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16 de mar. de 2012

Educação e Ministério Público firmam termo para ampliar proteção à comunidade escolar

Parceria servirá para difunfir conceitos do ECA, Direitos Humanos e Justiça Restaurativa


A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e o Ministério Público firmaram, nesta quinta-feira, um inédito termo de cooperação para disseminar práticas preventivas a fim de aprimorar a proteção à comunidade escolar. A parceria será desenvolvida durante os próximos 18 meses e tem como objetivo difundir entre os educadores da rede estadual conhecimentos específicos sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Direitos Humanos e Justiça Restaurativa. Estão previstas capacitações e a distribuição de um guia a respeito desses temas.
A iniciativa aproxima promotores de Justiça das escolas estaduais e reforça o Sistema de Proteção Escolar, criado em 2009 pela Secretaria da Educação. O programa visa à prevenção de conflitos no ambiente escolar, à integração entre a escola e a rede social de garantia dos direitos da criança e do adolescente e à proteção da comunidade escolar e do patrimônio público. O sistema conta também com o trabalho de professores-mediadores, função criada para proteger as unidades da rede estadual de fatores de risco e vulnerabilidade.

Garulhos Web.

MP firma termo de cooperação com Secretaria da Educação para ampliar proteção à comunidade escolar


O Ministério Público com a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, nesta quinta-feira (15), um inédito termo de cooperação para disseminar práticas preventivas a fim de aprimorar a proteção à comunidade escolar. A parceria será desenvolvida durante os próximos 18 meses e tem como objetivo difundir entre os educadores da rede estadual conhecimentos específicos sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Direitos Humanos e Justiça Restaurativa. Estão previstas capacitações e a distribuição de um guia a respeito desses temas.


A iniciativa é resultado de iniciativa conjunta da Procuradoria-Geral de Justiça, por meio da área de Educação do Centro de Apoio Operacional Cível e de Tutela Coletiva (CAO-Cível) e da Secretaria Estadual da Educação. Vai aproximar promotores de Justiça das escolas estaduais e reforçará o Sistema de Proteção Escolar, criado em 2009 pela Secretaria. O programa visa à prevenção de conflitos no ambiente escolar, à integração entre a escola e a rede social de garantia dos direitos da criança e do adolescente e à proteção da comunidade escolar e do patrimônio  público. O sistema conta também com o trabalho de professores-mediadores, função criada para proteger as unidades da rede estadual de fatores de risco e vulnerabilidade.

Na cerimônia de assinatura do termo, realizada na sede da Secretaria da Educação, o procurador-geral de Justiça, Fernando Grella Vieira destacou que a segurança escolar é um assunto que merece muita atenção do Ministério Público, tanto que é o tema prioritário do Plano Geral de Atuação de 2012, assim como foi no ano passado.


“Essa troca de experiências e a soma de esforços entre Ministério Público e Secretaria da Educação serão fundamentais para a construção das melhores soluções para o grave problema da violência escolar”, afirmou 
Fernando Grella. “Estamos iniciando um trabalho que nasceu da atuação de promotores de Justiça vocacionados e terá caráter institucional”, acrescentou, lembrando a importância de se enfrentar a gênese da 
violência escolar, com ênfase na atuação preventiva atuação preventiva.


O secretário da Educação, Herman Voorwald, também destacou a importância do termo de cooperação. “Essa parceria com o Ministério Público é de suma importância, pois possibilitará que tenhamos mais instrumentos para melhorar o convívio nas escolas estaduais, o que, sem dúvida, refletirá na qualidade de ensino que oferecemos aos nossos alunos”, afirmou. Ele também observou que o projeto facilitará o encaminhamento de ocorrências relacionadas à proteção integral das crianças e dos adolescentes da rede estadual.


Por meio do termo de cooperação, 1.000 professores-mediadores e gestores do Sistema de Proteção Escolar passarão por uma capacitação em conceitos introdutórios de Justiça Restaurativa, um modelo metodológico de resolução pacífica de conflitos, conduzida a partir de uma proposta colaborativa de avaliação da ofensa, responsabilização das partes e reparação do dano. Haverá ainda curso a distância sobre conceitos introdutórios ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e aos Direitos Humanos para 3.000 diretores, vice-diretores, professoresmediadores e representantes regionais do Sistema de Proteção Escolar.


Esse módulo terá outras edições para atender aos demais docentes da rede. Também será realizada conferência sobre temas como Justiça Restaurativa, Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), proteção 
escolar, e rede de garantia de direitos, entre outros, voltada para educadores, pesquisadores, jornalistas e representantes da sociedade civil organizada. Além disso, serão promovidas três videoconferências, destinadas a até 3.000 educadores da rede estadual que não tenham participado das capacitações.


Outra ação de destaque é a realização de 15 encontros regionais entre promotores de Justiça e educadores das diretorias de ensino, para fortalecimento institucional e parcerias locais entre as entidades. Nesse sentido, também ocorrerão visitas a até 200 escolas estaduais, a serem feitas pelos representantes do Ministério Público e das diretorias de ensino.


Também serão distribuídos 15.000 exemplares de um guia para educadores sobre os temas desenvolvidos ao longo do projeto. Os profissionais que participarem das atividades auxiliarão na criação do material.


Participaram da cerimônia de assinatura  do Termo de Cooperação o coordenador do CAO-Cível, procurador de Justiça Jorge Ussier; os coordenadores da área de Educação do CAO-Civel, promotores de Justiça Luiz Antonio Miguel Ferreira e Antonio Carlos Ozório Nunes;  os promotores de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Educação, Michaela Carli Gomes  e João Paulo Faustinoni e Silva; o subprocuradorgeral de Justiça de Relações Externas, Francisco Stella Junior; o diretor da Escola Superior do MP, Mario Sarrubbo; o secretário-adjunto da Educação do Estado, João Palma; o coronel PM Omar Lima Leal, diretor da Diretoria de Polícia Comunitária e Direitos Humanos, coordenadores regionais de ensino, professores e outras autoridades.

MP SP.








15 de mar. de 2012

Bom Jardim ganha Núcleo de Justiça


O programa visa trabalhar prevenção e repressão, em conjunto, desenvolvendo, assim, a cidadania plena


O bairro Bom Jardim, em Fortaleza, ganha, hoje, o Núcleo de Justiça Comunitária. A unidade, situada na Rua Geraldo Barbosa, permitirá novas práticas para prevenção da violência e resolução de conflitos envolvendo adolescentes daquela área da Capital cearense.



O espaço de práticas restaurativas tem como finalidade, a partir da voluntariedade e interesse das partes, mediar situações conflituosas, envolvendo adolescentes. A proposta é contribuir para prevenção da violência e desjudicialização de situações mediáveis, em acordo com o Ministério Público, promovendo uma cultura de paz.



As práticas restaurativas juvenis estão fundamentadas na Convenção dos Direitos da Criança, no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e na Lei do Sistema Nacional de Atendimento socioeducativa (Sinase). Este último possui um conjunto de diretrizes a políticas do poder público relacionadas à criança e também ao adolescente.



Parceria



O projeto faz parte de uma parceria entre a ONG Terre des Hommes Lausanne no Brasil e o Ministério Público do Ceará - Coordenação dos Núcleos de Mediação Comunitária- e tem como objetivo contribuir com a resolução positiva de conflitos entre adolescentes, promovendo a responsabilidade dos jovens perante a sociedade. Os processos circulares se caracterizam por grupos de conversa honesta e respeitosa que levam em consideração as necessidades das vítimas, a escuta empática e a oportunidade de reintegração do adolescente autor do ato de violência. O encontro se dá de maneira segura, com respeito e diálogo, tudo isso, primando a responsabilização, restauração dos vínculos, reparação dos danos e reintegração ao convívio familiar e comunitário. O bairro Bom Jardim integra o Território da Paz, que foi implantado no ano de 2009.



Este é um projeto do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), que é a política atual de segurança da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) - Ministério da Justiça.



O programa visa trabalhar conjuntamente a prevenção e a repressão, compreendendo que só o desenvolvimento da cidadania plena com a repressão qualificada pode mudar a realidade dos locais que, normalmente, registram altos índices de vulnerabilidades sociais e violências. 


O Diário do Nordeste. 15.03.2012

14 MAR/12 0 GRUPO DE PESQUISA MEDIAÇÃO DE CONFLITOS E JUSTIÇA RESTAURATIVA


O Grupo de Pesquisa "Mediação de Conflitos e Justiça Restaurativa" fará seu primeiro encontro do ano no próximo dia 20 com o propósito de organizar uma pesquisa cujo foco é estudar os conflitos envolvendo cônjuges,familiares, vizinhos e colegas de escola e empresas situados em 12 municípios da região. O referido grupo de pesquisa é a novidade para 2012 na URI à medida que o Mestrado em Direito da instituição implementa o Núcleo de Mediação Luis Alberto WARAT, em parceria com o Curso de Graduação em Direito da URI, contando com o apoio do Núcleo de Prática Jurídica instalado no FORUM. A ideia é buscar o envolvimento do Judiciário, da Defensoria Pública e do Ministério Público Estadual a fim de formar mediadores nas comunidades. O trabalho está sendo coordenado pelo Prof. Dr. Mauro Gaglietti. Assim, o primeiro passo será dado na próxima semana e contará com a presença de uma profissional com vasta experiência em mediação judicial junto a comarca de Santa Cruz do Sul e que irá a Santo Ângelo compartilhar seus conhecimentos na àrea da mediação e da justiça restaurativa. Trata-se da Dra. Fabiana Marion Spengler do Programa de Pós-Graduação em Direito da Unisc e Consultora junto ao PNUD na Secretaria da Reforma do Judiciário, tendo já recebido menção honrosa no Prêmio Capes de Tese 2008 e medalha de ouro no Prêmio Sinepe de Educação na área de responsabilidade social pelo projeto de mediação desenvolvido junto ao Poder Judiciário na cidade de Santa Cruz do Sul. Desse modo, toda a comunidade que estiver interessada na temática poderá comparecer ao evento:
O quê? URI lança pesquisa
Quando? Dia 20 de março (terça)
Local: Sala 18.201 no Prédio 18 (Direito), Campus da URI em Santo Ângelo, RS
Horário:
17h - Encontro do Grupo de Pesquisa "Mediação de Conflitos e Justiça Restaurativa".
19h - Apresentação e lançamentodo, seguido de sessão de autógrafos dos organizadores e autores dos capítulos do livro da Editora Unijui intitulado "Justiça Restaurativa e Mediação: políticas públicas no tratamento dos conflitos sociais" com a presença da Profa. Dra. Fabiana Marion Spengler, organizadora da obra, da Professora Ms. Charlise Paula Colet (coautora de um dos capítulos do livro que foi escrito em parceria com a Profa. Dra. Marli Marlene M. da Costa) e do Prof. Dr. Gilmar Antonio Bedin, Coordenador/Editor da Editora Unijui e Professor do Mestrado em Direito da URI.

14 de mar. de 2012

TJ/MS: EJUD promove nova turma do Curso de Mediação


Com o objetivo de atender ao Provimento 230 do Conselho Superior da Magistratura, teve início na segunda-feira (12) o curso “Mediação Judicial” para 25 voluntários, servidores do Poder Judiciário de MS, das Universidades Anhanguera, Estácio de Sá e Católica Dom Bosco, no auditório do Grand Park Hotel, em Campo Grande.

A abertura do evento, proferida pelo desembargador Romero Osme Dias Lopes, esclareceu sobre a Resolução nº 125 do CNJ que motivou a criação, no âmbito do Poder Judiciário de MS, do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos, por meio do Provimento nº 230, de 30 de março de 2011, que está sob sua coordenação.

O desembargador Romero explanou sobre a importância da realização do curso e dos rumos do Poder Judiciário, que coloca a mediação de conflitos como alternativa de solução de conflitos e atende rigorosamente às exigências feitas pelo Conselho Nacional de Justiça.

O magistrado ainda enfatizou sua tentativa de implantação da Justiça Restaurativa, um novo padrão de encarar o Direito Penal que vê o crime não meramente como violação da lei, mas como causador de danos às vítimas, à comunidade. Centra-se na ativa participação das vítimas, agressores e comunidades, muitas vezes concretizada por meio de encontros entre estes, em um esforço para identificar a injustiça praticada, o dano resultante, os passos necessários para a sua reparação e as ações futuras que possam reduzir a possibilidade de ocorrência de novos crimes. Para encerrar disse que a fase pré-processual com a realização da mediação entre as partes está se tornando uma grande aliada da justiça na solução dos conflitos.

Os ministrantes do curso são servidores do Tribunal de Justiça de Pernambuco que foram capacitados pelo CNJ para atuarem como instrutores do curso de mediação: Djanira Maria Carneiro da Cunha, Cíntia Pereira de Souza e Fernanda Carvalho de Alencar, a fim de preparar os participantes para atuarem no Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos, bem como para exercerem o papel de multiplicadores do conhecimento teórico e prático. 

Dentre o conteúdo do curso, destacam-se: Introdução e visão geral; Panorama do Processo de Mediação; Teoria dos Jogos e Moderna Teoria do Conflito; Fundamentos de Negociação para Mediadores; Introdução ao Processo de Mediação; e Ética e Mediação.

O encerramento será na sexta-feira (16), com carga horária de 40h/a.
TJ MS

“É chegada a hora de inverter o paradigma: mentes que amam e corações que pensam.” Barbara Meyer.

“Se você é neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado opressor.” Desmond Tutu.

“Perdoar não é esquecer, isso é Amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer. Isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sentimento.” Desconhecido.

“Chorar não significa se arrepender, se arrepender é mudar de Atitude.” Desconhecido.

"A educação e o ensino são as mais poderosas armas que podes usar para mudar o mundo ... se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar." (N. Mandela).

"As utopias se tornam realidades a partir do momento em que começam a luta por elas." (Maria Lúcia Karam).


“A verdadeira viagem de descobrimento consiste não em procurar novas terras, mas ver com novos olhos”
Marcel Proust


Livros & Informes

  • ACHUTTI, Daniel. Modelos Contemporâneos de Justiça Criminal. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2009.
  • AGUIAR, Carla Zamith Boin. Mediação e Justiça Restaurativa. São Paulo: Quartier Latin, 2009.
  • ALBUQUERQUE, Teresa Lancry de Gouveia de; ROBALO, Souza. Justiça Restaurativa: um caminho para a humanização do direito. Curitiba: Juruá, 2012. 304p.
  • AMSTUTZ, Lorraine Stutzman; MULLET, Judy H. Disciplina restaurativa para escolas: responsabilidade e ambientes de cuidado mútuo. Trad. Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2012.
  • AZEVEDO, Rodrigo Ghiringhelli de; CARVALHO, Salo de. A Crise do Processo Penal e as Novas Formas de Administração da Justiça Criminal. Porto Alegre: Notadez, 2006.
  • CERVINI, Raul. Os processos de descriminalização. 2. ed. rev. da tradução. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.
  • FERREIRA, Francisco Amado. Justiça Restaurativa: Natureza. Finalidades e Instrumentos. Coimbra: Coimbra, 2006.
  • GERBER, Daniel; DORNELLES, Marcelo Lemos. Juizados Especiais Criminais Lei n.º 9.099/95: comentários e críticas ao modelo consensual penal. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2006.
  • Justiça Restaurativa. Revista Sub Judice - Justiça e Sociedade, n. 37, Out./Dez. 2006, Editora Almedina.
  • KARAM. Maria Lúcia. Juizados Especiais Criminais: a concretização antecipada do poder de punir. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004.
  • KONZEN, Afonso Armando. Justiça Restaurativa e Ato Infracional: Desvelando Sentidos no Itinerário da Alteridade. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2007.
  • LEITE, André Lamas. A Mediação Penal de Adultos: um novo paradigma de justiça? analise crítica da lei n. 21/2007, de 12 de junho. Coimbra: Editora Coimbra, 2008.
  • MAZZILLI NETO, Ranieri. Os caminhos do Sistema Penal. Rio de Janeiro: Revan, 2007.
  • MOLINA, Antonio García-Pablos de; GOMES, Luiz Fávio. Criminologia. Coord. Rogério Sanches Cunha. 6. ed. rev., atual e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.
  • MULLER, Jean Marie. Não-violência na educação. Trad. de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Atenas, 2006.
  • OLIVEIRA, Ana Sofia Schmidt de. A Vítima e o Direito Penal: uma abordagem do movimento vitimológico e de seu impacto no direito penal. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1999.
  • PALLAMOLLA, Raffaella da Porciuncula. Justiça restaurativa: da teoria à prática. São Paulo: IBCCRIM, 2009. p. (Monografias, 52).
  • PRANIS, Kay. Processos Circulares. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2012.
  • RAMIDOFF, Mario Luiz. Sinase - Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo - Comentários À Lei N. 12.594, de 18 de janeiro de 2012. São Paulo: Saraiva, 2012.
  • ROLIM, Marcos. A Síndrome da Rainha Vermelha: Policiamento e segurança pública no século XXI. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. 2006.
  • ROSA, Alexandre Morais da. Introdução Crítica ao Ato Infracional - Princípios e Garantias Constitucionais. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2007.
  • SABADELL, Ana Lúcia. Manual de Sociologia Jurídica: Introdução a uma Leitura Externa do Direito. 4. ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.
  • SALIBA, Marcelo Gonçalves. Justiça Restaurativa e Paradigma Punitivo. Curitiba: Juruá, 2009.
  • SANTANA, Selma Pereira de. Justiça Restaurativa: A Reparação como Conseqüência Jurídico-Penal Autônoma do Delito. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2010.
  • SANTOS, Juarez Cirino dos. A Criminologia Radical. 2. ed. Curitiba: Lumen Juris/ICPC, 2006.
  • SCURO NETO, Pedro. Sociologia Geral e Jurídica : introdução à lógica jurídica, instituições do Direito, evolução e controle social. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
  • SHECAIRA, Sérgio Salomão; Sá, Alvino Augusto de (orgs.). Criminologia e os Problemas da Atualidade. São Paulo: Atlas, 2008.
  • SICA, Leonardo. Justiça Restaurativa e Mediação Penal - O Novo Modelo de Justiça Criminal e de Gestão do Crime. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2007.
  • SLAKMON, Catherine; MACHADO, Maíra Rocha; BOTTINI, Pierpaolo Cruz (Orgs.). Novas direções na governança da justiça e da segurança. Brasília-DF: Ministério da Justiça, 2006.
  • SLAKMON, Catherine; VITTO, Renato Campos Pinto De; PINTO, Renato Sócrates Gomes (org.). Justiça Restaurativa: Coletânea de artigos. Brasília: Ministério da Justiça e PNUD, 2005.
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  • VASCONCELOS, Carlos Eduardo de. Mediação de conflitos e práticas restaurativas. São Paulo: Método, 2008.
  • VEZZULLA, Juan Carlos. A Mediação de Conflitos com Adolescentes Autores de Ato Infracional. Florianópolis: Habitus, 2006.
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  • ZEHR, Howard. Justiça Restaurativa. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2012.
  • ZEHR, Howard. Trocando as lentes: um novo foco sobre o crime e a justiça. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2008.