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17 de nov. de 2012

Guia de orientação sobre fluxo de atendimento aos adolescentes com práticas restaurativas

Será lançada segunda-feira, 19.11, pela manhã, na aula inaugural do Curso de Mediação e Círculos de Resolução de Conflitos, a publicação “Guia de orientação sob
re fluxo de atendimento aos adolescentes com práticas restaurativas”. Esse tem como objetivo mostrar o passo a passo sobre o atendimento a adolescentes com práticas restaurativas no Núcleo de Mediação Comunitária do Bom Jardim.

16 de nov. de 2012

II SEMINÁRIO “JUSTIÇA JUVENIL RESTAURATIVA”

II SEMINÁRIO “JUSTIÇA JUVENIL RESTAURATIVA”



Data: 20/11/2012

Local: Auditório do CF-OAB, na L2 Sul.



9:00 - Mesa de abertura: CEDECA/DF, ANCED, SDH, SECRIA, Frente Parlamentar da Criança e do Adolescente do Congresso Nacional, AMAR, Adolescente.



9:30 – Justiça Juvenil Restaurativa e garantia do direito de participação

Wanderlino Nogueira - CEDECA/RJ



11:00 – Debates



12:00 às 14:00 – Intervalo para o almoço



14:00 – Justiça Juvenil Restaurativa: Escola e Comunidade

Dorcília Silva - São Caetano do Sul/SP

Fabiana Nascimento - Porto Alegre/RS



16:00 – Debates



17:00 – Encerramento com atividade cultural

14 de nov. de 2012

Consultor defende participação da sociedade na construção da Justiça


Em palestra proferida nesta terça-feira, 13, no 3º Simpósio de Justiça Restaurativa, realizado no Hangar Convenções e Feiras da Amazônia, o consultor internacional de práticas restaurativas da ONG Terre des Hommes, Dr. Victor Herrero Escrich, defendeu a ideia de que a justiça deve ser construída conjuntamente pela comunidade, em parceria com as organizações não governamentais e órgãos públicos.
Justiça restaurativa (conceito ainda pouco difundido no Pará) é uma proposta de aplicação da justiça na qual se busca o atendimento das necessidades da vítima ao mesmo tempo em que o agressor é convocado a participar do processo de reparação do dano. O objetivo é substituir a simples pena punitiva por um processo produtivo e de reintegração à sociedade.
“Acreditamos que este trabalho de justiça de restaurativa deve ser público, mas com o auxílio de organizações é possível uma parceria com promotores públicos e com a comunidade, trabalho que a Terre des Hommes faz em diversos países da América Latina”, afirma o consultor. A ONG Terre des Hommes foi criada na Suíça, nos anos 1960.
Com o tema “Justiça Juvenil restaurativa na América Latina”, a palestra do Dr. Victor Herrero foi a última do simpósio e apresentou as ações da Terre des Hommes em países da América Latina em que a ONG atua, como a Nicarágua. Segundo o consultor, cada país pode ter o seu modelo de justiça restaurativa.
Cerca de 400 pessoas participaram do 3º Simpósio de Justiça Restaurativa, organizado pela ONG Terre des Hommes, Pro Paz e Fundo das Nações Unidas para a Infância. Foram dois dias de palestras, em que vários especialistas dos estados do Pará, Maranhão, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte mostraram os projetos que desenvolvem e novas formas de fazer e praticar a justiça restaurativa. O evento também trouxe palestrantes do Canadá e Estados Unidos.
Logo após a última palestra, o diretor da Terre des Hommes no Brasil, Anselmo de Lima, o Gerente de Planejamento do Pro Paz, Simão Bastos, e a representante do Unicef, Sônia Gama, agradeceram a presença de todos e falaram da responsabilidade em colocar em prática tudo que foi discutido durante as palestras.
O encerramento ficou sob a responsabilidade de 11 jovens que cumprem medidas socioeducativas na Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa), que fizeram uma apresentação de carimbó. A apresentação serve como aquecimento para o evento de final de ano da Fasepa, que será realizado na próxima segunda-feira, 19, no Teatro Estação Gasômetro (Parque da Residência).

Texto:
Brena Moreira - Pro Paz
Fone: (91) 3201-3633 / (91) 9333-7755

Pro Paz - Por uma Cultura de Paz
Avenida Nazaré, 871
Fone: (91) 3201-3725
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Da Redação
Agência Pará de Notícias
Atualizado em 14/11/2012 às 09:48

EGPA participa do III Simpósio Internacional de Justiça Restaurativa


Eunice Pinto/ Ag. Pará
Catherine Bargen (dir.) falou sobre o projeto executado em Britsh Columbia (Canadá) e apresentou os projetos e desafios que sua equipe enfrenta.

O Governo do Estado, por intermédio do Pro Paz e em parceria com Escola de Governo do Pará (EGPA), Tribunal de Justiça do Estado, Organização das Nações Unidas para Infância e Adolescência (Unicef) e ONG Terre des Hommes, promove o III Simpósio Internacional de Justiça Restaurativa Norte e Nordeste. O evento ocorre no Hangar Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém. A programação de debates teve início ontem e encerra nesta terça-feira, 13, com a participação de especialistas, estudantes, advogados, profissionais ligados à Justiça e defesa dos Direitos Humanos, além do público em geral.
As palestras e discussões destinam-se a contribuir para a disseminação da Justiça Restaurativa e suas práticas, bem como a apresentar práticas implantadas no Canadá e experiências bem-sucedidas da América Latina, além de proporcionar encontros que possibilitem a troca de experiências e saberes, socializando iniciativas e experiências em Justiça Restaurativa no Norte e Nordeste do Brasil. Na programação deste segundo e último dia do III Simpósio Internacional de Justiça Restaurativa Norte e Nordeste, o diretor geral da EGPA, Ruy Martini, participa de mesa redonda, às 15h.
Com a realização deste Simpósio, o Governo do Estado do Pará visa estimular o fortalecimento das competências locais, com foco no desenvolvimento de processos formativos voltados para a implementação e o acompanhamento das ações do sistema de garantia de direitos, a fim de garantir articulação e integração, fundamentais para mudar o contexto da violência urbana juvenil no Pará.

Texto:
Daniele Brabo - EGPA
Fone: (91) 3214-6804 / (91) 8282-6815
Email: dani.brabo@gmail.com

Escola de Governo do Pará
Av. Almirante Barroso, 4314. Belém-PA
Fone: (91) 3214-6849 e 3214-6803
Site: www.egpa.pa.gov.br Email: informativoegpa@gmail.com / gabinete.egpa@yahoo.com.br
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Da Redação
Agência Pará de Notícias
Atualizado em 13/11/2012 às 14:00

Projetos de apadrinhamento de jovens e justiça juvenil restaurativa são premiados


Gláucio Dettmar/ Agência CNJ
Projetos de apadrinhamento de jovens e justiça juvenil restaurativa são premiados
O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal, ministro Ayres Britto, agraciou os vencedores do I Prêmio CNJ da Infância e da Juventude, nesta terça-feira (13/11), durante a 158ª sessão plenária, em Brasília. Ao lado do ministro, o corregedor nacional de Justiça em exercício, conselheiro Jefferson Kravchychyn, e o conselheiro Ney Freitas participaram da cerimônia de entrega dos troféus aos representantes dos projetos classificados nos três primeiros lugares, todos do Poder Judiciário de São Paulo.
O projeto “Família Hospedeira”, classificado em primeiro lugar, criou uma rede de pessoas e entidades para promover o apadrinhamento de adolescentes que não têm perspectivas de serem adotados. Os segundo e terceiro colocados – “Justiça Juvenil Restaurativa em São Caetano do Sul” e “Justiça Restaurativa: uma experiência com adolescentes em conflito com a lei”, respectivamente – foram recompensados pelo CNJ pela iniciativa de estimular a solução de conflitos entre jovens que cometeram atos infracionais e as vítimas desses atos.
Na cerimônia de entrega, Ayres Britto usou o conceito de “direito premial”, usado pelo cientista político italiano Norberto Bobbio, para fazer uma analogia ao objetivo do I Prêmio CNJ da Infância e da Juventude. “Direito ou sanção premial tem por objetivo estimular o comportamento socialmente desejável com promessa de recompensa. O ser humano é particularmente sensível às promessas de recompensa e as sanções premiais cumprem, no âmbito do Direito Positivo, exatamente esse papel de premiação”, afirmou o ministro, que entregou o primeiro prêmio ao criador do projeto, juiz Alessandro de Souza Lima, da 3ª Vara Cível da comarca de Pindamonhangaba.
O corregedor nacional de Justiça em exercício, conselheiro Jefferson Kravchychyn, entregou o troféu ao responsável pelo projeto classificado em segundo lugar, do juiz da Vara da Infância e Juventude da Comarca de São Caetano do Sul, Eduardo Rezende Melo, e o conselheiro Ney Freitas agraciou os representantes do projeto que mereceu o terceiro lugar no prêmio, o juiz da 1ª Vara do Fórum das Varas Especiais da Infância e Juventude de São Paulo, Egberto de Aleida Penido, e as servidoras do mesmo órgão Maria Raimunda Chagas Vargas Rodrigues e Cilene Silvia Terra. Também participou da entrega o desembargador Antônio Malheiros, coordenador da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP), que venceu os três primeiros lugares.
Família Hospedeira – A iniciativa vencedora oferece aos jovens do interior de São Paulo a oportunidade de terem padrinhos fora da instituição onde se encontram acolhidos. Essa foi a forma encontrada pelo juiz Alessandro de Souza Lima de reinserir socialmente crianças e adolescentes acolhidos que não têm o perfil desejado por famílias candidatas à adoção – maioria das famílias inscritas no Cadastro Nacional de Adoção não aceita adotar irmãos ou maiores de cinco anos. Uma reportagem produzida por afiliada da TV Globo na região sobre o projeto foi apresentada durante a solenidade.
 
Justiça Restaurativa – O público-alvo da justiça restaurativa juvenil é o adolescente que comete algum ato infracional e também as vítimas desse ato, muitas vezes praticados na escola. A estratégia é promover a solução pacífica do conflito envolvendo as duas partes envolvidas no ato infracional, quem sofreu e quem cometeu a infração. Dessa forma, o problema não é criminalizado nem levado à Justiça.  

Menções honrosas – O desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso do Sul (TJMS) Joenildo Sousa Chaves, recebeu menção honrosa do ministro Ayres Britto pelo Projeto Padrinho, do TJMS. O desembargador Sousa Chaves, que também é responsável pela Coordenadoria da Infância e da Juventude do TJMS, representou na cerimônia os outros 19 projetos que também mereceram a distinção de menção honrosa pela comissão julgadora do prêmio.

Leia mais: 


Manuel Carlos Montenegro
Agência CNJ de Notícias


“É chegada a hora de inverter o paradigma: mentes que amam e corações que pensam.” Barbara Meyer.

“Se você é neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado opressor.” Desmond Tutu.

“Perdoar não é esquecer, isso é Amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer. Isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sentimento.” Desconhecido.

“Chorar não significa se arrepender, se arrepender é mudar de Atitude.” Desconhecido.

"A educação e o ensino são as mais poderosas armas que podes usar para mudar o mundo ... se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar." (N. Mandela).

"As utopias se tornam realidades a partir do momento em que começam a luta por elas." (Maria Lúcia Karam).


“A verdadeira viagem de descobrimento consiste não em procurar novas terras, mas ver com novos olhos”
Marcel Proust


Livros & Informes

  • ACHUTTI, Daniel. Modelos Contemporâneos de Justiça Criminal. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2009.
  • AGUIAR, Carla Zamith Boin. Mediação e Justiça Restaurativa. São Paulo: Quartier Latin, 2009.
  • ALBUQUERQUE, Teresa Lancry de Gouveia de; ROBALO, Souza. Justiça Restaurativa: um caminho para a humanização do direito. Curitiba: Juruá, 2012. 304p.
  • AMSTUTZ, Lorraine Stutzman; MULLET, Judy H. Disciplina restaurativa para escolas: responsabilidade e ambientes de cuidado mútuo. Trad. Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2012.
  • AZEVEDO, Rodrigo Ghiringhelli de; CARVALHO, Salo de. A Crise do Processo Penal e as Novas Formas de Administração da Justiça Criminal. Porto Alegre: Notadez, 2006.
  • CERVINI, Raul. Os processos de descriminalização. 2. ed. rev. da tradução. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.
  • FERREIRA, Francisco Amado. Justiça Restaurativa: Natureza. Finalidades e Instrumentos. Coimbra: Coimbra, 2006.
  • GERBER, Daniel; DORNELLES, Marcelo Lemos. Juizados Especiais Criminais Lei n.º 9.099/95: comentários e críticas ao modelo consensual penal. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2006.
  • Justiça Restaurativa. Revista Sub Judice - Justiça e Sociedade, n. 37, Out./Dez. 2006, Editora Almedina.
  • KARAM. Maria Lúcia. Juizados Especiais Criminais: a concretização antecipada do poder de punir. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004.
  • KONZEN, Afonso Armando. Justiça Restaurativa e Ato Infracional: Desvelando Sentidos no Itinerário da Alteridade. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2007.
  • LEITE, André Lamas. A Mediação Penal de Adultos: um novo paradigma de justiça? analise crítica da lei n. 21/2007, de 12 de junho. Coimbra: Editora Coimbra, 2008.
  • MAZZILLI NETO, Ranieri. Os caminhos do Sistema Penal. Rio de Janeiro: Revan, 2007.
  • MOLINA, Antonio García-Pablos de; GOMES, Luiz Fávio. Criminologia. Coord. Rogério Sanches Cunha. 6. ed. rev., atual e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.
  • MULLER, Jean Marie. Não-violência na educação. Trad. de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Atenas, 2006.
  • OLIVEIRA, Ana Sofia Schmidt de. A Vítima e o Direito Penal: uma abordagem do movimento vitimológico e de seu impacto no direito penal. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1999.
  • PALLAMOLLA, Raffaella da Porciuncula. Justiça restaurativa: da teoria à prática. São Paulo: IBCCRIM, 2009. p. (Monografias, 52).
  • PRANIS, Kay. Processos Circulares. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2012.
  • RAMIDOFF, Mario Luiz. Sinase - Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo - Comentários À Lei N. 12.594, de 18 de janeiro de 2012. São Paulo: Saraiva, 2012.
  • ROLIM, Marcos. A Síndrome da Rainha Vermelha: Policiamento e segurança pública no século XXI. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. 2006.
  • ROSA, Alexandre Morais da. Introdução Crítica ao Ato Infracional - Princípios e Garantias Constitucionais. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2007.
  • SABADELL, Ana Lúcia. Manual de Sociologia Jurídica: Introdução a uma Leitura Externa do Direito. 4. ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.
  • SALIBA, Marcelo Gonçalves. Justiça Restaurativa e Paradigma Punitivo. Curitiba: Juruá, 2009.
  • SANTANA, Selma Pereira de. Justiça Restaurativa: A Reparação como Conseqüência Jurídico-Penal Autônoma do Delito. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2010.
  • SANTOS, Juarez Cirino dos. A Criminologia Radical. 2. ed. Curitiba: Lumen Juris/ICPC, 2006.
  • SCURO NETO, Pedro. Sociologia Geral e Jurídica : introdução à lógica jurídica, instituições do Direito, evolução e controle social. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
  • SHECAIRA, Sérgio Salomão; Sá, Alvino Augusto de (orgs.). Criminologia e os Problemas da Atualidade. São Paulo: Atlas, 2008.
  • SICA, Leonardo. Justiça Restaurativa e Mediação Penal - O Novo Modelo de Justiça Criminal e de Gestão do Crime. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2007.
  • SLAKMON, Catherine; MACHADO, Maíra Rocha; BOTTINI, Pierpaolo Cruz (Orgs.). Novas direções na governança da justiça e da segurança. Brasília-DF: Ministério da Justiça, 2006.
  • SLAKMON, Catherine; VITTO, Renato Campos Pinto De; PINTO, Renato Sócrates Gomes (org.). Justiça Restaurativa: Coletânea de artigos. Brasília: Ministério da Justiça e PNUD, 2005.
  • SÁ, Alvino Augusto de. Criminologia Clínica e Psicologia Criminal. prefácio Carlos Vico Manãs. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2007.
  • SÁ, Alvino Augusto de; SHECAIRA, Sérgio Salomão (Orgs.). Criminologia e os Problemas da Atualidade. São Paulo: Atlas, 2008.
  • VASCONCELOS, Carlos Eduardo de. Mediação de conflitos e práticas restaurativas. São Paulo: Método, 2008.
  • VEZZULLA, Juan Carlos. A Mediação de Conflitos com Adolescentes Autores de Ato Infracional. Florianópolis: Habitus, 2006.
  • WUNDERLICH, Alexandre; CARVALHO, Salo (org.). Novos Diálogos sobre os Juizados Especiais Criminais. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2005.
  • WUNDERLICH, Alexandre; CARVALHO, Salo de. Dialogos sobre a Justiça Dialogal: Teses e Antiteses do Processo de Informalização. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2002.
  • ZEHR, Howard. Justiça Restaurativa. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2012.
  • ZEHR, Howard. Trocando as lentes: um novo foco sobre o crime e a justiça. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2008.