“É chegada a hora de inverter o paradigma: mentes que amam e corações que pensam.” Barbara Meyer.

“Se você é neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado opressor.” Desmond Tutu.

“Perdoar não é esquecer, isso é Amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer. Isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sentimento.” Desconhecido.

“Chorar não significa se arrepender, se arrepender é mudar de Atitude.” Desconhecido.

"A educação e o ensino são as mais poderosas armas que podes usar para mudar o mundo ... se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar." (N. Mandela).

"As utopias se tornam realidades a partir do momento em que começam a luta por elas." (Maria Lúcia Karam).


“A verdadeira viagem de descobrimento consiste não em procurar novas terras, mas ver com novos olhos”
Marcel Proust


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terça-feira, 10 de abril de 2012

Ativismo e Justiça Transnacional: Grupo de Pesquisa “Justiça e Política”



A 1a reunião da linha “ativismo” (que faz parte do GP J&P) ocorre na sexta.
A linha de pesquisa analisa o fenômeno conhecido como ativismo judicial, enquanto tendência da nova postura do Estado em relação à garantia dos direitos fundamentais. O problema radica na paradoxal ineficiência das instituições em relação à proteção e exigibilidade de direitos básicos mobiliza posturas complexas por parte de novos protagonistas do fenômeno juridificante das relações sociais, incluindo tribunais e orgãos de cooperação internacionais.
Nessa linha específica, os participantes investigarão os seguintes temas:accountability e administração da Justiça; ativismo judicial; constitucionalismo latino-americano; cooperação jurídica internacional; tribunais internacionais e Direitos Humanos

O Grupo Justiça & Política foi constituído em 2009 com foco na questão do ativismo judicial e da discussão em torno do que se convencionou chamar judicialização da política e das relações sociais. A partir de 2010, passou a integrar outra linha de pesquisa dedicada à discussão sobre justiça restaurativa e a vítima no processo penal. Em 2011, acrescentou-se nova linha relacionada à história das ideias constitucionais no Brasil. Em comum, todas as linhas desenvolvem investigações sobre a estreita e complexa ligação entre direito e política, com especial atenção à constituição e manutenção do modelo de justiça brasileiro, que privilegia posturas ideológicas não-reflexivas e que, portanto, reproduzem a alienação quanto ao papel das instituições em relação à afirmação e à proteção de direitos e necessidades humanas. Nesse sentido, foram realizados diversos eventos, inclusive um Fórum Internacional, como também possibilitou a participação dos membros em relevantes eventos nacionais e, ainda, a produção de artigos e de uma tese de doutorado. Umas das pesquisas desenvolvidas no seio do Grupo (justiça restaurativa e  a vítima no processo penal) foi selecionado pelo Projeto CNJ Acadêmico (DPJ-CNJ e Capes) em 2010.
Bazar do Rabay.

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Justiça Restaurativa: Marco Teórico, Experiências Brasileiras, Propostas e Direitos Humanos

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