“É chegada a hora de inverter o paradigma: mentes que amam e corações que pensam.” Barbara Meyer.

“Se você é neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado opressor.” Desmond Tutu.

“Perdoar não é esquecer, isso é Amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer. Isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sentimento.” Desconhecido.

“Chorar não significa se arrepender, se arrepender é mudar de Atitude.” Desconhecido.

"A educação e o ensino são as mais poderosas armas que podes usar para mudar o mundo ... se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar." (N. Mandela).

"As utopias se tornam realidades a partir do momento em que começam a luta por elas." (Maria Lúcia Karam).


“A verdadeira viagem de descobrimento consiste não em procurar novas terras, mas ver com novos olhos”
Marcel Proust


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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Projeto para redução de conflitos em escolas é lançado em Tietê

Justiça Restaurativa será aplicada em unidades municipais.
Ação é promovida pela Coord. da Infância e Juventude do TJ e a Educação.


A Coordenadoria da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo lançou nesta quinta-feira (31), emTietê (SP), o projeto Justiça Restaurativa. Em parceira com a Secretaria Municipal de Educação, o projeto deverá ser aplicado em escolas municipais.
De acordo com a consultora do TJ-SP, Mônica Mumme, o objetivo da Justiça Restaurativa é resolver problemas que envolvem crianças e adolescentes por meio do diálogo. O projeto contribui para solucionar problemas como brigas em escolas e possibilita a reflexão sobre o que foi praticado de forma errada e a reparação dos danos causados por parte da pessoa que fez a ofensa. Além do atendimento aos envolvidos, os diálogos também são feitos com os parentes. “Queremos colocar em prática a Justiça Restaurativa e entender quais são os resultados concretos. Sair do mundo das ideias e fazer com que a violência possa ser transformada em aprendizado”, comenta.
O juiz Marcelo Salmaso, que já desenvolve o projeto em Tatuí (SP), afirma que a intervenção dos especialistas junto aos envolvidos no conflito leva os jovens a compreenderem os erros que cometeram. “O projeto serve para que de fato nós possamos trazer uma nova visão sobre as questões da violência e, assim, trabalharmos todas as necessidades, trabalharmos toda a convivência entre as pessoas de forma que os conflitos não venham à tona”, comenta.
Os integrantes dos núcleos de atendimento já foram escolhidos e vão passar por capacitação. Em Tietê, 64 profissionais da área da educação vão começar a formação entre os meses de agosto e outubro. Depois, o projeto será aplicado em seis escolas municipais, que atendem alunos de 4 a 14 anos.
O secretário de Educação de Tietê, Osinaldo de Oliveira, afirma que a Justiça Restaurativa possibilitará a solução dos conflitos sem punição. “Queremos a resolução do conflito de outra maneira que não seja a maneira punitiva, aquela que nós estamos já acostumados na nossa sociedade. A Justiça Restaurativa vem para restaurar, para ver o erro. Esse erro é restaurado dentro da unidade escolar para que essa unidade tenha um olhar para a paz”, finaliza.

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Justiça Restaurativa: Marco Teórico, Experiências Brasileiras, Propostas e Direitos Humanos

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