs.). Criminologia e os Problemas da Atualidade. São Paulo: Atlas, 2008.
  • VASCONCELOS, Carlos Eduardo de. Mediação de conflitos e práticas restaurativas. São Paulo: Método, 2008.
  • VEZZULLA, Juan Carlos. A Mediação de Conflitos com Adolescentes Autores de Ato Infracional. Florianópolis: Habitus, 2006.
  • WUNDERLICH, Alexandre; CARVALHO, Salo (org.). Novos Diálogos sobre os Juizados Especiais Criminais. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2005.
  • WUNDERLICH, Alexandre; CARVALHO, Salo de. Dialogos sobre a Justiça Dialogal: Teses e Antiteses do Processo de Informalização. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2002.
  • ZEHR, Howard. Justiça Restaurativa. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2012.
  • ZEHR, Howard. Trocando as lentes: um novo foco sobre o crime e a justiça. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2008.