“É chegada a hora de inverter o paradigma: mentes que amam e corações que pensam.” Barbara Meyer.

“Se você é neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado opressor.” Desmond Tutu.

“Perdoar não é esquecer, isso é Amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer. Isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sentimento.” Desconhecido.

“Chorar não significa se arrepender, se arrepender é mudar de Atitude.” Desconhecido.

"A educação e o ensino são as mais poderosas armas que podes usar para mudar o mundo ... se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar." (N. Mandela).

"As utopias se tornam realidades a partir do momento em que começam a luta por elas." (Maria Lúcia Karam).


“A verdadeira viagem de descobrimento consiste não em procurar novas terras, mas ver com novos olhos”
Marcel Proust


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quinta-feira, 26 de junho de 2008

Livro: Justiça Restaurativa - natureza, finalidades e instrumentos




Título: Justiça restaurativa - natureza, finalidades e instrumentos
Autores: Francisco Amado Ferreira
Local de Edição: Coimbra
Editor: Coimbra Editora
ISBN 978-972-32-1415-6
Editado em: Junho - 2006
144 págs.


NOTAS PRÉVIAS
O estudo que ora se publica corresponde — com a inclusão de alguns ulteriores dados estatísticos, experiências restaurativas e alterações dos quadros jurídicos — aos capítulos relacionados mais directamente com a Justiça Restaurativa, da Dissertação de Mestrado, na área das Ciências Jurídico-Criminais, apresentada a exame na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, sob o título Vitimador e vítima: um juízo final ou o abraço fraternal?, discutida em provas públicas, em 5 de Julho de 2004, perante um Júri constituído pelos Senhores Professores Doutor Manuel da Costa Andrade, Doutor José de Faria Costa e Doutor Germano Marques da Silva.
Resulta de uma investigação — cuja orientação envolveu o Senhor Prof. Doutor José Francisco de Faria Costa, ao qual deixamos aqui a nossa profunda gratidão por todo o apoio que nos prestou — onde foi preocupação dominante a exploração de novos domínios e problemas que ultimamente vem convocando a atenção das Ciências Jurí¬dico-Criminais. Perscrutamos algumas experiências ensaiadas em comunidades e sistemas jurídicos estrangeiros no domínio da diversão penal — conceito refinado pelo Senhor Prof. Faria Costa —, para além de idealizarmos um modelo que nos parece ajustável à nossa específica realidade jurídica, económica, social e cultural. Tal como avisa Karl Poper, o pesquisador da verdade não deve ser «intelectualmente cobarde»...


1º Capítulo – As Respostas Não Punitivas
2º Capítulo – Instrumentos, Agentes e Elementos da Justiça Restaurativa
3º Capítulo – Rumo a um Direito Penal Melhor

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Justiça Restaurativa: Marco Teórico, Experiências Brasileiras, Propostas e Direitos Humanos

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