“É chegada a hora de inverter o paradigma: mentes que amam e corações que pensam.” Barbara Meyer.

“Se você é neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado opressor.” Desmond Tutu.

“Perdoar não é esquecer, isso é Amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer. Isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sentimento.” Desconhecido.

“Chorar não significa se arrepender, se arrepender é mudar de Atitude.” Desconhecido.

"A educação e o ensino são as mais poderosas armas que podes usar para mudar o mundo ... se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar." (N. Mandela).

"As utopias se tornam realidades a partir do momento em que começam a luta por elas." (Maria Lúcia Karam).


“A verdadeira viagem de descobrimento consiste não em procurar novas terras, mas ver com novos olhos”
Marcel Proust


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quarta-feira, 13 de março de 2013

Palestra: A construção da Justiça Restaurativa


CDHEP articula palestra gratuita sobre as dimensões subjetivas e comunitárias na construção da Justiça Restaurativa. Com: Lia Diskin, Petronella M. Boonen e Leonel Narváez Gómez
O conflito e a transgressão fazem parte das relações humanas. No entanto, a resposta mais comum a estas situações tem sido a punição e a reprodução das condições sociais que geram violência e que tem servido, em muitos casos, como instrumento de humilhação e aprofundamento das desigualdades sociais.

Em contraponto a esta visão de mundo, as práticas restaurativas tendem a resgatar o protagonismo das pessoas envolvidas em conflitos e comunitariamente buscar respostas que contemplam as necessidades dos envolvidos.
Este seminário objetiva dialogar com alguns dos fundamentos culturais, sociais, emocionais e políticos da Justiça Restaurativa. Considera a dor e o trauma experiências humana que pedem elaboração. Introduz a possibilidade do perdão, do reconhecimento, da responsabilização e da restauração. Propõe o caminho da reconstrução das verdades dos envolvidos que abram para uma reparação adequada, seja ela moral, simbólica ou material.
O processo de restauração promove a dignidade humana, o protagonismo que supera a primazia da punição em favor da responsabilização. Favorece uma sociedade de sujeitos políticos, autônomos e interdependentes, criadores de sua realidade social.
Palestrantes
Lia Diskin: formada em Jornalismo com especialização em Crítica Literária pelo Instituto Superior de Periodismo José Hernandez, de Buenos Aires. Detentora de inúmeras premiações referentes à cultura de paz. Co-fundadora da Associação Palas Athena.

Petronella M. Boonen: Doutora em Educação pela USP, com tese sobre a Justiça Restaurativa. Co-Idealizadora do Programa Perdão e Justiça do Centro de Direitos Humanos e Educação Popular de Campo Limpo – CDHEP.
Leonel Narváez Gómez, imc: Doutor em sociologia pela Universidade de Havard. Sacerdote católico, trabalhou 10 anos com tribos nômades na África.  Na Colômbia, facilitou o diálogo entre o governo e as FARCs entre 1999-2001. Criador das Escolas de Perdão e Reconciliação que estão presentes em 14 países das Américas.
Preencha os dados para participar, clique aqui.

Serviço
Dia 05 de abril – Das 14h ás 17h30
Rua dr. Luiz da fonseca galvão, 180
Próximo ao metrô capão redondo
Informações: 5511.9762 

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Justiça Restaurativa: Marco Teórico, Experiências Brasileiras, Propostas e Direitos Humanos

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