“É chegada a hora de inverter o paradigma: mentes que amam e corações que pensam.” Barbara Meyer.

“Se você é neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado opressor.” Desmond Tutu.

“Perdoar não é esquecer, isso é Amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer. Isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sentimento.” Desconhecido.

“Chorar não significa se arrepender, se arrepender é mudar de Atitude.” Desconhecido.

"A educação e o ensino são as mais poderosas armas que podes usar para mudar o mundo ... se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar." (N. Mandela).

"As utopias se tornam realidades a partir do momento em que começam a luta por elas." (Maria Lúcia Karam).


“A verdadeira viagem de descobrimento consiste não em procurar novas terras, mas ver com novos olhos”
Marcel Proust


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segunda-feira, 16 de abril de 2012

Juizado e Unifor debatem detalhes de ação de apoio às pessoas envolvidas em violência doméstica


A magistrada Rosa Mendonça, titular do Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca da Capital, promove, nesta 6a.feira (13/04), às 13h:30min, reunião com a professora Marinina Gruska Benevides, coordenadora do Núcleo de Apoio às Pessoas em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Navi) da Universidade de Fortaleza (Unifor).
O objetivo é discutir o convênio firmado entre as duas instituições com a finalidade de fortalecer a política de enfrentamento a esse tipo de agressão.

Também participará do encontro a equipe multidisciplinar do Juizado, formada por psicóloga, assistente social e psicopedagoga.
O grupo será responsável pelos encaminhamentos das pessoas que respondem a processo na unidade para que passem por assistência psicoterapêutica oferecida pelo Navi.

De acordo com a juíza Rosa Mendonça, “é primordial o fortalecimento da rede de atendimento no combate a todas as formas de violência contra a mulher”.

Marinina Gruska explica que a parceria contará também com auxílio do Departamento de Estágio do Serviço de Psicologia Aplicada (SPA), ligado ao  Núcleo de Atendimento Médico Integrado da Unifor.
A professora considera que, além da mulher, o agressor e o núcleo familiar também precisam de apoio psicológico.
“Não adianta oferecer somente assistência à mulher, pois a relação com o homem, muitas vezes, vai continuar.
Então, é preciso mudar o comportamento dos agressores. É necessário promover a justiça restaurativa e não só repressiva”.

A partir dos encaminhamentos do Juizado, o Navi fará a triagem e as pessoas serão separadas por grupos de até 15 integrantes.
Eles deverão passar por 12 sessões, sendo uma a cada semana, com duração de duas horas.

Serão, ainda, avaliados periodicamente e os resultados enviados ao Juizado da Mulher. A iniciativa contará também com os trabalhos dos professores Álvaro Rebouças Fernandes e Christina Sutter.

Além disso, contará com a ajuda de alunos de Psicologia da Unifor, que estão fazendo estágio e em conclusão de curso.
Os estudantes passaram por treinamento.

Fonte: TJ/Ceará

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Justiça Restaurativa: Marco Teórico, Experiências Brasileiras, Propostas e Direitos Humanos

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