“É chegada a hora de inverter o paradigma: mentes que amam e corações que pensam.” Barbara Meyer.

“Se você é neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado opressor.” Desmond Tutu.

“Perdoar não é esquecer, isso é Amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer. Isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sentimento.” Desconhecido.

“Chorar não significa se arrepender, se arrepender é mudar de Atitude.” Desconhecido.

"A educação e o ensino são as mais poderosas armas que podes usar para mudar o mundo ... se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar." (N. Mandela).

"As utopias se tornam realidades a partir do momento em que começam a luta por elas." (Maria Lúcia Karam).


“A verdadeira viagem de descobrimento consiste não em procurar novas terras, mas ver com novos olhos”
Marcel Proust


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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

CNJ questiona tribunais sobre criação de núcleos para solucionar conflitos

O Conselho Nacional de Justiça enviou ofícios a tribunais do país para saber quais cortes criaram núcleos para tentar resolver controvérsias de forma pacífica. A Resolução 125/2010 determinou a implantação dos chamados Núcleos Permanentes de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos, mas o CNJ afirma que nem todos os tribunais cumprem a obrigação.
Embora a regra tenha sido criada há quase quatro anos, não existe nenhuma estatística sobre a situação atual. “Será uma espécie de diagnóstico da resolução no Brasil até hoje. Queremos saber quantos núcleos foram criados e quantos deles estão funcionando”, afirma o conselheiro Emmanoel Campelo, coordenador do Comitê Gestor do Movimento pela Conciliação do CNJ.
A ideia é que os núcleos façam convênios e parcerias para incentivar a capacitação de servidores conciliadores e estimular programas de mediação comunitária. A norma diz ainda que Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs) façam audiências e sessões de conciliação e mediação. Juízes deverão responder a um questionário do Departamento de Pesquisas Judiciárias do CNJ até o próximo ano. Com informações da Agência CNJ de Notícias.
Revista Consultor Jurídico, 23 de outubro de 2014.

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