“É chegada a hora de inverter o paradigma: mentes que amam e corações que pensam.” Barbara Meyer.

“Se você é neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado opressor.” Desmond Tutu.

“Perdoar não é esquecer, isso é Amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer. Isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sentimento.” Desconhecido.

“Chorar não significa se arrepender, se arrepender é mudar de Atitude.” Desconhecido.

"A educação e o ensino são as mais poderosas armas que podes usar para mudar o mundo ... se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar." (N. Mandela).

"As utopias se tornam realidades a partir do momento em que começam a luta por elas." (Maria Lúcia Karam).


“A verdadeira viagem de descobrimento consiste não em procurar novas terras, mas ver com novos olhos”
Marcel Proust


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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Justiça Restaurativa será tratada em palestras em São Paulo


As dimensões subjetivas e comunitárias na construção da Justiça Restaurativa serão o foco de uma palestra que acontece na sexta-feira, dia 5, das 14h às 17h30, no Capão Redondo (Rua Dr. Luiz da Fonseca Galvão, 180, próximo ao metrô Capão Redondo, na zona sul).

A atividade, promovida pelo Centro de Direitos Humanos e Educação Popular do Campo Limpo (CDHEP), será conduzida pelos palestrantes Lia Diskin (jornalista e cofundadora da Associação Palas Athena), Petronella Boomen (doutora em educação pela USP e integrante do CDHEP) e pelo padre Leonel Narváez Gómez, criador das Escolas de Perdão e Reconciliação (ESPERE), e que mediou o diálogo entre o governo colombiano e as FARCs entre 1999 e 2001.
Temática da Justiça Restaurativa
O conflito e a transgressão fazem parte das relações humanas. No entanto, a resposta mais comum a essas situações tem sido a punição e a reprodução das condições sociais que geram violência e que tem servido, em muitos casos, como instrumento de humilhação e aprofundamento das desigualdades sociais.
Em contraponto a essa visão, as práticas restaurativas tendem a resgatar o protagonismo das pessoas envolvidas em conflitos e comunitariamente buscar respostas que contemplam as necessidades dos envolvidos.
O objetivo do seminário é dialogar com alguns dos fundamentos culturais, sociais, emocionais e políticos da Justiça Restaurativa. Considera a dor e o trauma experiências humana que pedem elaboração. Introduz a possibilidade do perdão, do reconhecimento, da responsabilização e da restauração. Propõe o caminho da reconstrução das verdades dos envolvidos que abram para uma reparação adequada, seja ela moral, simbólica ou material.
O processo de restauração promove a dignidade humana, o protagonismo que supera a primazia da punição em favor da responsabilização. Favorece uma sociedade de sujeitos políticos, autônomos e interdependentes, criadores de sua realidade social.
Padre Leonel na Diocese de Campo Limpo
Para os que não asseguraram vaga para a palestra de sexta-feira (as inscrições estão encerradas), há ainda a oportunidade de participar do encontro “Perdão como dom e resposta para a vida hoje”, com o padre Leonel Narváez, que será promovido pela Diocese de São Miguel Paulista (SP), no sábado, dia 6, das 14h30 às 17h.
A atividade será no Salão Nossa Senhora das Graças, da Diocese de Campo Limpo, localizado na Rua Louis Boulanger, 173, Jardim Bom Refúgio (próximo à Escola Fisk). Pede-se que os interessados manifestem interesse em participar através do e-mailpastoral@diocesedecampolimpo.org.br, informando nome completo, telefone, paróquia ou entidade a que pertence.

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Justiça Restaurativa: Marco Teórico, Experiências Brasileiras, Propostas e Direitos Humanos

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