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20 de set. de 2018

Programação amplia debate e informações sobre prevenção do suicídio e outras violências

Atividades contam com oficinas, palestras, rodas de conversa e workshop, dia 27 de setembro.


Programação acontece dia 27 de setembro, em Adamantina, com oficinas, palestras, rodas de conversa e workshop (Ilustração).Programação acontece dia 27 de setembro, em Adamantina, com oficinas, palestras, rodas de conversa e workshop (Ilustração).
Uma ampla programação, organizada pela Rede Promover Vida, Núcleo de Psicologia do Centro Universitário de Adamantina (UniFAI) e a Pró-Reitoria de Extensão da instituição, deve ampliar o debate, informações e a partilha de iniciativas sobre a prevenção do suicídio e outras violências.
As atividades acontecem no próximo 27 de setembro, inseridas no “7° Encontro por uma Cultura da Paz: Ações de Promoção a Vida, Prevenção do Suicídio e outras Violências”, e o “2° Simpósio Regional de Prevenção e Posvenção do Suicídio”, que acontecem nos períodos da manhã, tarde e noite no auditório do campus 2 da UniFAI.
A programação (abaixo) conta com oficinas, palestras, rodas de conversa e workshop. As inscrições podem ser feitas até o dia 25 de setembro no site www.fai.com.br. Após esta data, somente no local do evento, sujeitas à existência de vagas. Mais informações no Núcleo de Psicologia da UniFAI, pelos telefones (18) 3521-2819 e 99775-7844, e no e-mail nucleodepsicologia@fai.com.br.
Programação
08h00 - Abertura
08h20 - Comportamento suicida e intervenções: a necessidade de redes e filtros
Ana Vitória Salimon C. dos Santos - Psicóloga – CRP/06 32.355-3 – Docente UNIFAI
09h00 - Palestra: O que favorece a Família, Escola e a Comunidade, tornarem-se espaços protetivos?
Neli Henrique Caccozzi - Assistente Social, CRESS 1663. Colaboradora da Secretaria de Assistência Social de Adamantina.
11h00 - Oficinas, palestras e rodas de conversa.
12h30 - Intervalo
14h00 - Mesa Redonda: Intervenções na crise suicida
Ações que salvam vidas e a abordagem técnica em tentativas de suicídio
1ºTen PM Calogero – Bombeiro - 10 GB Marília/SP. Cb PM Marcelo – Bombeiro - 14 GB Presidente Prudente/SP.
Atuação do Centro de Valorização da Vida – C.V.V.
Sandra Kokura – Voluntária do Posto CVV de Adamantina.
15h00 - Palestra: Despatologização da Vida
Nayara de Fátima Mazini Ferrari - Enfermeira – COREN/SP 18136328 - Articuladora de Saúde Mental do Departamento Regional de Saúde IX - Marília.
16h10 - Intervalo
16h30 às 18h00 - Oficinas, palestras, rodas de conversa e workshop
19h30 - (Re) Abertura: Magda Arlete Vieira Cardozo - Psicóloga - CRP/06 61.403. Coordenadora do Curso de Psicologia da UNIFAI.
Mesa redonda: Aspectos filosóficos e biopsicossociais do suicídio
Lindomar Teixeira Luiz - Docente da UNIFAI e da UNOESTE.
Daniela de Oliveira Guidini – Médica psiquiatra - CRM: 106868 - Docente UNIFAI.
Ana Vitória Salimon C. dos Santos - Psicóloga – CRP/06 32.355-3 – Docente UNIFAI
Oficinas, palestras, rodas de conversa e workshop
Manhã (das 11h às 12:30)
Oficina: A String Arte como recurso para a aproximação da rede
Facilitadores: Joice Leite - Artista plástica - graduanda do curso de Psicologia – UNIFAI.
Cassiano Ricardo Rumin - Psicólogo, CRP/06 63.046. Docente da UNIFAI.
Colaboração: Alunos de Estágio Básico em Psicologia da UNIFAI
Vagas: 30
Oficina: Justiça restaurativa como instrumento de Cultura da Paz.
Coordenadores: Dr. Carlos Gustavo Urquiza Scarazzato – Juiz de Direito, Coordenador do Projeto de Justiça Restaurativa em Adamantina/SP.
Fernanda Stefani Butarelo, Advogada – OAB/SP 134681, docente UNIFAI.
Vagas: 30
Oficina musical: Entre dramatizações, sons e possibilidades de harmonização
Facilitadores: Fabiana Minzoni Rocha - Psicóloga, CRP-06/53360-2 - Diretora do CQVIDASS/Croeste.
Alessandro Rampasso - Agente de Segurança Penitenciário Coordenador do Grupo de Acolhimento do CQVIDASS/Croeste.
Rosy Scalabrini - Pedagoga, Educadora Musical, Regente de Coral.
Vagas: 30
Palestra: Família: um lugar seguro para crescer?
Palestrante: Neli Henrique Caccozzi - Assistente Social, CRESS 1663
Vagas: Auditório
Palestra: O Profissional da Saúde e a Finitude Humana
Palestrante: Fulvia Veronez, Psicóloga, CRP-06 73.329 , docente da UNIFAI.
Vagas: 50
Roda de conversa com educadores: adolescência, comportamentos autolesivos e intervenções educacionais.
Mediadora: Andréa Fernandes de Araújo Gasques - Psicóloga – CRP-06 49.820-0, Docente da UNIFAI.
Vagas: 30
Roda de conversa: Suicídio e cobertura midiática
Mediadoras: Ieda Borges – Comunicadora Social – Docente UNIFAI.
Priscila Caldeira - Jornalista da UniFAI.
Vagas: 30
Tarde (das 16h30 às 18h)
Exposição dialogada: Matriciamento em Saúde Mental
Facilitadoras:
Daniele Cristina Ribeiro dos Santos, Enfermeira - COREN-SP 271.809. CAPS/Secretaria de Saúde de Adamantina/SP.
Hellen Halivercy de Souza Janegitz, Psicóloga, CRP 06/129580. Santa Casa de Adamantina.
Vagas: 50
Oficina: Na roda da Dança, na roda da Vida.
Focalizadora: Ana Queila Zanardo Pedagoga, Educadora Musical, Focalizadora de Dança Circular e Sênior.
Vagas: 30
Oficina: SucARTEando: A mandala como dispositivo de arteterapia para promoção de saúde e construção da rede.
Mediadoras:
Joice Leite Barbosa – Artista plástica e graduanda do curso de Psicologia – UNIFAI.
Jaqueline P. de Souza – Psicóloga pela UNIFAI – CRP - 06/145.562 – Psicóloga Clínica.
Natália Fernanda Mota de Mello– Psicóloga pela UNIFAI - CRP 06/140306 – Psicóloga clínica.
Apoio: Ana Vitória Salimon - Santos - Psicóloga – CRP/06 32.355, docente UNIFAI.
Vagas: 30
Oficina: Trabalho e Suicídio: Discussões de casos midiáticos e propostas de intervenções no trabalho
Mediadora: Profª Evelyn Yamashita Psicóloga, CRP/06 103.334, Docente da Unifai
Vagas: 30
Oficina: Yoga – um caminho para o autoconhecimento
Instrutora: Lolita da Silva Pereira, Professora com formação em História, Geografia e Pedagogia.
Instrutora de Hatha Yoga e Hatha Vinyasa Yoga.
Vagas: 20
Palestra: Estratégias de prevenção e posvenção do suicídio: possibilidades e desafios
Palestrante: Ana Vitória Salimon C. dos Santos - Psicóloga – CRP/06 32.355-3
Vagas: Auditório
Palestra: O Suicídio e sua abordagem jurídica
Palestrante: Rafael Teixeira Sebastiani – Advogado – OAB 355.751 – Procurador Jurídico do Município de Bastos.
Vagas: 50
Workshop: Escuta como lugar de encontro: espaços, linguagens, riscos e possibilidades
Mediadora: Luciana de Mattos Dias Psicóloga (PUC-SP) - CRP/06 120.098.
Psicóloga judiciária (TJSP- Lucélia).
Vagas: 50

19 de set. de 2018

Debemos cambiar la lente con la que miramos la Justicia Restaurativa

Posted: 18 Sep 2018 03:38 PM PDT
¿Por qué los que han estudiado derecho creen que pueden ser buenos facilitadores o mediadores de justicia restaurativa? No lo entiendo, porque realmente, en general, aunque las cosas están cambiando, son los menos preparados por su mentalidad, muy a menudo litigante y legalista, estudié derecho pero he podido desvincularme en mi rol de facilitadora,  de mi preparación legal así puedo entender la Justicia Restaurativa como lo qué es. Sin embargo, una y otra vez, veo errores al hablar de mediación penal y justicia restaurativa, que sin duda, confunden y equivocan pero además no solo al ciudadano sino también a los alumnos, los futuros mediadores y facilitadores,  así entramos en un círculo negativo en el que si los que van a ser facilitadores, ya tienen errores en la concepción de la justicia restaurativa al final vamos a equivocar el camino. 
Cuando impartía clases en la Universidad de Justicia Restaurativa, pusieron para casos prácticos a un juez, esto ya de por si, suena raro, obviamente el señor sabía muchísimo de derecho y de derecho procesal pero no de cómo gestionar un proceso restaurativo

Durante su exposición, hablaba de todo que  los que realmente nos dedicamos a la justicia restaurativa queremos evitar: habla de delitos leves como una posibilidad de aplicar la mediación (ojo que nisiquiera habla de mediación penal) porque es más fácil utilizar el principio de oportunidad, siempre he dicho que esto es así, se puede utilizar los procesos restaurativos en delitos leves y en aras a esta poca gravedad pues se podría evitar el juicio, Sin embargo, entender que es esencial que el objetivo de los procesos restaurativos sea evitar el juicio siempre que sea posible o disminuir considerablemente la pena, supone no entender las posibilidades y la amplitud de esta Justicia. Decía este señor: los delitos leves son el marco natural de la mediación, sin duda, un tremendo error, este señor está confundiendo mediación en conflictos con justicia restaurativa y así obviamente solo lo ve viable en delitos leves, muchos de los cuales son conflictos mal gestionados que acaban en la vía penal. Este señor hablaba de mediar, de conflictos...sin darse cuenta que estamos en la vía penal que al fin y al cabo será un conflicto penal, por lo menos.

 Si la justicia restaurativa es eficaz en delitos leves y sirve para ayudar a las víctimas ¿por qué nos empeñamos en pensar que no sería bueno para los más graves? No entiendo como podemos excluirlo a priori, son las víctimas de delitos graves las que necesitaran todavía más ser escuchadas, poder hablar expresarse y sobre todo tener una reparación adecuada a sus necesidades. También comentaba este señor que es mejor en delitos leves y que las partes se conozcan, bien poco sabe de procesos restaurativos porque sin duda, en estos casos es mucho más complicado concluir con éxito el proceso restaurativo, ya que generalmente los roles de víctima e infractor no están definidos, y será más difícil que alguien se vea como víctima y otro como infractor. Cuando no se conocen, los roles suelen estar más claros y el proceso es más sencillo, porque obviamente será un espacio para que la víctima pueda contar el impacto que el delito tuvo en ella, pueda explicar que necesita para sentirse reparada ( que muchas veces no es reparación material sino moral o simbólica) y el infractor de forma paralela pueda tener una oportunidad de reconocer el daño que causó y comprometerse a repararlo en la forma que la víctima necesite.

 No es un proceso de mediación al uso como en otros ámbitos, no se va a mediar sobre la culpabilidad o la inocencia no va a tener la víctima que conformarse con menos o ceder. Otro de sus errores es que como solo sabe que es mediación, que por definición supone un encuentro entre dos partes para resolver un conflicto, no entiende como se puede mediar en un delito por ejemplo de peligro en los que no hay víctima concreta. Esto es común en personas que no ven más allá de la mediación pensar así, pero es que en los procesos restaurativos más inclusivos se incluye también a los indirectamente afectados por el delito, y ¿alguien puede negar que en estos delitos de peligro no somos toda la comunidad afectados por ponernos en peligro de ser potencial y futuras víctimas? Por supuesto que es posible realizar encuentros restaurativos en estos delitos y debido a esto es por lo que muchos de nosotros estamos continuamente explicando que mediación no es justicia restaurativa que la mediación penal es si acaso, una parte de la justicia restaurativa, una herramienta y que además no es la más restaurativa. Pensando en justicia restaurativa, no estaremos continuamente limitando las posibles aplicaciones: no se puede limitar la gravedad de los delitos, las clases de infracciones, a solo determinadas personas....debemos no perder la esencia de la justicia restaurativa y es que es una justicia más humana y flexible que debe adaptarse a cada caso concreto. Es una pena que por temor o ignorancia no lo sé bien, a explorar las muchas posibilidades de la justicia restaurativa muchos se queden en su posición legalista, centrada en las normas y en exclusiva en la mediación, pero además, utilizada de forma que también se pervierte su finalidad, la mediación tampoco es por naturaleza rígida sino que es flexible

18 de set. de 2018

Novo manual de formação “Para uma Resposta Policial Centrada na Vítima”

Nota de Imprensa | 18 Setembro 2018
 


Novo manual de formação
“Para uma Resposta Policial Centrada na Vítima”


No âmbito do projeto PROTASIS, acaba de ser publicado o Manual de Formação “Para uma Resposta Policial Centrada na Vítima”. Promovido pela European Public Law Organisation, o projeto PROTASIS - Police training skills tem como entidades parceiras em Portugal o Centro de Investigação em Direito Penal e Ciências Criminais da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (CIDPCC-FDUL) e a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV).

Pretende-se com este manual contribuir para a adopção, ao nível da formação de polícias, de uma abordagem centrada na vítima e, ao mesmo tempo, promover os direitos consagrados na Directiva das Vítimas. O projeto e, muito particularmente, o manual que agora se publica, visam a construção de um ambiente “victim-friendly” de atendimento às vítimas de crimes em todos os contactos com a polícia. Pretende garantir-se que as vítimas são tratadas com respeito e sensibilidade, através do reforço das competências de comunicação da polícia e do conhecimento específico acerca das melhores práticas no contacto com vítimas de crimes, numa óptica de actuação personalizada e que tenha em conta o impacto do crime.

Este modelo de formação acentua também a importância de uma intervenção mais sensível nos casos de vítimas em situações de particular vulnerabilidade.

Construído com base no acervo de investigação já existente, bem como sobre o conhecimento decorrente de outros projetos financiados pela União Europeia, o manual “Para uma Resposta Policial Centrada na Vítima” foi testado junto de elementos das forças policiais dos países englobados pelo projeto, podendo mesmo revelar-se pertinente a sua adaptação tendo em vista a formação de outros profissionais que lidam com vítimas de crime.

O Manual de Formação “Para uma Resposta Policial Centrada na Vítima” encontra-se disponível para consulta online:
protasis-project.eu/protasis-training-manual














Todos estamos conectados

Posted: 17 Sep 2018 03:48 PM PDT
El ser humano no se puede entender sino es en relación con los demás, vivimos en comunidad, nos rodeamos de amigos y familiares, formamos una familia. Se puede decir que estamos conectados los unos con los otros, de una manera bien directa o indirecta. Por eso, cuando un delito se comete, se daña no sólo a la víctima directa sino también a la colectividad, a la sociedad en general. De ahí que para abordar el delito de una manera más sanadora, la Justicia Restaurativa se presenta como una gran apuesta y no como algo nuevo sino como algo intrínseco a nuestra propia esencia humana. Esto lo podrían definir a la perfección en Sudáfrica, y a través de "Ubuntu", esta palabra simple, tiene muchas perspectivas y hay muchas formas de explicar su significado, aunque básicamente se basa en que todos estamos destinados a relacionarnos, a vivir en comunidad, y por eso es necesario que tengamos empatía y lealtad así como humanidad. Una frase que explica este Ubuntu es "yo soy porque nosotros somos".

El delito genera una serie de daños a las víctimas pero también rompe la cohesión social, nos sentimos menos seguros, desconfiamos de los demás y estigmatizamos no sólo al infractor sino frecuentemente a sus allegados, esto por supuesto, acaba con la armonía social. Las justicia penal tradicional puede abordar cómo castigar al infractor, pero no hace frente a las consecuencias que genera el crimen en la comunidad y en las víctimas. Por eso la Justicia Restaurativa ayuda a las víctimas y así también ayuda a la sociedad en la que esta integrada. ¿Cómo? Ayuda a las que sufren el delito, a recorrer el camino hacia el entendimiento y superación, cuando una persona sufre un delito su vida se vuelve un caos, entra en un momento de desorden existencial, social y personal, también pierde el poder de controlar su vida y de decidir lo que quiere en cada momento, por eso frecuentemente se desconectan de su familia, allegados y de la comunidad en general, todos perdemos porque un miembro productivo se aleja de nosotros, se aisla. La Justicia Restaurativa ayuda a las víctimas a retomar un poco de orden en su día a día, favorece que recuperen el control y poder sobre su vida, y las ayuda a integrarse de nuevo en la comunidad, a volver a conectar con los demás.

Por eso y siguiendo a Howard Zehr creo que tres valores importantísimos de la Justicia Restaurativa son: responsabilidad ( como miembro de la colectividad, si hago algo mal debo asumir este daño y hacer lo posible para repararlo porque haciendo esto estoy recomponiendo los lazos rotos de la comunidad de la que yo también soy parte), respeto (la forma de relacionarnos los unos con los otros debe ser de respeto y empatía) y relación (inevitablemente estamos destinados a relacionarnos, a conectar y convivir). 
Ubuntu, y en cierta medida la Justicia Restaurativa me recuerda a los Tres Mosqueteros y su máxima: "uno para todos y todos para uno".
Esto para muchos puede resultar meramente filosófico pero es una realidad

17 de set. de 2018

Encontro de Justiça Restaurativa aborda a solução de conflitos familiares por meio do diálogo

Encontro iniciou na quinta-feira (13) e finaliza nesta sexta-feira (14), na Ufopa unidade Tapajós.


O encontro reúne facilitadores para discutir a justiça restaurativa de forma atualizada, com destaque para a atuação e o crescimento dela na Amazônia — Foto: Reprodução/TV Tapajós

O Encontro de Justiça Restaurativa da Amazônia, que está ocorrendo na Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), em Santarém, está abordando como funciona a prática da justiça, que visa resolver conflitos familiares de forma pacífica, por meio do diálogo.

O Encontro é o 4º do Oeste do Pará e reúne facilitadores para discutir a temática de forma atualizada, com destaque para a atuação e o crescimento dela na Amazônia.

O evento iniciou na quinta-feira (13) e continuou nesta sexta-feira (14), até às 22h, na Ufopa unidade Tapajós, localizada na rua Vera Paz, bairro Salé. A realização é da Clínica de Justiça Restaurativa da Universidade, ligada ao Programa de Ciências Jurídicas.

Uma das facilitadoras, a professora de direito Mara Roberta, conta que se interessou pela prática após ter um conflito familiar há dois anos e ser atendida por um ciclo da justiça restaurativa.

“Nos foi apresentada a justiça restaurativa, que não é uma sentença, mas algo fruto de um consenso entre as partes. Me vi arrebatada por essa nova forma de construção do diálogo que a justiça restaurativa possibilita “, ressaltou.

O coordenador da Clínica de Justiça, Nirson Medeiros, ressaltou que o objetivo é expandir a prática para o meio comunitário. De acordo com ele, a justiça tem vários campos de atuação.

“A ideia do encontro é que os facilitadores possam apresentar as suas experiências, que são experiências em diversos campos de atuação: a justiça restaurativa na universidade, nas escolas, na comunidade, no âmbito dos sistemas de justiça, na pastoral do menor e em diversos outros campos”, explicou.

Na Pastoral do Menor, há dois anos existe um ciclo restaurativo, que podem ser por meio do diálogo com crianças e adolescentes atendidos e consenso entre familiares para a garantia de direito delas.

A juíza da Vara da Infância de Juventude da Comarca de Santarém, por meio da justiça restaurativa, é possível evitar processos judiciais e promover o entendimento entre pessoas que estão em conflito.

“Hoje há uma ênfase para o desenvolvimento de práticas restaurativas no ambiente escolar e comunitário, visando a prevenção de conflitos através do compartilhamento de valores comuns entre as pessoas, para uma convivência respeitosa, para evitar muitos problemas entre as pessoas”, detalhou.

Mais informações sobre o evento pelo e-mail: cjuaufopa@gmail.com


“É chegada a hora de inverter o paradigma: mentes que amam e corações que pensam.” Barbara Meyer.

“Se você é neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado opressor.” Desmond Tutu.

“Perdoar não é esquecer, isso é Amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer. Isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sentimento.” Desconhecido.

“Chorar não significa se arrepender, se arrepender é mudar de Atitude.” Desconhecido.

"A educação e o ensino são as mais poderosas armas que podes usar para mudar o mundo ... se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar." (N. Mandela).

"As utopias se tornam realidades a partir do momento em que começam a luta por elas." (Maria Lúcia Karam).


“A verdadeira viagem de descobrimento consiste não em procurar novas terras, mas ver com novos olhos”
Marcel Proust


Livros & Informes

  • ACHUTTI, Daniel. Modelos Contemporâneos de Justiça Criminal. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2009.
  • AGUIAR, Carla Zamith Boin. Mediação e Justiça Restaurativa. São Paulo: Quartier Latin, 2009.
  • ALBUQUERQUE, Teresa Lancry de Gouveia de; ROBALO, Souza. Justiça Restaurativa: um caminho para a humanização do direito. Curitiba: Juruá, 2012. 304p.
  • AMSTUTZ, Lorraine Stutzman; MULLET, Judy H. Disciplina restaurativa para escolas: responsabilidade e ambientes de cuidado mútuo. Trad. Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2012.
  • AZEVEDO, Rodrigo Ghiringhelli de; CARVALHO, Salo de. A Crise do Processo Penal e as Novas Formas de Administração da Justiça Criminal. Porto Alegre: Notadez, 2006.
  • CERVINI, Raul. Os processos de descriminalização. 2. ed. rev. da tradução. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.
  • FERREIRA, Francisco Amado. Justiça Restaurativa: Natureza. Finalidades e Instrumentos. Coimbra: Coimbra, 2006.
  • GERBER, Daniel; DORNELLES, Marcelo Lemos. Juizados Especiais Criminais Lei n.º 9.099/95: comentários e críticas ao modelo consensual penal. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2006.
  • Justiça Restaurativa. Revista Sub Judice - Justiça e Sociedade, n. 37, Out./Dez. 2006, Editora Almedina.
  • KARAM. Maria Lúcia. Juizados Especiais Criminais: a concretização antecipada do poder de punir. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004.
  • KONZEN, Afonso Armando. Justiça Restaurativa e Ato Infracional: Desvelando Sentidos no Itinerário da Alteridade. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2007.
  • LEITE, André Lamas. A Mediação Penal de Adultos: um novo paradigma de justiça? analise crítica da lei n. 21/2007, de 12 de junho. Coimbra: Editora Coimbra, 2008.
  • MAZZILLI NETO, Ranieri. Os caminhos do Sistema Penal. Rio de Janeiro: Revan, 2007.
  • MOLINA, Antonio García-Pablos de; GOMES, Luiz Fávio. Criminologia. Coord. Rogério Sanches Cunha. 6. ed. rev., atual e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.
  • MULLER, Jean Marie. Não-violência na educação. Trad. de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Atenas, 2006.
  • OLIVEIRA, Ana Sofia Schmidt de. A Vítima e o Direito Penal: uma abordagem do movimento vitimológico e de seu impacto no direito penal. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1999.
  • PALLAMOLLA, Raffaella da Porciuncula. Justiça restaurativa: da teoria à prática. São Paulo: IBCCRIM, 2009. p. (Monografias, 52).
  • PRANIS, Kay. Processos Circulares. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2012.
  • RAMIDOFF, Mario Luiz. Sinase - Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo - Comentários À Lei N. 12.594, de 18 de janeiro de 2012. São Paulo: Saraiva, 2012.
  • ROLIM, Marcos. A Síndrome da Rainha Vermelha: Policiamento e segurança pública no século XXI. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. 2006.
  • ROSA, Alexandre Morais da. Introdução Crítica ao Ato Infracional - Princípios e Garantias Constitucionais. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2007.
  • SABADELL, Ana Lúcia. Manual de Sociologia Jurídica: Introdução a uma Leitura Externa do Direito. 4. ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.
  • SALIBA, Marcelo Gonçalves. Justiça Restaurativa e Paradigma Punitivo. Curitiba: Juruá, 2009.
  • SANTANA, Selma Pereira de. Justiça Restaurativa: A Reparação como Conseqüência Jurídico-Penal Autônoma do Delito. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2010.
  • SANTOS, Juarez Cirino dos. A Criminologia Radical. 2. ed. Curitiba: Lumen Juris/ICPC, 2006.
  • SCURO NETO, Pedro. Sociologia Geral e Jurídica : introdução à lógica jurídica, instituições do Direito, evolução e controle social. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
  • SHECAIRA, Sérgio Salomão; Sá, Alvino Augusto de (orgs.). Criminologia e os Problemas da Atualidade. São Paulo: Atlas, 2008.
  • SICA, Leonardo. Justiça Restaurativa e Mediação Penal - O Novo Modelo de Justiça Criminal e de Gestão do Crime. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2007.
  • SLAKMON, Catherine; MACHADO, Maíra Rocha; BOTTINI, Pierpaolo Cruz (Orgs.). Novas direções na governança da justiça e da segurança. Brasília-DF: Ministério da Justiça, 2006.
  • SLAKMON, Catherine; VITTO, Renato Campos Pinto De; PINTO, Renato Sócrates Gomes (org.). Justiça Restaurativa: Coletânea de artigos. Brasília: Ministério da Justiça e PNUD, 2005.
  • SÁ, Alvino Augusto de. Criminologia Clínica e Psicologia Criminal. prefácio Carlos Vico Manãs. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2007.
  • SÁ, Alvino Augusto de; SHECAIRA, Sérgio Salomão (Orgs.). Criminologia e os Problemas da Atualidade. São Paulo: Atlas, 2008.
  • VASCONCELOS, Carlos Eduardo de. Mediação de conflitos e práticas restaurativas. São Paulo: Método, 2008.
  • VEZZULLA, Juan Carlos. A Mediação de Conflitos com Adolescentes Autores de Ato Infracional. Florianópolis: Habitus, 2006.
  • WUNDERLICH, Alexandre; CARVALHO, Salo (org.). Novos Diálogos sobre os Juizados Especiais Criminais. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2005.
  • WUNDERLICH, Alexandre; CARVALHO, Salo de. Dialogos sobre a Justiça Dialogal: Teses e Antiteses do Processo de Informalização. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2002.
  • ZEHR, Howard. Justiça Restaurativa. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2012.
  • ZEHR, Howard. Trocando as lentes: um novo foco sobre o crime e a justiça. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2008.