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14 de out. de 2019

Uma entrevista para quem acredita no Ser Humano: Mayara Carvalho e a Justiça Restaurativa

FOTO: MANOEL EDUARDOMayara Carvalho fala sobre Justiça Restaurativa
Mayara Carvalho fala sobre Justiça Restaurativa
O tempo que vivemos hoje é o do “olho por olho, dente por dente”, estamos num país que o presidente da República estimula o uso de armas de fogo. E muitos vociferam: “bandido bom, é bandido morto”.
Se o internauta que lê este texto pensa como o acima descrito, pare por aqui, procure outra leitura. Muito menos assista a entrevista a seguir.
Mas se você acredita que há homens e mulheres de fé na vida humana, o pensarpiauí te convida a assistir a entrevista sobre Justiça Restaurativa.
Semana passada esteve em Teresina a doutora em Direito, Mayara Carvalho, e o pensarpiauí gravou a entrevista. Mayara nasceu no Rio Grande do Norte, mas foi para Belo Horizonte fazer doutorado, apaixonou-se por Minas Gerais e hoje está radicada lá.
Mayara Carvalho tem aprofundado seus estudos e trabalhos num seguimento da área judicial denominado Justiça Restaurativa. Esse movimento teve início na década de 70, nos EUA e Canadá, e é, como trazer para uma noção de crime, uma abordagem que não seja a da culpabilização.
Confira agora a entrevista com Mayara Carvalho:

12 de out. de 2018

Justiça restaurativa e coesão social




Coesão social é a dependência objetiva e subjetiva (do indivíduo, dos membros de um grupo) em relação aos demais. Ela se expressa nas mínimas coisas, na atração por nossas coisas e nossa gente, nos compromissos, nos valores, nos sentimentos que temos uns pelos outros e na disposição de estar junto e fazer em coletivo. Neste vídeo o Professor Pedro Scuro, precursor da justiça restaurativa no Brasil, explica a falta de coesão na sociedade brasileira, a necessidade de auto-organização social e propõe a criação de um Instituto Nacional de Práticas Autocompositivas.

23 de out. de 2017

Justicia Juvenil Restaurativa

El Ministerio de Justicia implementa un modelo de atención socio psicopedagógico que promueve la Justicia Juvenil Restaurativa. La gestion se desarrolla con un enfoque estructural que elimina al castigo y lo reemplaza con oportunidades.

28 de set. de 2017

Violência Doméstica e Justiça Restaurativa





Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher - Audiência Pública - Tema:
"Violência Doméstica e Justiça Restaurativa: um diálogo possível?"

Fonte: Câmara dos Deputados. 27.09.2017.

5 de set. de 2017

Kay Pranis virá ao Ceará e ministrará palestra sobre “Justiça Restaurativa e os Círculos de Construção de Paz”

O Instituto Terre des hommes Brasil realiza Círculos de Construção de Paz com adolescentes em escolas públicas estaduais e na comunidade em Fortaleza.
Referência internacional em círculos de Justiça Restaurativa, a norte-americana Kay Pranis vem ao Ceará e ministrará no dia 22 de setembro, às 19h, na Escola Superior da Magistratura do Estado do Ceará (Esmec), palestra aberta ao público com o tema “Justiça Restaurativa e os Círculos de Construção de Paz”. O evento tem o objetivo de sensibilizar e difundir junto à sociedade local, especialmente os atores do Sistema de Justiça Juvenil e Sistema de Garantia de Direitos, jovens, famílias e atores comunitários, acerca da Justiça Restaurativa e os círculos de construção de paz como ferramentas de pacificação social. A palestra é organizada pelo Instituto Terre des hommes Brasil e outras instituições, e faz parte das atividades do projeto de formação nacional com a Kay Pranis, que além de Fortaleza (CE), passará pelas cidades de Caxias do Sul (RS) e Porto Alegre (RS).
Kay Pranis faz treinamentos e escreve sobre Círculos de Construção de Paz e Justiça Restaurativa. Ela já trabalhou como planejadora de Justiça Restaurativa no Departamento de Correções do Estado de Minnesota entre os anos de 1994 a 2003, e desde 1998, conduz treinamentos de Círculos nas mais diversas comunidades, desde escolas, prisões, locais de trabalho, igrejas e famílias, de comunidades rurais em Minnesota até o South Side da cidade de Chicago, de Montgomery, no Alabama, à Costa Rica. É autora de vários artigos a respeito da temática da Justiça Restaurativa e o Pequeno Livro de Processos Circulares: Um Novo/Antigo Enfoque à Construção de Paz.
A autora da metodologia dos círculos é também co-autora de Peacemaking Circles: From Crime to Community (Círculo de Construção de Paz: do Crime à Comunidade). A intenção de Kay Pranis com o seu trabalho é criar espaços nos quais as pessoas possam estar em conexão mais amorosa umas com as outras. A experiência de Kay como mãe e ativista comunitária forma o alicerce de sua visão para a construção da paz e construção de comunidade.
Atualmente, o Instituto Tdh Brasil se utiliza das práticas restaurativas sistematizadas por Kay Pranis em ações de prevenção à violência nas escolas, na comunidade e no Sistema de Justiça Juvenil. Para Lastênia Soares, diretora do Programa de Justiça Juvenil Restaurativa do instituto, a realização do evento busca sensibilizar o público para acreditar que é possível se implantar uma cultura de paz se todos entenderem a importância e o resultado que as práticas circulares podem causar aos participantes.
Além do Instituto Tdh Brasil, são co-realizadores do projeto da vinda da Kay Pranis ao Ceará a Vice-Governadoria, a Escola Superior da Magistratura do Estado do Ceará, a Escola Superior da Defensoria Pública do Estado do Ceará e a Escola Superior do Ministério Público do Estado do Ceará. O projeto Caxias da Paz faz parte do projeto em âmbito nacional, pois ela participará de atividades em Caxias do Sul (RS) e Porto Alegre (RS). Os interessados em participar da palestra deverão enviar e-mail para esmec@tjce.jus.br e confirmar a sua inscrição informando o nome completo, o CPF, e-mail, telefone, a instituição e o cargo ou função que exerce. Todos os participantes deverão receber um certificado de participação na atividade.

O que é a Justiça Juvenil Restaurativa?

A Justiça Restaurativa se configura como um modelo de responsabilização de situações de conflito, violência e ato infracional, que envolve seu autor, a vítima e a comunidade. Tal abordagem favorece a construção de soluções que promovam a reparação dos danos causados à vítima, a responsabilização do autor da infração, partindo das causas que influenciaram no cometimento do ato, e a restauração dos vínculos das pessoas afetadas, promovendo a participação da comunidade.

SERVIÇO:
Palestra “Justiça Restaurativa e os Círculos de Construção de Paz”
Data: 22 de setembro de 2017
Horário: 19h
Local: Escola Superior da Magistratura do Estado do Ceará
Endereço: Rua Ramires Maranhão do Vale, 70. Edson Queiroz
Inscrição: 2 kg de alimento não-perecível que serão doados às famílias da associação Amigos em Missão (AMI) do Vicente Pinzón
Mais informações: (85) 3263 1142 e (85) 3267 8679 (Instituto Tdh Brasil) / (85) 3218-6188 (Esmec)

Assessoria de Comunicação
Comunicação, Inovação & Captação de Recursos
Diretoria de Fortalecimento Institucional
Instituto Terre des hommes Brasil
Rua:  Pereira  Valente, 1.655 - Casa 20. Varjota
Cep: 60160 -  Fortaleza/CE - Brasil
Tels: + 55 85 3263 11 42 | + 55 85 3267 8679
www.tdh.ch | www.tdhbrasil.org

1 de set. de 2014

Entrevista que me hizo mi buen amigo Santiago Quiroz - Justicia Restaurativa

Para todos los que no pudisteis ver la entrevista que me hizo Santiago Quiroz en México hoy os dejo el enlace para que la podáis escuchar.

El lunes regreso con más sobre justicia restaurativa. 


13 de dez. de 2013

Detentos têm oportunidade de se redimir com vítimas em Minas Gerais

Eles foram punidos por escolhas escolhas erradas. Um juiz teve a idea de realizar esse projeto. Para ele, a pena não basta. Com issos, os presos trabalham e parte do salário vai par a vítima, a outra parte para a família do preso.
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Veja o vídeo, clique aqui.
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“É chegada a hora de inverter o paradigma: mentes que amam e corações que pensam.” Barbara Meyer.

“Se você é neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado opressor.” Desmond Tutu.

“Perdoar não é esquecer, isso é Amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer. Isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sentimento.” Desconhecido.

“Chorar não significa se arrepender, se arrepender é mudar de Atitude.” Desconhecido.

"A educação e o ensino são as mais poderosas armas que podes usar para mudar o mundo ... se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar." (N. Mandela).

"As utopias se tornam realidades a partir do momento em que começam a luta por elas." (Maria Lúcia Karam).


“A verdadeira viagem de descobrimento consiste não em procurar novas terras, mas ver com novos olhos”
Marcel Proust


Livros & Informes

  • ACHUTTI, Daniel. Modelos Contemporâneos de Justiça Criminal. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2009.
  • AGUIAR, Carla Zamith Boin. Mediação e Justiça Restaurativa. São Paulo: Quartier Latin, 2009.
  • ALBUQUERQUE, Teresa Lancry de Gouveia de; ROBALO, Souza. Justiça Restaurativa: um caminho para a humanização do direito. Curitiba: Juruá, 2012. 304p.
  • AMSTUTZ, Lorraine Stutzman; MULLET, Judy H. Disciplina restaurativa para escolas: responsabilidade e ambientes de cuidado mútuo. Trad. Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2012.
  • AZEVEDO, Rodrigo Ghiringhelli de; CARVALHO, Salo de. A Crise do Processo Penal e as Novas Formas de Administração da Justiça Criminal. Porto Alegre: Notadez, 2006.
  • CERVINI, Raul. Os processos de descriminalização. 2. ed. rev. da tradução. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.
  • FERREIRA, Francisco Amado. Justiça Restaurativa: Natureza. Finalidades e Instrumentos. Coimbra: Coimbra, 2006.
  • GERBER, Daniel; DORNELLES, Marcelo Lemos. Juizados Especiais Criminais Lei n.º 9.099/95: comentários e críticas ao modelo consensual penal. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2006.
  • Justiça Restaurativa. Revista Sub Judice - Justiça e Sociedade, n. 37, Out./Dez. 2006, Editora Almedina.
  • KARAM. Maria Lúcia. Juizados Especiais Criminais: a concretização antecipada do poder de punir. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004.
  • KONZEN, Afonso Armando. Justiça Restaurativa e Ato Infracional: Desvelando Sentidos no Itinerário da Alteridade. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2007.
  • LEITE, André Lamas. A Mediação Penal de Adultos: um novo paradigma de justiça? analise crítica da lei n. 21/2007, de 12 de junho. Coimbra: Editora Coimbra, 2008.
  • MAZZILLI NETO, Ranieri. Os caminhos do Sistema Penal. Rio de Janeiro: Revan, 2007.
  • MOLINA, Antonio García-Pablos de; GOMES, Luiz Fávio. Criminologia. Coord. Rogério Sanches Cunha. 6. ed. rev., atual e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.
  • MULLER, Jean Marie. Não-violência na educação. Trad. de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Atenas, 2006.
  • OLIVEIRA, Ana Sofia Schmidt de. A Vítima e o Direito Penal: uma abordagem do movimento vitimológico e de seu impacto no direito penal. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1999.
  • PALLAMOLLA, Raffaella da Porciuncula. Justiça restaurativa: da teoria à prática. São Paulo: IBCCRIM, 2009. p. (Monografias, 52).
  • PRANIS, Kay. Processos Circulares. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2012.
  • RAMIDOFF, Mario Luiz. Sinase - Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo - Comentários À Lei N. 12.594, de 18 de janeiro de 2012. São Paulo: Saraiva, 2012.
  • ROLIM, Marcos. A Síndrome da Rainha Vermelha: Policiamento e segurança pública no século XXI. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. 2006.
  • ROSA, Alexandre Morais da. Introdução Crítica ao Ato Infracional - Princípios e Garantias Constitucionais. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2007.
  • SABADELL, Ana Lúcia. Manual de Sociologia Jurídica: Introdução a uma Leitura Externa do Direito. 4. ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.
  • SALIBA, Marcelo Gonçalves. Justiça Restaurativa e Paradigma Punitivo. Curitiba: Juruá, 2009.
  • SANTANA, Selma Pereira de. Justiça Restaurativa: A Reparação como Conseqüência Jurídico-Penal Autônoma do Delito. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2010.
  • SANTOS, Juarez Cirino dos. A Criminologia Radical. 2. ed. Curitiba: Lumen Juris/ICPC, 2006.
  • SCURO NETO, Pedro. Sociologia Geral e Jurídica : introdução à lógica jurídica, instituições do Direito, evolução e controle social. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
  • SHECAIRA, Sérgio Salomão; Sá, Alvino Augusto de (orgs.). Criminologia e os Problemas da Atualidade. São Paulo: Atlas, 2008.
  • SICA, Leonardo. Justiça Restaurativa e Mediação Penal - O Novo Modelo de Justiça Criminal e de Gestão do Crime. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2007.
  • SLAKMON, Catherine; MACHADO, Maíra Rocha; BOTTINI, Pierpaolo Cruz (Orgs.). Novas direções na governança da justiça e da segurança. Brasília-DF: Ministério da Justiça, 2006.
  • SLAKMON, Catherine; VITTO, Renato Campos Pinto De; PINTO, Renato Sócrates Gomes (org.). Justiça Restaurativa: Coletânea de artigos. Brasília: Ministério da Justiça e PNUD, 2005.
  • SÁ, Alvino Augusto de. Criminologia Clínica e Psicologia Criminal. prefácio Carlos Vico Manãs. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2007.
  • SÁ, Alvino Augusto de; SHECAIRA, Sérgio Salomão (Orgs.). Criminologia e os Problemas da Atualidade. São Paulo: Atlas, 2008.
  • VASCONCELOS, Carlos Eduardo de. Mediação de conflitos e práticas restaurativas. São Paulo: Método, 2008.
  • VEZZULLA, Juan Carlos. A Mediação de Conflitos com Adolescentes Autores de Ato Infracional. Florianópolis: Habitus, 2006.
  • WUNDERLICH, Alexandre; CARVALHO, Salo (org.). Novos Diálogos sobre os Juizados Especiais Criminais. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2005.
  • WUNDERLICH, Alexandre; CARVALHO, Salo de. Dialogos sobre a Justiça Dialogal: Teses e Antiteses do Processo de Informalização. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2002.
  • ZEHR, Howard. Justiça Restaurativa. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2012.
  • ZEHR, Howard. Trocando as lentes: um novo foco sobre o crime e a justiça. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2008.