“É chegada a hora de inverter o paradigma: mentes que amam e corações que pensam.” Barbara Meyer.

“Se você é neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado opressor.” Desmond Tutu.

“Perdoar não é esquecer, isso é Amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer. Isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sentimento.” Desconhecido.

“Chorar não significa se arrepender, se arrepender é mudar de Atitude.” Desconhecido.

"A educação e o ensino são as mais poderosas armas que podes usar para mudar o mundo ... se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar." (N. Mandela).

"As utopias se tornam realidades a partir do momento em que começam a luta por elas." (Maria Lúcia Karam).


“A verdadeira viagem de descobrimento consiste não em procurar novas terras, mas ver com novos olhos”
Marcel Proust


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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Seminário Abuso Sexual - 2012





A pesquisa e as reflexões decorrentes são sintetizadas em uma obra dividida em quatro partes.
Na Parte I, a pesquisadora Yolanda Catão apresenta o resultado da pesquisa bibliográfica sobre o tema da aplicabilidade da justiça restaurativa em caso de abuso sexual intrafamiliar em crianças e adolescentes ao redor do mundo.
Na Parte II, são apresentados artigos de Eduardo Rezende Melo, Ana Cristina Moura, Dalka Ferrari, Maher Musleh, Cristina Meirelles e Vania Yazbek, os quais participaram do Projeto de pesquisa e, a partir das leituras e de suas experiências, articularam os conhecimentos obtidos, fazendo proposições com o objetivo de oferecer um aprofundamento teórico acerca do tema do abuso sexual intra e extrafamiliar. Nos textos, são relatados o histórico dos modelos de intervenção, o modelo de justiça e o que se entende como justiça restaurativa, apresentando algumas dinâmicas e metodologias.
Na Parte III, Celia Passos faz, em três textos distintos, articulações entre os textos constantes da parte II, tocando os principais temas abordados de forma isolada, contribuindo com reflexões sobre o papel da justiça. Ainda nessa parte, é feita uma avaliação quanto à possibilidade da aplicação da justiça restaurativa para esses casos e as metodologias mais adequadas ao contexto nacional, assim como são feitas reflexões sobre as questões inerentes à política pública – com a apresentação de norteadores importantes no que se refere às metodologias visitadas.
Na Parte IV, são oferecidas algumas conclusões propositivas, a partir de reflexões acerca dos modelos de intervenção e do potencial que a Justiça Restaurativa pode oferecer quando aplicada em caráter complementar ao sistema jurídico vigente.

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Justiça Restaurativa: Marco Teórico, Experiências Brasileiras, Propostas e Direitos Humanos

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