“É chegada a hora de inverter o paradigma: mentes que amam e corações que pensam.” Barbara Meyer.

“Se você é neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado opressor.” Desmond Tutu.

“Perdoar não é esquecer, isso é Amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer. Isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sentimento.” Desconhecido.

“Chorar não significa se arrepender, se arrepender é mudar de Atitude.” Desconhecido.

"A educação e o ensino são as mais poderosas armas que podes usar para mudar o mundo ... se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar." (N. Mandela).

"As utopias se tornam realidades a partir do momento em que começam a luta por elas." (Maria Lúcia Karam).


“A verdadeira viagem de descobrimento consiste não em procurar novas terras, mas ver com novos olhos”
Marcel Proust


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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Violência doméstica: Justiça Restaurativa avalia 68 processos


O juiz Evandro Alberto da Cunha, da 3ª Vara Criminal de Cachoeiro de Itapemirim, realiza a partir das 13h00 de hoje várias audiências para julgar 68 processos relativos a denúncias de crimes de violência doméstica, enquadrados na Lei Maria da Penha.


A realização das audiências faz parte do Projeto Jurídico Social Restaurativo/Lar Feliz, que tem o objetivo possibilitar que infrator e vítima tenham a chance de encontro e de compreensão do contexto gerador da infração. A Justiça Restaurativa é uma nova perspectiva de resolução de conflitos judiciais, já aplicada em vários Estados do Brasil.

As audiências vão acontecer no Salão do Júri do Fórum Desembargador Horta Araújo, na avenida Monte Castelo, bairro Independência, em Cachoeiro. A discussão será em torno da Lei Maria da Penha, criada para coibir e punir com mais rigor os crimes de violência doméstica.
“Vamos utilizar uma audiência especial normal para avaliar processos que envolvem conflito familiar em que as mulheres são as vítimas. São casos de acusações de maridos que agridem as esposas; filho que agridem pais; ou netos que batem na avó. Depois, haverá uma encenação teatral com um grupo de jovens representando o que os filhos vivenciam em casa quando vêem o pai agredindo a mãe”, explicou o juiz Evandro Alberto da Cunha.

O magistrado informou ainda que nas audiências de hoje serão abordados casos mais comuns, sem grande potencial ofensivo, mas que, se não solucionados agora, poderão gerar um conflito maior no futuro. (TJES)

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Justiça Restaurativa: Marco Teórico, Experiências Brasileiras, Propostas e Direitos Humanos

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